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Braga

Cruz Vermelha acolhe 57 pessoas sem-abrigo

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Foto: Divulgação

A edição de 2017 do Jantar Humanitário da delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa, que decorre dia 18 no restaurante “Sameiro Eventos”, é dedicado às pessoas em situação de sem-abrigo.

O organismo, liderado por Armando Osório, acolhe 57 pessoas no Centro de Alojamento Temporário, e intervém no terreno com uma Equipa de Intervenção Social Direta e através do projeto “Housing First”.

“Tal como sucede desde 2012, o objetivo é o de angariar donativos que reverterão a favor das pessoas mais vulneráveis da nossa comunidade”, afirma Armando Osório.

Este ano o padrinho do evento será Francisco George, antigo diretor-geral da Saúde e recém-eleito presiden date Cruz Vermelha Portuguesa.

A componente artística será representada pelo Conservatório do Bomfim e pela Escola de Teatro Tin.Bra.

Prado organiza jantares para empresas

Entretanto, o Centro Comunitário de Prado, Vila Verde, da Delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa criou um novo projeto de empreendedorismo social, o “Chef Humanitário”, que consiste na organização de Jantares de Grupo. Mesmo a tempo dos convívios natalícios.

“Este projeto, para além de permitir às empresas praticarem a sua responsabilidade social, contribuindo para a sustentabilidade financeira do nosso trabalho humanitário, proporciona às empresas e/ou grupos momentos únicos e de confraternização num ambiente privado”, explica Susana Gonçalves, coordenadora do projeto.

O Centro Comunitário dispõe de um salão para a realização de jantares, com uma capacidade máxima de 100 pessoas. Os preços variam consoante a escolha da ementa, incluindo a decoração da sala. Desta forma – sublinha – “e para terminar mais um ano de trabalho, nada melhor que um convívio de Natal com os colaboradores da empresa e/ou grupos”.

E deixa um apelo: “Aproveitem este momento para fortalecer laços, partilhar experiências e desfrutar de uma ementa variada e bem confecionada, ao mesmo tempo que contribuem para uma causa humanitária”.

O Centro Comunitário é um equipamento social que tem por objetivo o de criar respostas, com vista à prevenção de problemas sociais, no sentido de promover a empregabilidade, formação e capacitação dos mais vulneráveis.

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Braga

Covid-19: Morreu segunda utente do Asilo S. José, em Braga

Covid-19

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O Asilo de São José, sediado em Braga, registou a segunda morte por entre os utentes, vítima do novo coronavírus, que provoca a doença Covid-19, confirmou O MINHO junto de fonte daquele lar.

Ao que apurámos, a vítima tem cerca de 90 anos e estava internada no Hospital de Braga com problemas respiratórios, depois de ter acusado positivo nos testes de despistagem realizados naquela unidade hospitalar.

Esta é a segunda vítima daquele lar depois de na passada quinta-feira uma mulher de 76 anos ter perdido a vida pelo mesmo motivo.

Os cerca de 100 utentes daquela casa foram sujeitos a testes de despistagem, com três a acusarem positivo e os restantes a aguardar resultado.

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Braga

Covid-19 faz primeira vítima mortal em Vila Verde

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A pandemia de Covid-19 fez este sábado de manhã a primeira vítima mortal no concelho de Vila Verde.

Uma mulher de 89 anos, residente da freguesia de Arcozelo, não resistiu às complicações respiratórias provocadas pela infeção do novo coronavírus e morreu durante esta manhã no Hospital de Braga, onde estava internada há alguns dias na área de infecciologia dedicada aos infetados.

Segundo fonte próxima da família, apuramos que não irá haver funeral, com o corpo da idosa a ser transportado para o Tanatório de Braga, onde será cremado.

As cerimónias fúnebres não se realizarão durante esta fase de pandemia, ficando adiadas para “outra altura”, disse a mesma fonte.

Este óbito ainda não consta nos 100 anunciados esta manhã pelo boletim da Direção-Geral de Saúde, que reporta os óbitos ocorridos até às 00:00 horas deste sábado.

Segundo o mesmo boletim, existem 10 casos confirmados por infeção no concelho de Vila Verde e 351 em todo o Minho.

 

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Braga

Advogados juntam-se para dar equipamento ao Hospital de Braga

Covid-19

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Foto: O MINHO (Arquivo)

A delegação de Braga da Ordem dos Advogados apelou aos seus membros para que participem numa campanha de solidariedade para com o Hospital de Braga, intitulada Responsabilidade social- juntos faremos a diferença, angariando receitas para apoiar o aprovisionamento de equipamentos para o combate à pandemia de Covid-19.

A Ordem adianta que o escritório “N-Advogados”, de Nuno Albuquerque, será responsável pela arrecadação dos valores, verificação de disponibilidade dos materiais listados pelo Hospital junto de fornecedores, e pela compra e entrega do equipamento.

A iniciativa em apreço, aprovada pela Direção de Comunicação e Sustentabilidade do Hospital de Braga e autorizada pela Câmara Municipal local, nos termos do Decreto-Lei n.º 87/99, de 19 de Março, rege-se pelos seguintes parâmetros: a campanha destina-se à angariação de receitas para apoiar o aprovisionamento, compra e distribuição de equipamentos hospitalares, essenciais para o combate ao Covid-19, junto do Hospital de Braga;

A “N-Advogados” será a entidade responsável pela arrecadação dos valores, pela verificação de disponibilidade e dos valores dos materiais listados pelo próprio Hospital de Braga junto a fornecedores, pela compra do material e posterior entrega ao Hospital de Braga, sendo todas as diligências efetuadas em articulação com a Delegação de Braga da Ordem dos Advogados;

A campanha tem como âmbito de aplicação os advogados inscritos no Município. Mas qualquer cidadão pode contribuir.

A angariação de fundos – acrescenta o organismo – será feita mediante transferência bancária para a conta de n.º 45559470415, no Banco Millenium BCP, que se encontra com saldo a zero e sem qualquer outra utilização anterior, sendo também disponibilizado para as transferências o contacto MBWay 936703577.

Será dado cumprimento às obrigações decorrentes do art.º 3.º do Decreto-Lei n.º 87/99, de 19 de Março, designadamente de prestação de contas e fiscalização das entidades competentes;

No final da campanha, será dada indicação à Delegação da Ordem, de todos os contributos recolhidos, bem como comprovada a entrega ao Hospital dos materiais assim obtidos, por forma a garantir total transparência nesta ação solidária.

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