Seguir o O MINHO

Braga

Crianças refugiadas batizadas em Braga

Na Igreja de S. Vítor

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Duas das crianças refugiadas acolhidas em Portugal foram batizadas no passado domingo, na Igreja de S. Vítor, em Braga, depois do pedido da mãe, natural dos Camarões.

Depois de cinco anos sem verem a mãe, três das cinco crianças desta família chegaram a Braga em julho, acolhidas pelo Colégio Luso Internacional de Braga (CLIB) em parceria com a Plataforma de Apoio aos Refugiados.

Em declarações à Agência Ecclésia, a diretora do CLIB, Helena Pina Vaz, conta que a mãe era protestante e que os filhos mais velhos já tinham sido batizados, mas os dois mais novos ainda não tinham sido ungidos com o sacramento.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Padre Sérgio Torres. Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Helena Pina Vaz. Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Em entrevista a O MINHO, em agosto deste ano, a mãe, Nadege Ndengue contou que partiu dos Camarões e passou por Nigéria, Níger e Líbia. Foi presa grávida, enquanto o ex-companheiro trabalhava para pagar o seu resgate. Lançaram-se num barco de borracha para o mediterrâneo. Foram intercetados pelo navio SeaWatch, que os desembarcou em Messina, Itália, campo de refugiados.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Há dois anos, através da Plataforma de Apoio ao Refugiado, Nadege chegou a Braga. Contudo, outros três filhos ficaram para trás, nos Camarões. 2 anos de burocracia, para a família estar de novo junta. Partiu do seu país aos 21 anos, hoje, tem 26.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Já o padre responsável pelo sacramento, Sérgio Torres, disse à Ecclesia que, mesmo não percebendo “todo o alcance” do batismo, “é o início de um caminho” para se inserirem, por exemplo, nos escuteiros e nos grupos de jovem.

Populares