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Braga

Cristiano Ronaldo vende mansão no Gerês por 2,5 milhões. Pepe é o comprador

Futebolista construiu casa naquele local de sonho em 2009, quando se mudou de Manchester para Madrid

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Cristiano Ronaldo vai vender a mansão que construiu de raíz, há dez anos, em Valdozende, Terras de Bouro, junto à albufeira da Caniçada, no sopé da Serra do Gerês, escreve hoje o jornal Correio da Manhã.

De acordo com o matutino, o comprador é o futebolista internacional português Pepe, jogador do FC Porto que partilhou o balneário com CR7 no Real Madrid, sendo que o negócio terá sido feito durante a fase da final da Liga das Nações, no início de Junho.

Pepe e Cristiano Ronaldo – Euro 2016. Foto: DR

O imóvel, com 800 metros quadrados, será vendido, de acordo com a mesma fonte, por 2,5 milhões de euros.

O facto de o astro português nunca ter conseguido tirar partido da beleza da zona, onde, é referido, muitos curiosos paravam de barco para tirar fotografias junto da casa, e a mudança de Madrid (Espanha) para Turim (Itália), poderão ser as duas principais razões na base da decisão de venda.

A escritura deverá ser assinada em breve.

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Braga

Cidadão pede indemnização por lesão muscular sofrida em piscina municipal de Braga

Sessão de hidroterapia

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Foto: Ilustrativa / DR

O Tribunal Administrativo de Braga mandou fazer uma perícia médica para confirmar, ou infirmar, a lesão contraída na piscina de Maximinos, por um cidadão, que pede, no mesmo Tribunal, 2.691 euros de indemnização à Câmara Municipal.

No despacho, o juiz envia o caso para julgamento, embora não tenha marcado a respetiva data.

O queixoso alega que terá feito um derrame articular de sete milímetros quando fazia exercícios de fisioterapia naquela piscina municipal.

A Câmara, através do advogado Fernando Barbosa e Silva, e a seguradora dizem que não têm nada a pagar por não ter haver provas de qualquer lesão.

Hidroterapia

Em novembro 2015, o cidadão inscreveu-se no programa de Hidroterapia da Câmara ministrado na piscina. Que frequentava duas vezes por semana. Fê-lo a conselho médico devido a problemas cervicais.

Na queixa judicial diz que “em 16 de fevereiro de 2016, durante uma aula, o monitor veio corrigir a posição de um exercício subaquático, que não estava a fazer corretamente.

Nesse instante, “teve um episódio súbito de dor na face anterior da coxa esquerda, que comunicou, de imediato, tendo parado”. Foi para casa com “dores intensas” e dificuldade em andar.

Nas aulas seguintes queixou-se ao monitor que lhe disse para fazer alongamentos da perna e tomar um anti-inflamatório. Depois falou com outro que o aconselhou a para fazer o mesmo.

Dores contínuas

Como as dores prosseguiam, no dia 23 foi a uma consulta na Clínica Fisiátrica Bracara Augusta, e a 29 de março teve uma consulta no Hospital de Braga, que pediu uma ressonância magnética. Noutra clínica, o médico mandou fazer tratamento. Foi, ainda, ao médico de família, e ao Hospital à especialidade de Ortopedia.

Em junho, fez uma ecografia “das partes moles”, que confirmou uma imagem compatível com pequeno derrame articular, acessível com sete milémetros de espessura. Foi, ainda, a uma outra clínica no Porto onde os exames de imagiologia detetaram uma lesão de 6 mm no fémur, “mas sem características de agressividade”.

“Há mais de nove meses que se vem sujeitando a variadíssimos exames, tratamentos, com os consequentes custos, dores e sem resultados”, argumenta.

“Não pagámos” 

A seguradora Açoreana – que tem no Município um seguro de grupo de acidentes pessoais para utentes dos espaços e instalações desportivas, recreativas e culturais – respondeu ao seu pedido de pagamento de despesas dizendo que não houve qualquer evento de natureza traumática, mas sim doença do queixoso, “o que não permite accionar as garantias contratuais”.

Este contrapõe que ”o evento traumático existiu”, pelo que as rés estão obrigadas a reparar o dano: 691 euros de consultas, tratamentos e medicamentos e dois mil de não-patrimoniais, pois “vê-se impossibilitado de fazer as rotinas diárias, pessoais e profissionais”.

Danos futuros

Aos 2.691 euros, hão-de somar-se os “danos futuros”, uma vez que continua a ser seguido na Ortopedia e a fazer fisioterapia.

Na petição, subscrita pelo advogado Amadeu Luís Carvalho, requereu a realização de um exame por Junta médica para avaliar os danos e suas consequências.

Já o jurista municipal Fernando Barbosa e Silva contestou a ação, dizendo que nada fora comunicado pelo utente aos serviços camarários, e que, para haver culpa, teria de haver cumulativamente, “um comportamento voluntário do órgão ou agente, revestindo a forma de ação ou omissão”: Teria, ainda, de “ser provada a ilicitude, a culpa e o nexo de causalidade entre a conduta e o dano. O que não se verifica”.

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Braga

Braga: ‘Spin-off’ do INL premiada em Londres por criar forma não invasiva de detetar cancro

Pela Royal Society of Chemistry

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Foto: DR / Arquivo

Uma “spin-off’ do Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL) foi distinguida pela Royal Society of Chemistry (Reino Unido) por desenvolver uma “ferramenta de diagnóstico não invasiva” que mostra “em tempo real” a progressão do cancro, anunciou hoje aquele instituto.

Em comunicado enviado à Lusa, o INL, sediado em Braga, explica que a RUBYnanomed recebeu dez mil libras num concurso de Tecnologias Emergentes na categoria Saúde, o “Chemistry Means Business”, em Londres.

Segundo o INL, a tecnologia premiada “demonstrou potencial para conseguir um diagnóstico precoce, que é um dos fatores de sucesso mais relevantes em terapias oncológicas”.

As investigadoras do INL desenvolveram um “novo método de biopsia líquida”, sendo baseada num “dispositivo microfluídico que isola todos os tipos de células tumorais circulantes (CTCs) do sangue total não processado”.

Os resultados alcançados, refere o INL, mostram que aquela tecnologia “consegue levar ao isolamento, deteção e análise, em tempo útil, de material resultante de um tumor de uma forma minimamente invasiva, permitindo ainda investigar a evolução de um tumor ao longo do tempo, a deteção prematura e uma ação terapêutica personalizada”.

Aquela nova feramente está licenciada em exclusivo para a RUBYnanomed, que tem vindo a “trabalhar para a tornar comercialmente viável e fazê-la chegar às clínicas e hospitais, com o objetivo de ajudar a salvar vidas”.

A RUBYnanomed foi distinguida por painel de jurados de empresas multinacionais farmacêuticas, de diagnóstico, consultoria e transferência de tecnologia, sediadas no Reino Unido.

“Este prémio representa um contributo importante para a credibilidade do produto desenvolvido pela RUBYnanomed”, destaca o INL.

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Braga

Investigadora da UMinho na área da depressão vence prémio da Nature

Doença afeta quase 300 milhões de pessoas em todo o mundo

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Foto: Divulgação / ICVS

A investigadora da Universidade do Minho (UMinho) Luísa Pinto, a trabalhar na área da depressão, ganhou hoje um dos prémios dos Nature Research Awards for Driving Global Impact, que distingue investigadores em início de carreira, anunciou hoje aquela academia.

Em comunicado enviado à Lusa, a UMinho adianta que Luísa Pinto, do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS), é uma das três vencedoras do prémio Nature que distingue jovens cientistas “cuja investigação tem um impacto positivo na comunidade”, realçando o facto de ser a única mulher e a única portuguesa no” restrito lote de finalistas”.

Além do currículo, explica o texto, os candidatos submetem um projeto a desenvolver, sendo que a depressão “é um dos tópicos” que a investigadora tem trabalhado com o objetivo de “construir uma base para criar novos antidepressivos”.

A investigadora portuguesa, uma das três galardoadas, recebe assim uma bolsa de 10.000 dólares americanos (mais de 9.000 euros), e ainda um perfil na revista Nature e no sítio online do prémio.

Luísa Pinto, refere a UMinho, “estuda a relação entre os astrócitos gerados de novo no cérebro adulto – células do sistema nervoso central que têm a função de sustentar e nutrir os neurónios, bem como regular os neurotransmissores – e a patofisiologia da depressão, procurando encontrar novos rumos para a pesquisa clínica e terapias mais eficazes”.

No projeto apresentado, a investigadora pretende “atacar a doença, através de uma visão integrada e inovadora acerca do papel dos astrócitos gerados de novo no hipocampo e da sua função num cérebro deprimido” e “a partir daqui, tendo o potencial para encontrar um novo conjunto de alvos terapêuticos, o objetivo é desenvolver novas intervenções terapêuticas, como novos antidepressivos”.

O vencedor do prémio foi Tom Baden (Universidade de Sussex, Reino Unido), com Luísa Pinto e Alan Gow (Universidade Heriot-Watt, Reino Unido) a serem anunciados como segundos classificados.

A depressão afeta cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo que mais de 30% dos pacientes não tem respostas positivas às terapias existentes atualmente.

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