Seguir o O MINHO

Famalicão

Crianças de escola de Famalicão estudam de manhã e brincam à tarde

“Para já o balanço é positivo, com as crianças mais motivadas, professores e encarregados de educação satisfeitos”

em

As crianças da escola do 1.º ciclo de Requião, em Vila Nova de Famalicão, trabalham de manhã e brincam à tarde, num projeto educativo implementado este ano letivo e cujo balanço “é positivo”, anunciou hoje o município.

Em comunicado, o município refere que componente letiva se inicia pelas 08:30 e termina pelas 13:30, “para deixar espaço para a brincadeira”.

“A tarde fica reservada para as atividades de enriquecimento curricular (AEC) e para a sala de estudo ministrada pelas professoras, com salvaguarda do inglês para os 3.º e 4.º anos que, sendo de tarde, integra a componente letiva”, acrescenta.

Segundo o município, a alteração do horário foi implementada este ano letivo depois de comunidade educativa, direção da escola, junta de freguesia e associação de pais, com o apoio da Câmara, terem sentido a necessidade de criar um “projeto diferenciador” naquele contexto específico, proporcionando às crianças novos estímulos.

“Para já o balanço é positivo, com as crianças mais motivadas, professores e encarregados de educação satisfeitos e com a comunidade mais interligada com o processo educativo”, refere ainda o comunicado.

Assim, as manhãs na escola de Requião são de estudo e as tardes “de muita brincadeira”, com atividades geridas pelos pais.

As atividades selecionadas são a dança, o teatro, o andebol, as artes e o inglês para os 1.º e 2.º anos.

“Os parceiros e as atividades extracurriculares são escolhidos pela comunidade, procurando garantir variedade e qualidade no processo”, lê-se no comunicado.

O projeto educativo da Escola de Requião vai receber esta sexta-feira a visita do presidente da Câmara de Famalicão, Paulo Cunha, no âmbito do roteiro da inovação.

Anúncio

Aqui chegado…

...temos uma pequena mensagem para partilhar consigo. Cada vez mais pessoas lêem O MINHO, jornal estritamente digital, líder de audiências. Ao contrário de outros órgãos de informação, optámos por não obrigar os leitores a pagarem para lerem as nossas notícias, mantendo o acesso à informação tão livre quanto possível. Por isso, como pode ver, precisamos do seu apoio.

Para podermos apresentar-lhe mais e melhor informação, que inclua mais reportagens e entrevistas e que utilize uma plataforma cada vez mais desenvolvida e outros meios, como o vídeo, precisamos da sua ajuda.

O MINHO é um órgão de comunicação social independente (e sempre será). Isto é importante para podermos confrontar livremente todo e qualquer tipo de poder (político, económico ou religioso) sempre que necessário.

Inspirados na filosofia seguida pelo jornal inglês "The Guardian", um dos mais importantes órgãos de comunicação do Mundo, também nós achámos que, se cada pessoa que lê e gosta de ler O MINHO, apoiar o futuro do nosso projeto, este será cada vez mais importante para o desenvolvimento da sociedade que partilhamos, a nível regional. Pela divulgação, partilha e fiscalização.

Assim, por tão pouco como 1€, você pode apoiar O Minho - e só demora um minuto. Obrigado.

Famalicão

Mulher colhida mortalmente por comboio em Famalicão era vítima de violência doméstica

Caso sinalizado pela PSP, segundo o jornal Semanário V

em

Foto: DR

A mulher colhida mortalmente por um comboio, esta quinta-feira, estava sinalizada como vítima de violência doméstica.

A informação foi avançada pelo jornal Semanário V, que acrescenta que, ao longo dos últimos tempos, a mulher, de 52 anos (e não na casa dos 20, como havia sido inicialmente veiculado) terá sido perseguida pelo ex-marido, sexagenário, sendo alvo de violência psicológica e agressões.

O casal residia na Trofa, até ao processo de divórcio, tendo a mulher se mudado para Famalicão.

A PSP de Famalicão, refere ainda aquele jornal, tinha vários autos e registos de perseguições feitas pelo ex-marido, que continuou sempre em liberdade.

Segundo referia uma testemunha no local, na noite de quinta-feira, a morte terá acontecido, ao que tudo indica, por suicídio.

A mulher foi atropelada mortalmente por um comboio, cerca das 20:05, nas imediações do apeadeiro de Mouquim.

Continuar a ler

Famalicão

Mulher colhida mortalmente por comboio em Famalicão

Em Mouquim

em

Foto: Cidade Hoje

Uma mulher foi hoje atropelada mortalmente por um comboio em Mouquim, Famalicão, sendo ainda desconhecidas as circunstâncias da ocorrência, disse fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Braga.

Segundo a fonte, o alerta foi dado pelas 20:05 e o atropelamento ocorreu nas imediações do apeadeiro de Mouquim.

Mulher colhida mortalmente por comboio em Famalicão era vítima de violência doméstica sinalizada

A circulação na Linha do Minho foi cortada nos dois sentidos.

Para o local foram mobilizados os Bombeiros Voluntários Famalicenses e uma Viatura médica de Emergência e Reanimação.

A GNR tomou conta da ocorrência.

 

Notícia atualizada: A fonte tinha adiantado, inicialmente, que a vítima se tratava de um homem.

Continuar a ler

Famalicão

Mário Laginha e Abe Rábade no “Jazz na Caixa” em Joane

No auditório da Associação Teatro Construção (ATC)

em

Foto: Facebook de O Eixo do Jazz

O português Mário Laginha e o espanhol Abe Rábade são alguns dos nomes do cartaz do Jazz na Caixa, um ciclo de concertos que decorrerá de 05 a 14 de abril, em Joane, Famalicão, anunciou hoje o município.

A iniciativa, que vai para a sua terceira edição, foca-se este ano nos instrumentos.

O primeiro fim-de-semana será preenchido por três concertos de piano a solo, em que o público partilha o palco com os pianistas Abe Rábade (dia 05), Mário Laginha (dia 06) e João Paulo Esteves da Silva (dia 07).

Foto: Divulgação

Ao longo da semana, estão programados dois ‘workshops’, um dos quais de introdução ao jazz para jovens estudantes de música, dos 8 aos 14 anos, e o outro, intitulado “Jazz com Arco”, que convida jovens músicos de conservatório a experienciarem a improvisação do jazz moderno.

O resultado deste último ‘workshop’ será interpretado ao vivo no dia 13 de abril, com a presença de dois músicos convidados, designadamente Hugo Correia (contrabaixo e violoncelo) e Manuel Maio (violino).

O Jazz na Caixa termina no dia 14, estando o último concerto a cargo do guitarrista português Bruno Santos, da dupla Mano a Mano, que em Famalicão irá partilhar o palco com Rita Redshoes.

Os concertos vão decorrer no auditório da Associação Teatro Construção (ATC), em Joane, “num ambiente intimista e descontraído, com o público a partilhar o palco com os músicos, a ouvir um bom som e a saborear um champanhe”.

A organização é da Associação Luso-Galaica para a Promoção do Jazz – Eixo do Jazz, em parceria com a Associação Teatro Construção (ATC) e a Câmara de Famalicão.

Desmistificar a ideia generalizada de que o jazz é para elites, é um dos principais objetivos do evento.

No Jazz na Caixa, o público pode assistir a um concerto “num ambiente intimista e descontraído, com o público a partilhar o palco com os músicos, a ouvir um bom som e a saborear um champanhe”.

Os bilhetes custam oito euros para o público geral, seis euros para os associados do Eixo do Jazz e ATC e de 4 euros para os portadores do Cartão Jovem.

Para menores de 14 anos, a entrada é gratuita.

Continuar a ler
Anúncio

ÚLTIMAS

Reportagens da Semana

EM FOCO

Populares