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Guimarães

Cutelaria de Guimarães abre nova loja na baixa de Lisboa

Cutipol

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Foto: DR / Arquivo

A empresa Cutipol, com sede em Caldas das Taipas, concelho de Guimarães, abriu na passada quarta-feira uma loja na baixa de Lisboa, foi hoje anunciado.


Em comunicado, a cutelaria fundada por José Ribeiro, em abril de 1963, dá conta do novo espaço, localizado no prédio 105 da Rua do Alecrim, ao lado de outra loja que a marca já possuía desde 1998.

O espaço, com uma área de exposição de 140 metros quadrados, está localizado num edifício original datado do século XVIII que alberga o recém inaugurado Bairro Alto Hotel, projeto do arquiteto Eduardo Souto de Moura.

“O expositor propositadamente desenhado, revela-se nas suas linhas dinâmicas e imprevisíveis pondo à disposição do olhar a beleza e singularidade dos modelos da marca, formando um cânone no espaço”, explica a Cutipol.

“Destaca-se ainda a especial seleção de artigos de casa com um essencial foco na qualidade, trabalho manual e design. São peças com variadas origens, algumas de renome outras ainda não tão conhecidas que a Cutipol tem vindo a introduzir no mercado”, destaca.

Para além da nova loja, foi ainda lançado um novo site da marca na Internet, “para corresponder às atuais necessidades do seu público com o propósito de oferecer a melhor experiência de navegação possível, dando ênfase à otimização para dispositivos móveis, objetos que fazem cada vez mais parte do quotidiano das pessoas”.

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Guimarães

Três turmas em isolamento numa escola de Guimarães

Covid-19

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Foto: DR

Três turmas da EB 2,3 D. Afonso Henriques, em Guimarães, estão em isolamento profilático depois de alunos terem testado positivo à covid-19.

De acordo com o Guimarães Digital, do Grupo Santiago, os alunos estão a ter aulas a partir de casa, enquanto a maior parte espera pela testagem levada a cabo pelas autoridades de saúde.

Ainda segundo a mesma fonte, também cinco professores estão em isolamento depois de um docente ter testado positivo ao novo coronavírus.

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Guimarães

Prémio de História Alberto Sampaio para investigação sobre famílias de Guimarães

História

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Foto: DR

A investigadora Alice João Palma Borges Gago é a vencedora do Prémio de História Alberto Sampaio 2020, que será entregue no dia 01 de dezembro, anunciou hoje a Câmara de Guimarães.

O prémio é um cheque de 6.000 euros e a publicação, na Revista de Guimarães, do trabalho “Gentes do Norte pela própria voz. Arquivos de Família da Região de Guimarães – Porto, séculos XV-XVII”.

Instituído em 1995 pelos municípios de Guimarães e Vila Nova de Famalicão e pela Sociedade Martins Sarmento, o Prémio de História Alberto Sampaio foi renovado em 2016, contando a partir de então também com o Município de Braga entre os instituidores.

Destina-se a homenagear e a manter viva a pessoa e a obra do historiador Alberto Sampaio, promovendo o desenvolvimento dos estudos científicos e investigação nas áreas ligadas ao seu legado, em especial, nas disciplinas da História Social e Económica.

O júri, constituído sob a égide da Academia das Ciências de Lisboa, deliberou atribuir o Prémio de 2020 à investigadora Alice João Palma Borges Gago.

Para o júri, “trata-se de um excelente trabalho de investigação” que, a partir da criação de uma base de dados abrangendo a história dos arquivos de seis famílias de Entre-Douro e Minho”.

Acresce que “procede a uma análise do papel e importância de tais arquivos privados para a compreensão histórica dos processos de mobilidade, de ascensão e de consolidação do estatuto social das famílias analisadas (Valadares, Ribeiro, Magalhães, Carvalho, Cunha e Barreto), ao longo dos séculos XV a XVII”.

Para além da contribuição inovadora no domínio da historiografia arquivística, o trabalho de Alice Borges Gago “enriquece o conhecimento disponível sobre temáticas fundamentais no domínio da história económica e social.”

O júri salientou a forma “relevante” como a herança da abordagem da História na obra de Alberto Sampaio colhe frutos no estudo agora distinguido.

Apontou ainda o facto de, para a edição 2020, ter sido presente a concurso um conjunto numeroso de trabalhos que, na generalidade, “mostram elevada qualidade”, integrando as temáticas variadas e subjacentes ao prémio.

A cerimónia de entrega do prémio será realizada em 01 de dezembro (dia em que Alberto Sampaio nasceu, em 1841) e, de acordo com a rotatividade prevista no regulamento, terá este ano lugar em Vila Nova de Famalicão, no Arquivo Municipal Alberto Sampaio.

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Guimarães

Empresas do Centro de Incubação da UMinho em Guimarães com um mês para sair

Spinpark está em insolvência

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Foto: DR

O Centro de Incubação de Base Tecnológica (SpinPark), da UMinho, situado no Avepark, em Caldas das Taipas, Guimarães, está em insolvência e as nove empresas spin-off lá instaladas foram informadas, há dias, pelo administrador judicial, de que têm 30 dias para sair das instalações.

Vários dos empresários em causa lamentam ter confiado na Associação Spinpark, uma entidade com vários associados liderada pela Universidade do Minho (UMinho), acusando-a de negligência, por só terem sabido da falência há alguns dias, quando o Tribunal de Guimarães já a decretou há mais de um mês.

Ao que O MINHO soube, os empresários em causa procuram, agora, em Guimarães, Braga e Barcelos, novo espaço – pavilhão ou outro – para se instalarem. O Spin-park, onde foram investidos alguns milhões, tinha não só empresas em incubação da região de Braga, mas também, algumas com ligações à Universidade do Porto.

Desde 12 de agosto que o Spinpark passou a ser gerido por uma administradora de insolvência, mas só no passado dia 17 de setembro é que os empresários foram informados que tinham de sair. “Essa proposta foi ridícula, ninguém consegue mudar um laboratório num mês”, afirma Ângela Mendes, da empresa A2, de análises químicas, em declarações ao Jornal de Notícias (JN).

O Spinpark foi criado, no parque tecnológico Avepark, pela UMinho, em 2006, com apoio de fundos comunitários, para apoiar o nascimento de empresas tecnológicas ligadas à universidade antes destas se lançarem no mercado. Contudo, assegura Ângela Mendes, pelo menos desde 2013 que isso não acontecia: “É um escândalo, trataram-nos como ratos. Disseram para nos pormos a andar dali para fora e nunca foram capazes de nos dar uma palavra”.

O centro esteve à beira da falência em 2016, mas adotou um Plano Especial de Revitalização, com dívidas superiores a dois milhões de euros e um passivo de sete milhões. Nessa altura, a Câmara de Guimarães afirmava que o Centro de Incubação era “um investimento estratégico”, pelo que ia comprar o edifício para ajudar o Spinpark.

Ao JN, a UMinho não justificou como é que o Spinpark faliu nem divulga o passivo, adiantando apenas que “a insolvência foi uma decisão inevitável face à grave situação financeira”, e que foi tomada “ponderando o respeito absoluto por critérios de boa gestão, salvaguardando o interesse público”.

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