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Famalicão

Credores da Ricon começam a discutir o futuro do grupo e dos 600 trabalhadores

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O futuro do grupo Ricon, de Vila Nova de Famalicão, e dos seus 600 trabalhadores começa esta terça-feira a ser discutido em assembleias de credores, sendo que o administrador da insolvência propôs o encerramento e consequente liquidação dos ativos.


Marcadas para esta manhã, no Tribunal de Comercio de Fila Nova de Famalicão, as assembleias de credores acontecem depois de na segunda-feira a administração da Ricon, composta por oito empresas e que detém as lojas Gant em Portugal e que se apresentou à insolvência em finais de 2017, ter adiantado que já foram enviadas cartas aos trabalhadores do grupo dando conta da cessação dos respetivos contratos de trabalho.

A administração da Ricon refere ainda que o grupo “dependia de forma significativa da Gant, quer na vertente do retalho, cuja dependência era total, quer na vertente da indústria, cuja dependência era superior a 70 por cento e que aquela marca “se mostrou totalmente intransigente e indisponível para negociar e/ou mesmo abordar e analisar” as propostas apresentadas pelo grupo.

Também na segunda-feira, o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, anunciou que a autarquia tem já uma “bateria de apoios sociais” para os trabalhadores residentes no concelho.

O autarca garantiu que “a câmara já tem respostas que estão a ser implementadas”, entre as quais “um número dedicado para que pessoas, trabalhadores e seus familiares, possam dirigir-se à autarquia, não só para ter informações, como para ter apoios”.

Aquela “bateria social”, apontou Paulo Cunha, inclui também “apoios financeiros”.

“A câmara municipal tem um conjunto de apoios sociais e ferramentas, desde o apoio à renda, ação social escolar, muitas outras situações que permitirá que as famílias que caiam no desemprego readquiram o nível de vida que desejamos”, sublinhou.

A autarquia está também a trabalhar em parceria com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) “para que ao nível do programa ‘Qualifica-te’ se possa fazer com que muitas pessoas possam, através da formação profissional, readquirir competências para se inserir noutros setores”.

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Ave

Empresa de Famalicão lança caixa de cartão para sono mais seguro do bebé

Baby Box

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Foto: Divulgação / Baby Box

Uma startup de Famalicão começou hoje a comercializar uma caixa de cartão que visa promover práticas de sono mais seguras para os bebés, diminuindo o risco da Síndrome de Morte Súbita do Lactente, anunciou o município.


Em comunicado, o município refere que a caixa, pela sua dimensão (68 centímetros de comprimento por 42 de largura) e conceito minimalista, reduz a tendência dos pais colocarem objetos junto ao bebé, como peluches, brinquedos e almofadas, uma prática que pode potenciar mortes por asfixia.

O conceito, baptizado de “Baby Box”, foi trazido para Portugal por Verónica Macedo e João Cortinhas, que, depois de seis anos em Inglaterra, decidiram voltar para o seu país natal quando souberam que iam ser pais.

Foto: Divulgação / Baby Box

“A Baby Box é uma caixa de cartão certificado e muito confortável, especialmente desenhada para poder ser usada como um mini berço, com a vantagem de poder ser transportada para qualquer lugar da casa, o que permite que as práticas seguras sejam cumpridas onde quer que os pais estejam”, explica Verónica Macedo, enfermeira de 32 anos.

Para além da caixa propriamente dita, que aguenta um peso até 10 quilogramas, a Baby Box inclui ainda um colchão ajustado, uma cobertura impermeável e um lençol 100% de algodão.

O casal escolheu, simbolicamente, o Dia Mundial da Criança para o arranque da comercialização, via online.

A startup Baby Box está instalada na Incubadora Famalicão Made IN e tem acompanhamento do Gabinete de Apoio ao Empreendedor do município.

Vender em lojas com porta para a rua também está no horizonte, mas para já o casal dá prioridade ao site.

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Ave

Consternação com morte de ‘Zeca’ em trágico acidente de mota em Braga

Óbito

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Foto: DR

José Manuel Silva, mais conhecido como ‘Zeca da Henriqueta’, não resistiu aos ferimentos provocados por um acidente com a mota em que seguia, ao final da tarde de quinta-feira, na variante de acesso à A3, em Braga.


Empresário do ramo da manutenção industrial, era uma figura muito conhecida por entre a indústria têxtil do Vale do Ave, onde colaborou com algumas das principais lavandarias e tinturarias da região. Os amigos e colegas de trabalho recordam um homem jovial e bem disposto, empenhado no trabalho que fazia.

Aos 48 anos, trabalhava atualmente em regime exclusivo na LTdye, no concelho da Trofa, onde era responsável pela manutenção industrial. Foi durante muitos anos responsável pela mesma área na Pincoltêxteis, na freguesia de Cavalões, Famalicão, de onde era natural. Residia atualmente em Gondifelos, com esposa e filhos.

José Manuel, apaixonado por motos de grande cilindrada, seguia ontem, cerca das 19:30, na variante de acesso à A3, no sentido Braga – Famalicão, quando terá sofrido um toque de um automóvel ligeiro, entrando em despiste que se revelou fatal.

Motociclista morre em variante de Braga

Durante alguns minutos, vários populares tentaram reanimar o homem que entrou imediatamente em paragem cardiorrespiratória provocada pelo embate nos separadores centrais daquela via. Os bombeiros chegaram cerca de 10 minutos depois do alerta, mas já não foi possível reverter a paragem do coração.

No local estiveram os Bombeiros Sapadores de Braga, a equipa médica da VMER de Famalicão e a brigada de trânsito da GNR, assim como os assistentes da concessionária Brisa, que foram os primeiros a chegar após o acidente.

As cerimónias fúnebres de ‘Zeca’ realizam-se este sábado, pelas 16:30, na igreja paroquial de Gondifelos, indo a sepultar no cemitério local.

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Ave

Fábrica de Famalicão readapta-se e passa a produzir álcool gel

Covid-19

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Foto: Indinor

A Indinor, fábrica localizada em Ribeirão, Famalicão, e especialista em produtos químicos para as indústrias de curtumes, calçado e têxtil, readaptou-se no atual período de pandemia para produzir álcool gel e desinfetantes para superfícies, solas e vestuário profissional, anunciou hoje a empresa.


Em comunicado, a empresa química do grupo Focor diz ter decidido alargar as suas áreas de especialização, apostando agora também nos produtos para a higienização, de forma a contribuir para minimizar a escassez no mercado destes produtos.

“Produzir álcool gel nunca esteve nos objetivos da Indinor. Contudo, tendo em conta as atuais circunstâncias e a nossa capacidade instalada, não poderíamos ficar indiferentes às notícias diárias de carência deste produto, tão básico, mas tão necessário ao nosso novo dia-a-dia”, afirma o administrador Rui Faria, citado no comunicado.

Se não existirem constrangimentos de matéria-prima, a Indinor diz ter capacidade para produzir, de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), 20.000 litros de álcool gel por semana, tendo já como clientes hospitais, farmácias e indústrias de vários setores.

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