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Covid-19: Mais 13 mortos, 271 infetados e 115 recuperados nas últimas 24 horas no país

Boletim diário da DGS

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Foto: DGS (Arquivo)

Portugal regista hoje 1.302 mortes relacionadas com a covid-19, mais 13 do que na sexta-feira, e 30.471 infetados, mais 271, segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Direção-Geral da Saúde.


Em comparação com os dados de sexta-feira, em que se registavam 1.289 mortos, hoje constatou-se um aumento de óbitos de 1%.

Relativamente ao número de casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus (30.471), os dados da Direção-Geral da Saúde (DGS) revelam que há mais 271 casos do que na sexta-feira (30.200), representando uma subida de 0,89%.

A região Norte é a que regista o maior número de mortos (732), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (309), do Centro (230), do Algarve (15), dos Açores (15) e do Alentejo, que regista um óbito, adianta o relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24:00 de sexta-feira, mantendo-se a Região Autónoma da Madeira sem registo de óbitos.

Segundo os dados da Direção-Geral da Saúde, 666 vítimas mortais são mulheres e 636 são homens.

Das mortes registadas, 880 tinham mais de 80 anos, 252 tinham entre os 70 e os 79 anos, 115 tinham entre os 60 e 69 anos, 39 entre 50 e 59, 15 entre os 40 e os 49 e um dos doentes tinha entre 20 e 29 anos.

A caracterização clínica dos casos confirmados indica que 550 doentes estão internados em hospitais, menos 26 do que na sexta-feira (-4,7%), e 80 estão em Unidades de Cuidados Intensivos, menos 4 (-5%).

A recuperar em casa estão 20.834 pessoas.

Os dados da DGS precisam que o concelho de Lisboa é o que regista o maior número de casos de infeção pelo novo coronavírus (2.146), seguido por Vila Nova de Gaia (1.551), Porto (1.347) Matosinhos (1.264), Braga (1.206) e Gondomar (1.073).

Desde o dia 01 de janeiro, registaram-se 308.584 casos suspeitos, dos quais 2.308 aguardam resultado dos testes.

Há 275.805 casos em que o resultado dos testes foi negativo, refere a DGS, adiantando que o número de doentes recuperados subiu para 7.705 (mais 115, +1,5%).

A região Norte continua a registar o maior número de infeções, totalizando 16.664, seguida pela região de Lisboa e Vale do Tejo, com 9.292, da região Centro, com 3.676, do Algarve (361) e do Alentejo (253).

Os Açores registam 135 casos de covid-19 e a Madeira contabiliza 90 casos confirmados, de acordo com o boletim hoje divulgado.

A DGS regista também 26.130 contactos em vigilância pelas autoridades de saúde.

Do total de infetados, 17.702 são mulheres e 12.769 são homens.

A faixa etária mais afetada pela doença é a dos 40 aos 49 anos (5.147), seguida da faixa dos 50 aos 59 anos (5.100) e das pessoas com mais de 80 anos (4.417 casos).

Há ainda 4.515 doentes com idades entre 30 e 39 anos, 3.876 entre os 20 e os 29 anos, 3.376 entre os 60 e 69 anos e 2.488 com idades entre 70 e 79 anos.

A DGS regista também 567 casos de crianças até aos nove anos e 985 de jovens com idades entre os 10 e os 19 anos.

De acordo com a DGS, 40% dos doentes positivos ao novo coronavírus apresentam como sintomas tosse, 29% febre, 21% dores musculares, 20% cefaleia, 15% fraqueza generalizada e 12% dificuldade respiratória. Esta informação refere-se a 90% dos casos confirmados.

A pandemia do novo coronavírus já matou pelo menos 338.128 pessoas e infetou mais de 5,2 milhões em todo o mundo desde dezembro, segundo um balanço da agência AFP, às 11:00 de hoje, baseado em dados oficiais.

De acordo com os dados recolhidos pela agência de notícias francesa, já morreram pelo menos 338.128 pessoas e há mais de 5.218.261 em 196 países e territórios desde o início da epidemia, em dezembro de 2019 na cidade chinesa de Wuhan.

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País

“Recuperação económica é a nossa principal prioridade até junho”

Política

Foto: Twitter / António Costa

O primeiro-ministro afirmou que a recuperação económica será o primeiro dos três principais objetivos da presidência portuguesa do Conselho da União Europeia, com a operacionalização até junho de todos os instrumentos financeiros já concebidos.

António Costa assumiu esta posição em conferência de imprensa conjunta com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, no Centro Cultural de Belém, onde decorreu a reunião plenária entre o Governo português e o colégio de comissários.

“Esta presidência portuguesa ocorre num momento muito importante do combate à pandemia de covid-19, que está a ter graves consequências económicas e sociais”, declarou António Costa, elogiando depois o trabalho desenvolvido pelas instituições europeias, em especial a Comissão, na resposta à crise económica, social e sanitária.

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De acordo com o primeiro-ministro, nas três dimensões fundamentais da presidência portuguesa do Conselho da União Europeia, “a recuperação económica é o principal objetivo”.

“Todos os instrumentos financeiros concebidos têm de ser operacionalizados o mais depressa possível. A ‘bazuca’ europeia [verbas do fundo europeu de recuperação] tem mesmo de ser disparada”, disse, antes de se referir às restantes duas prioridades da presidência portuguesa: O desenvolvimento do Pilar Social da União Europeia e o “reforço da autonomia estratégico” da Europa no mundo.

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País

Mais de 100 mil pessoas já foram vacinadas em Portugal

Covid-19

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO / Arquivo

Cerca de 106 mil pessoas já foram vacinadas contra a covid-19 em Portugal, anunciou hoje o Ministério da Saúde.

“Até ao momento, já foram administradas 106 mil vacinas em Portugal continental”, revela o ministério num comunicado publicado no `site´ do Portal do SNS.

A partir de hoje, adianta, “este número pode ser consultado nas plataformas ‘online’ do Ministério da Saúde e do Governo, garantindo transparência em todo o processo de vacinação”.

O plano de vacinação contra a covid-19 em Portugal começou em 27 de dezembro nos hospitais, abrangendo os profissionais de saúde, e já se estendeu aos lares de idosos.

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A primeira fase do plano, até final de março, abrange também profissionais das forças armadas, forças de segurança e serviços críticos. Nesta fase, serão igualmente vacinadas, a partir de fevereiro, pessoas de idade igual ou superior a 50 anos com pelo menos uma das seguintes patologias: insuficiência cardíaca, doença coronária, insuficiência renal ou doença respiratória crónica sob suporte ventilatório e/ou oxigenoterapia de longa duração.

A segunda fase arranca a partir de abril e inclui pessoas de idade igual ou superior a 65 anos e pessoas entre os 50 e os 64 anos, inclusive, com pelo menos uma das seguintes patologias: diabetes, neoplasia maligna ativa, doença renal crónica, insuficiência hepática, hipertensão arterial, obesidade e outras doenças com menor prevalência que poderão ser definidas posteriormente, em função do conhecimento científico.

Na terceira fase, será vacinada a restante população, em data a determinar. As pessoas a vacinar ao longo do ano serão contactadas pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS).

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.994.833 mortos resultantes de mais de 93 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 8.543 pessoas dos 528.469 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Marcelo espera que confinamento não ultrapasse um mês

Covid-19

Foto: DR / Arquivo

O Presidente da República e recandidato ao cargo, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou hoje esperar que o atual confinamento, com dever geral de recolhimento e encerramento de um conjunto de atividades, não ultrapasse um mês.

“Esperamos que não ultrapasse um mês, mas vamos ver, esperamos que não”, declarou Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas, durante uma ação de campanha enquanto candidato às eleições presidenciais de 24 de janeiro, em Lisboa.

Questionado se acredita que o confinamento hoje iniciado só irá durar um mês, respondeu: “Eu espero que seja só um mês. Se nós conseguirmos – isso depende muito de todos nós – nestes quinze dias, e depois na renovação, quando for feita, já no final do mês, chegarmos perto do Carnaval e tivermos bom senso, se isso acontecer, e se funcionar, se nós curvarmos, invertermos a tendência”.

“Isso permite fechar o problema ou reduzi-lo na sua fase mais crítica, a uma parte importante do primeiro trimestre. O que nós queremos é evitar que isto sobre para o segundo trimestre, então já é meio ano e é um problema”, acrescentou.

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O candidato apoiado por PSD e CDS-PP, que prestou declarações aos jornalistas durante mais de meia hora, depois ter visitado uma mercearia social na freguesia de Santo António, em Lisboa, reiterou que gostaria que “até ao final de fevereiro” houvesse que uma “viragem” na evolução da covid-19 em Portugal, com uma “tendência de queda de casos”.

“Isso era o ideal. Travar no primeiro trimestre aquilo que se agravou no primeiro trimestre, não deixar escorregar para o segundo trimestre, dando tempo a que a vacinação comece a criar efeitos em termos imunizar as pessoas”, reforçou.

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O decreto do Governo que regulamenta o estado de emergência até 30 de janeiro entrou hoje em vigor, impondo um dever geral de recolhimento domiciliário e a suspensão de um conjunto de atividades, para conter a propagação da covid-19.

Em Portugal, já morreram mais de 8.500 doentes com covid-19 e foram contabilizados mais de 520 mil casos de infeção com o novo coronavírus, de acordo com a Direção-Geral da Saúde (DGS).

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