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Covid-19: Mais 10 mortes, 377 infetados e 203 recuperados no país

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Portugal regista hoje 1.465 mortes relacionadas com a covid-19, mais dez do que na quinta-feira, e 33.969 infetados, mais 377, segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Direção-Geral da Saúde. Há 20.526 recuperados, mais 244


Em comparação com os dados de quinta-feira, em que se registavam 1.455 mortos, hoje constatou-se um aumento de óbitos de 0,7%. Já os casos e infeção subiram 1,1%.

Na Região de Lisboa e Vale do Tejo (12.473), onde se tem registado maior número de surtos, há mais 336 casos de infeção (+2,8%).

A região Norte continua a registar o maior número de infeções, totalizando 16.834, seguida pela região de Lisboa e Vale do Tejo, com 12.473, da região Centro, com 3.789, do Algarve (380) e do Alentejo (263).

Os Açores registam 140 casos de covid-19 e a Madeira contabiliza 90 casos confirmados, de acordo com o boletim hoje divulgado.

A região Norte continua também a ser a que regista o maior número de mortos (803), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (387), do Centro (244), do Algarve e dos Açores (ambos com 15) e do Alentejo, que regista um óbito, adianta o relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24:00 de quinta-feira, mantendo-se a Região Autónoma da Madeira sem registo de óbitos.

Segundo os dados da Direção-Geral da Saúde, 744 vítimas mortais são mulheres e 721 são homens.

Das mortes registadas, 989 tinham mais de 80 anos, 280 tinham entre os 70 e os 79 anos, 130 tinham entre os 60 e 69 anos, 46 entre 50 e 59, 17 entre os 40 e os 49. Há duas mortes registadas entre os 20 e os 29 anos e uma na faixa etária entre os 30 e os 39 anos.

A caracterização clínica dos casos confirmados indica que 475 doentes estão internados em hospitais, mais 30 do que na quinta-feira (+6,7%), dos quais 64 em Unidades de Cuidados Intensivos, mais quatro (+0,3%).

A recuperar em casa estão 11.503 pessoas.

Os dados da DGS precisam que o concelho de Lisboa é o que regista o maior número de casos de infeção pelo novo coronavírus (2.555), seguido por Vila Nova de Gaia (1.580), Porto (1.401), Sintra (1.521), Matosinhos (1.285), Braga (1.233) e Loures (1.172).

Desde o dia 01 de janeiro, registaram-se 334.923 casos suspeitos, dos quais 1.636 aguardam resultado dos testes.

Há 299.318 casos em que o resultado dos testes foi negativo, refere a DGS, adiantando que o número de doentes recuperados subiu para 20.526 (mais 203).

A DGS regista também 28.088 contactos em vigilância pelas autoridades de saúde.

Do total de infetados, 19.402 são mulheres e 14.567 são homens.

A faixa etária mais afetada pela doença é a dos 40 aos 49 anos (5.693), seguida da faixa dos 50 aos 59 anos (5.564) e das pessoas com idades entre os 30 e os 39 anos (5.226).

Há ainda 4.626 doentes acima dos 80 anos, 4.610 com idades entre os 20 e os 29 anos, 3.658 entre os 60 e 69 anos e 2.667 entre 70 e 79 anos.

A DGS regista igualmente 755 casos de crianças até aos nove anos e 1.170 jovens com idades entre os 10 e os 19 anos.

De acordo com a DGS, 40% dos doentes positivos ao novo coronavírus apresentam como sintomas tosse, 29% febre, 21% dores musculares, 20% cefaleia, 15% fraqueza generalizada e 11% dificuldade respiratória.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 387 mil mortos e infetou mais de 6,5 milhões de pessoas em todo o mundo.

Mais de 2,8 milhões de doentes foram considerados curados pelas autoridades de saúde.

 

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País

Cinemas com quebra de 99% face ao mês de junho de 2019

Segundo o ICA

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Foto: DR / Arquivo

Cerca de 12.400 espectadores foram ao cinema em junho, o mês em que as salas puderam reabrir em tempo de pandemia, o que representa 1% da assistência registada em junho de 2019, foi hoje anunciado.

Os dados são do Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA), que retomou a divulgação mensal de informação estatística sobre exibição comercial, uma vez que as salas de cinema puderam reabrir a 01 de junho, depois de mais de três meses de encerramento forçado por causa da covid-19.

Segundo o ICA, em junho foram contabilizados 12.403 espectadores e 56.430 euros de bilheteira nas salas de cinema que foram reabrindo gradualmente em todo o país, o que representa uma quebra de 99% tanto em assistência como em receitas face a junho de 2019.

Em junho de 2019, os cinemas tiveram cerca de um 1,1 milhões de espectadores e 5,8 milhões de euros de receita de bilheteira.

O encerramento das salas de cinema em meados de março teve, assim, um impacto significativo nas estatísticas do semestre de 2020, com quebras de cerca de 62% tanto em espectadores como em bilheteira, comparando com o primeiro semestre de 2019.

Assim, segundo o ICA, entre janeiro e junho deste ano, as salas de cinema registaram 13,8 milhões de euros de bilheteira e 2,5 milhões de espectadores, quando no mesmo período de 2019 tinham sido 35,7 milhões de euros de receita e 6,7 milhões de bilhetes vendidos.

O filme mais visto no semestre foi “1917”, de Sam Mendes, com 329 mil espectadores, mas em junho o que obteve maior audiência foi “Retrato de uma rapariga em chamas”, de Céline Sciamma, ultrapassando os 2.700 espectadores.

O filme português mais visto no primeiro semestre foi “O filme do Bruno Aleixo”, de João Moreira e Pedro Santo, com cerca de 23.900 espectadores.

De acordo com o ICA, a NOS Cinemas, a maior exibidora do mercado nacional, com 219 salas, obteve este ano 1,5 milhões de espectadores e 8,4 milhões de euros de receita de bilheteira, ou seja, menos 62% do que no primeiro semestre de 2019.

Entre janeiro e junho deste ano, o ICA regista a existência de 540 salas em 135 espaços ou complexos, totalizando 100.609 lugares.

Apesar de o plano de ‘desconfinamento’ do Governo ter permitido a abertura de salas de espetáculos, teatros e cinemas a 01 de junho, apenas algumas salas, em particular de exibidoras mais pequenas e independentes, reabriram nessa data.

A título de exemplo, os cinemas Ideal e Nimas, em Lisboa, e Trindade, no Porto, reabriram a 01 de junho e a NOS Cinemas e a NLC – Cinema City (46 salas) reabriram a 02 de julho.

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Imposto sobre empresas cai em média de 28% em 2000 para 20,6% em 2020

Economia

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Foto: DR / Arquivo

A taxa média aplicada ao imposto sobre as sociedades caiu de 28% em 2000 para 20,6% em 2020 em 119 países ou jurisdições analisadas pela OCDE, e em 12 destes a tributação das empresas sobre os lucros é zero.

Num relatório publicado hoje, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) explica neste período de 20 anos houve reduções do imposto sobre as sociedades em 88 jurisdições, aumentos em seis e nenhuma alteração nos restantes 15 países ou jurisdições.

Os aumentos ocorreram em Andorra, Chile, Hong Kong, China, Índia, Maldivas e Omã e em dois destes casos, o ponto de partida foi uma taxa zero, Andorra, que subiu para 10% em 2012 e Omã, que subiu acentuadamente para 15% em 2011.

No Chile, o aumento foi, tal como em Andorra, de 10 pontos percentuais (para 25%).

No extremo oposto, as Ilhas Virgens, Guernsey, Jersey e a Ilha de Man reduziram as taxas de imposto sobre as sociedades de mais de 10% para 0%.

As maiores reduções de impostos, de 20 pontos percentuais ou mais, foram encontradas em Arruba, Barbados, Bósnia e Herzegovina, Bulgária, Alemanha, Guernsey, Jersey, Ilha de Man e Paraguai.

Enquanto em 2000 havia 13 jurisdições com uma taxa de 40% ou mais, 20 anos mais tarde apenas a Índia permaneceu neste grupo (com 48,3%, que inclui uma taxa para a distribuição de dividendos).

O imposto sobre as sociedades em 2017 representou 14,6% da receita fiscal total nas 93 jurisdições para as quais esta estatística existe, quando era de 12,1% em 2000.

Quando analisado em percentagem do Produto Interno Bruto (PIB), este imposto aumentou de 2,7% em 2000 para 3,1% 20 anos depois.

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Marcelo anuncia fim das sessões no Infarmed e defende que valeram a pena

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

O Presidente da República anunciou hoje que as sessões com especialistas e políticos no Infarmed terminaram, pelo menos para já, e defendeu que este foi um exercício de transparência sem paralelo que valeu a pena.

“Terminamos hoje uma experiência de vários meses, iniciada no final de março em pleno estado de emergência”, declarou Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas, no final da décima reunião sobre a evolução da covid-19 em Portugal, no Infarmed.

Sem querer “fazer profecias sobre o que será necessário em termos de futuros encontros como este”, o chefe de Estado fez um balanço destas dez sessões, que se realizaram por iniciativa do primeiro-ministro, António Costa, afirmando que a sua realização periódica foi “muito importante”.

“Permitiu um contacto aberto entre especialistas e decisores políticos, foi uma experiência única não verificada em nenhum outro país europeu e, que saiba, em nenhum outro país no mundo. Facilitou a convergência e a unidade de análise, de troca de pontos de vista e até a convergência na decisão, fundamental durante o estado de emergência e na transição para o estado de calamidade”, considerou.

Primeiro estudo serológico concluído no final de julho

Marcelo Rebelo de Sousa acrescentou que esta iniciativa “mostrou uma transparência total, ao ponto de o Presidente da República, o presidente da Assembleia da República e o primeiro-ministro saberem à entrada das sessões exatamente o mesmo que sabiam os outros participantes, nomeadamente os conselheiros de Estado e os representantes dos vários partidos políticos com assento parlamentar”.

“É o máximo da transparência que se pode imaginar num exercício destes. Portanto, valeu a pena fazer esse exercício”, defendeu.

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