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Covid-19: Mais 24 mortos, 3.960 infetados e 1.657 recuperados no país

Boletim diário da DGS

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Portugal regista hoje mais 24 mortos e 3.960 novos casos de infeção por covid-19, em relação a terça-feira, segundo o boletim epidemiológico diário da Direção-Geral da Saúde (DGS). É um novo recorde de casos diários.


2.114 dos novos casos são no Norte.

De acordo com o boletim, desde o início da pandemia até hoje registam-se 128.392 casos de infeção confirmados e 2.395 mortes.

Há ainda 74.001 recuperados, mais 1.657 nas últimas 24 horas.

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Vacina da AstraZeneca/Oxford tem eficácia média de 70%

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A vacina contra a covid-19 desenvolvida pelo laboratório britânico AstraZeneca e pela Universidade de Oxford tem uma eficácia média de 70%, segundo um comunicado hoje divulgado.

Estes são resultados provisórios dos ensaios clínicos em grande escala desenvolvidos no Reino Unido e no Brasil, diz a AstraZeneca.

Em relação aos dados já disponíveis, esta vacina tem uma taxa de eficácia menor do que as da Pfizer/BioNTech ou Moderna, que ultrapassam os 90%

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Atividade económica na zona euro cai em novembro devido ao aumento das restrições

Economia

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Foto: O MINHO / Arquivo

A atividade económica da zona euro caiu em novembro para o nível mais baixo desde maio devido à introdução de restrições de mobilidade “mais agressivas” para contrariar os efeitos da pandemia, anunciou hoje a empresa de consultoria Markit.

A estimativa do índice composto PMI (Purchasing Managers’ Index) da atividade total na zona euro publicado hoje foi de 45,1 pontos em novembro, o seu nível mais baixo desde maio e contra 50 pontos em outubro.

O agravamento da atividade foi provocado principalmente pelo setor dos serviços, cujos indicadores caíram pelo terceiro mês consecutivo e ao ritmo mais forte desde maio, enquanto o da indústria cresceu ao ritmo mais fraco desde o início da recuperação.

Da mesma forma, enquanto as novas encomendas no setor da indústria transformadora abrandaram, as do setor dos serviços “desfizeram-se”, especialmente em setores como o dos hotéis, viagens e serviço ao cliente, que foram fortemente afetados por restrições de mobilidade.

O emprego caiu pelo nono mês consecutivo, tanto na indústria como, sobretudo, nos serviços, devido à queda dos postos de trabalho pendentes face à fraca procura que também afetou os preços praticados.

A atividade em França caiu pelo terceiro mês consecutivo ao ponto de ser “um fardo importante para a região”, enquanto a Alemanha manteve o crescimento graças ao setor transformador, embora tenha sido menos intenso do que nos meses anteriores.

Apesar da quebra de atividade, as expectativas para os próximos 12 meses recuperaram e os empresários estavam otimistas graças a “notícias encorajadoras” sobre a vacina.

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País

“Marcelo foi ministro da propaganda do Governo”, diz candidato da Iniciativa Liberal

Eleições presidenciais 2021

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Foto: DR

O candidato presidencial apoiado pela Iniciativa Liberal, Tiago Mayan Gonçalves, acusa Marcelo Rebelo de Sousa de não ter sido Presidente da República, mas “ministro da propaganda” do Governo socialista, considerando que este colaboracionismo foi “meramente narcisístico” para conseguir a reeleição.

Em entrevista à agência Lusa, cerca de quatro meses depois de ter anunciado a sua candidatura ao Palácio de Belém, apoiada pela Iniciativa Liberal – partido do qual foi fundador e é atualmente presidente do Conselho de Jurisdição – Tiago Mayan Gonçalves não poupa nas críticas ao atual Presidente da República.

“Marcelo não foi presidente. Marcelo foi ministro da propaganda deste Governo e essa é, desde logo, a maior crítica que lhe posso fazer porque isso tem sido continuamente demonstrado”, refere.

Marcando uma clara diferença em relação ao atual chefe de Estado, o candidato liberal afirma que, “independentemente de direitas e esquerdas”, espera que “eleitores que não se revejam neste presidente, que abdicou de exercer o seu mandato”, e vejam na sua candidatura “uma proposta válida e moderada”.

“Eu também sou um candidato contra todo o tipo de extremismos, de qualquer espetro e de qualquer ponta nesse espetro de esquerda/direita”, assegura, respondendo que um bom resultado “é conseguir transmitir o que é que um presidente liberal representa para os portugueses”.

O liberal elenca uma longa lista de situações para sustentar as suas críticas ao atual Presidente da República, começando pela vacina da gripe e passando pela “narrativa do milagre português, a proclamação de jogos de futebol em pleno Palácio de Belém enquanto fechavam canais de voo para o país, o incêndio de Pedrógão, a tragédia das mortes no Lar de Reguengos e Tancos”.

“Tantos, tantos exemplos em que Marcelo, quando age, age para fazer cobertura ou para fazer distrações e permitir que o Governo atue sem controlo e sem que haja regular funcionamento das instituições”, condena.

Para o advogado portuense de 43 anos, esta forma de atuar do atual chefe de Estado é norteada “por um objetivo meramente narcisístico e pessoal de querer a reeleição” nas presidenciais do próximo ano.

“Marcelo o que fez, a partir do primeiro dia em que tomou posse, foi deixar de ser presidente e passar a ser candidato presidencial e a estratégia para isso foi colaborar com o Governo, que era o que estava na altura. Se fosse outro provavelmente faria a mesma coisa”, disse.

Na perspetiva de Tiago Mayan Gonçalves, “a estratégia foi ser colaboracionista com o Governo porque contava com isso garantir uma reeleição”.

“E não só uma reeleição porque eu penso que também estava dentro do sonho dele garantir uma reeleição apoteótica. Aqui a pandemia acabou por lhe causar dificuldades para esse objetivo, mas o objetivo de reeleição ainda o tem e, portanto, isso foi uma estratégia”, justifica.

O anunciado candidato liberal vê outros dos seus concorrentes nestas eleições “a elogiarem o desempenho presidencial de Marcelo, mas a criticarem-lhe o estilo”.

“Eu faço precisamente o contrário. O que eu critico é o desempenho de Marcelo nas suas funções presidenciais. Mas o estilo, de aproximação, de descrispação com as pessoas, acabou por ser importante e é isso que lhe traz tanta popularidade”, considera.

À pergunta de quem é o seu grande adversário nas eleições presidenciais a que concorre, Tiago Mayan Gonçalves não hesita por um segundo: “é Marcelo, claro. É o incumbente e eu creio que ele será candidato – apesar de ainda manter o tabu – e é contra quem eu concorro”.

Sobre o nome apoiado pelo Chega, André Ventura, o liberal observa que “aparentemente não é um candidato presidencial porque raramente fala desse aspeto”, mas deixa claro que representa “valores diametralmente opostos em praticamente tudo”.

Tiago Mayan Gonçalves foi militante do PSD – de onde ainda recebe num email as newsletters, mas que garante que “vão para spam, claro” -, e é eleito suplente pelo Movimento de Rui Moreira à Assembleia da União de Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde.

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