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Covid-19: Mais 62 mortos, 6.472 infetados e 6.379 recuperados no país

Covid-19

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Portugal contabiliza hoje mais 62 mortos relacionados com a covid-19 e 6.472 novos casos de infeção com o novo coronavírus, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS). Há 6.379 recuperados.


4.070 dessas infeções são no Norte.

Desde o início da pandemia, Portugal já registou 3.824 mortes e 255.970 casos de infeção, estando ativos 82.767, mais 31 do que na sexta-feira.

A DGS indica que das 62 mortes registadas nas últimas 24 horas, 24 ocorreram na região Norte, 23 na região de Lisboa e Vale do Tejo, 09 na região Centro, cinco no Alentejo e uma no Algarve.

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Exportações de vinhos portugueses sobem 2,4% para 590 milhões até setembro

Economia

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As exportações de vinhos portugueses subiram 2,43% em valor, para quase 590 milhões de euros, até setembro, em comparação com 2019, apesar da pandemia, divulgou hoje a ViniPortugal.

“As exportações de vinhos portugueses cresceram 2,43% em valor em 2020 face ao ano passado, atingindo um montante de 589,6 milhões de euros (dados apurados até setembro de 2020)”, adiantou, em comunicado, a ViniPortugal, citando dados do Instituto da Vinha e do Vinho (IVV).

Segundo a organização, os dados agora divulgados confirmam que, apesar da pandemia, a exportação de vinhos portugueses continua a apresentar uma tendência de crescimento positiva, perspetivando-se assim que este ano sejam atingidos valores recorde.

“Atendendo que a nos últimos três anos, o último trimestre costuma ser o melhor período para as vendas de vinhos, valendo exportações sempre superiores a 240 milhões de euros, existe a expectativa que seja ultrapassado o valor de 2019, que se cifrou em 820 milhões de euros”, apontou.

Para os resultados apurados contribuíram os países terceiros fora da União Europeia com um crescimento de 21,6% para 317,5 milhões de euros, destacando-se o Brasil, que avançou 21,5% para 46,3 milhões de euros de exportações.

Os Estados Unidos, por seu turno, progrediram 7,6% para 70,5 milhões de euros, o Canadá aumentou 5% para 37,2 milhões de euros e o Reino Unido ganhou 4,1% para 52 milhões de euros de exportações.

No sentido oposto, Angola totalizou uma quebra de 27% para 19,3 milhões de euros e a China recuou 35,8% para 8,5 milhões de euros.

Já na Europa, refletindo o impacto da pandemia de covid-19, verificou-se uma descida de 13,5%, no período em causa, para 272 milhões de euros, evidenciando-se as exportações para França, que caíram 5,4%, em comparação com o período homólogo, para 77,8 milhões de euros.

A Suécia, no sentido inverso, apresentou uma subida de 41% para 21,6 milhões de euros, a Noruega cresceu 40% para 10,3 milhões de euros e a Finlândia aumentou 50,5% para oito milhões de euros.

“Num ano atípico como tem sido 2020, é um sinal muito positivo as exportações dos vinhos portugueses estarem a crescer e a oferecer perspetivas de voltar a bater o recorde das exportações em valor. Podemos dizer que o esforço conjunto feito por todos os agentes da fileira do vinho ao longo dos últimos anos, com uma aposta muito clara na qualidade do produto e na promoção internacional e na abertura de novos mercados, está a dar resultados positivos, em particular num ano com tanta incerteza e restrições”, afirmou, citado no mesmo documento, o presidente da ViniPortugal, Frederico Falcão.

Em 2019, Portugal ficou em nono lugar no top10 dos maiores exportadores mundiais de vinho, uma avaliação liderada pela França.

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País

Inquérito revela que portugueses são quem mais diz comprar bens contrafeitos na UE

Economia

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Foto: DR / Arquivo

Portugal é o país da União Europeia em que os cidadãos mais admitem comprar intencionalmente produtos contrafeitos, revela um estudo europeu, que coloca o país também entre os que menos compreendem o significado de “propriedade intelectual”.

Os dados constam da terceira edição do Estudo sobre Perceção de Propriedade Intelectual (PI) entre Cidadãos Europeus, realizado pelo Observatório Europeu de Infrações aos Direitos de Propriedade Intelectual, divulgado na terça-feira.

No que respeita à contrafação, o estudo, que se baseou em 25.636 entrevistas a residentes na União Europeia (UE) com idade igual ou superior a 15 anos, revela que a média de europeus que admite ter comprado bens contrafeitos de forma intencional nos últimos 12 meses se situa nos 5%.

Este é um valor que fica muito abaixo do registado em Portugal, o país onde mais inquiridos assumiram comprar produtos contrafeitos no conjunto dos 27 países estudados.

De acordo com o resultado do estudo, 13% dos inquiridos em Portugal (amostra de 1.000 cidadãos) admitiram ter comprado intencionalmente bens contrafeitos no último ano.

Logo a seguir vem a Eslovénia, com 12%, e no extremo oposto encontram-se a Suécia e a Itália, com apenas 2% da população a confessar comprar contrafação.

Além disso, Portugal registou um aumento de três pontos percentuais neste tipo de comportamento, face a 2017, sendo o segundo país da UE que mais aumentou esta infração, logo a seguir aos Países Baixos, onde a subida foi de quatro pontos percentuais.

Em 20 dos 27 países da União Europeia, o número de cidadãos a admitir consumir intencionalmente contrafação diminuiu nos últimos três anos.

O estudo destaca que, no geral, a proporção de europeus que confessa ter comprado recentemente produtos contrafeitos é baixa, embora, em termos absolutos, continue a ser um fenómeno muito significativo, considerando a dimensão da população.

Relativamente aos dois estudos anteriores, não se registou uma grande mudança de comportamento, já que em 2013 a média da contrafação na UE situava-se nos 4%, tendo aumentado para 7% em 2017, e descido para 5% este ano.

O estudo indica ainda que as pessoas que compram intencionalmente bens contrafeitos são geralmente jovens, ainda estudantes e a viver com os pais, e aponta uma relação entre este comportamento e o acesso a produtos pirateados ‘online’.

Outro aspeto atendido neste inquérito europeu foi o entendimento subjetivo que os cidadãos têm do termo “propriedade intelectual”, revelando que quanto menos compreendem o significado do termo mais tendem a comprar mercadorias contrafeitas ou a aceder a conteúdos piratas ‘online’.

Nesta matéria, o estudo traça um panorama menos negativo de Portugal, colocando-o perto da média da UE, ainda que, mesmo assim, ligeiramente abaixo, na compreensão do significado do termo.

No geral, o entendimento subjetivo deste conceito entre cidadãos da UE é elevado: 8 em cada 10 dizem que têm um conhecimento do significado do termo PI “muito bom” ou “bastante bom”, revelando resultados ligeiramente superiores aos observados em 2017 (78%) e em 2013 (76%).

No que respeita a Portugal, 78% dos inquiridos afirmaram saber o que significa PI, num ‘ranking’ que varia entre 91% na Polónia e 32% em Malta.

Áustria, Grécia, Bulgária e Alemanha são outros países com um entendimento elevado do significado do conceito (entre 86% e 88%), ao passo que Finlândia, Dinamarca e Suécia se encontram no extremo oposto, com os cidadãos a admitirem terem um entendimento baixo (41% a 53%).

Relativamente à atitude perante os conteúdos pirateados, 28% dos europeus consideram aceitável quando não há alternativa legal imediatamente disponível, e 27% consideram aceitável quando é para exclusivo uso pessoal.

Em ambos os parâmetros, Portugal está ligeiramente acima da média europeia, com 31% dos inquiridos a considerar aceitável a pirataria naquelas situações.

O acesso intencional a conteúdos de fontes ‘online’ ilegais é significativamente mais baixo, com 9% dos inquiridos portugueses a admitirem fazê-lo, um resultado muito semelhante ao da média europeia (8%).

Contudo, quando comparados com os resultados do último estudo, verifica-se uma diminuição deste tipo de comportamento na média da UE (de 10% em 2017 para 8% em 2020), contrariamente à tendência em Portugal, onde se registou um aumento deste tipo de infração (de 7% em 2017, para 9% em 2020).

Segundo o estudo, um sinal positivo é o que diz respeito ao pagamento por conteúdos ‘online’ de serviços legais e que apontam para que 42% dos portugueses (em linha com a média europeia) o façam.

A análise da evolução no tempo, revela uma mudança positiva na mentalidade dos povos, já que o acesso a conteúdos legais pagos era de 18% em 2013, de 25% em 2017 e 42% em 2020.

Portugal teve um dos aumentos mais significativos neste comportamento, face ao estudo anterior, com um aumento de 28 pontos percentuais (de 14% que pagavam por conteúdos ‘online’ legais em 2017, para 42% este ano).

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Portugal com 517 pessoas internadas com covid-19 nos cuidados intensivos

Pandemia

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Portugal tem hoje 517 pessoas internadas em unidades de cuidados intensivos, mais 11 do que na terça-feira, e registou um ligeiro decréscimo nos internamentos em enfermaria, 3.251, menos 24 nas últimas 24 horas, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Os doentes internados em cuidados intensivos têm vindo a aumentar desde o dia 07 de setembro, quando estavam nestas unidades 49 pessoas.

Os novos casos de infeção voltaram hoje a subir depois de uma tendência de descida nos últimos oito dias.

Portugal contabiliza agora mais 71 mortos relacionados com a covid-19 e 5.290 novos casos de infeção com o novo coronavírus.

Segundo o boletim epidemiológico da DGS, 60,9 por cento dos novos casos situam-se na região Norte, que contabilizou nas últimas 24 horas mais 3.224 infeções, totalizando 143.129 casos e 1.942 mortos desde o início da pandemia.

Na região de Lisboa e Vale do Tejo foram notificados mais 1.117 novos casos de infeção, contabilizando-se até agora 92.230 casos de infeção e 1.492 mortes.

Na região Centro registaram-se mais 506 casos de infeção, contabilizando-se agora 26.455 e 531 mortos.

No Alentejo foram registados mais 256 novos casos, totalizando 5.576 e 102 mortos.

A região do Algarve tem hoje notificados mais 81 novos casos de infeção, somando 4.951 casos e 43 mortos desde o início da pandemia.

Na Região Autónoma dos Açores foram registados 16 novos casos nas últimas 24 horas, somando 844 infeções detetadas e 15 mortos desde o início da pandemia.

A Madeira registou 30 novos casos nas últimas 24 horas, contabilizando 826 infeções e dois óbitos.

Desde o início da pandemia, Portugal já registou 4.127 mortes e 274.011 casos de infeção pelo novo coronavírus, estando hoje ativos 80.528 casos, mais 96 do que na terça-feira.

Das 71 mortes registadas nas últimas 24 horas, 35 ocorreram na região Norte, 25 na região de Lisboa e Vale do Tejo, 10 na região Centro, e uma no Algarve.

A DGS refere também que as autoridades de saúde têm em vigilância 81.946 contactos, menos 214 em relação a terça-feira, e que foram dados como recuperados mais 5.123 doentes, num total acumulado de 189.356 desde o início da pandemia.

Os casos confirmados distribuem-se por todas as faixas etárias, situando-se entre os 20 e os 59 anos o registo de maior número de infeções.

O novo coronavírus já infetou em Portugal pelo menos 120.989 homens e 148.085 mulheres, de acordo com os casos declarados.

O boletim de hoje refere que há 4.937 casos confirmados de sexos desconhecidos que se encontram sob investigação, uma vez que estes dados não são fornecidos de uma forma automática.

Do total de vítimas mortais, 2.134 eram homens e 1.993 mulheres.

O maior número de óbitos continua a concentrar-se nas pessoas com mais de 80 anos.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.397.322 mortos resultantes de mais de 59,2 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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