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Covid-19 já matou 68.125 pessoas e infetou mais de 1,2 milhões em todo o mundo

Balanço da agência AFP

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Foto: Ilustrativa / DR

A pandemia do novo coronavírus já matou 68.125 pessoas em todo o mundo e infetou mais de 1,2 milhões desde dezembro, segundo um balanço da agência AFP, às 20:00 de hoje, através de fontes oficiais dos vários países.


De acordo com os dados recolhidos pela agência noticiosa francesa, mais de 1.244.740 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados em 191 países e territórios desde o início da epidemia, em dezembro passado, na China.

A AFP alerta, contudo, que o número de casos diagnosticados reflete atualmente apenas uma fração do total real de infeções, já que um grande número de países está a testar apenas os casos que requerem atendimento hospitalar.

Entre esses casos diagnosticados, hoje, pelo menos 238.800 são considerados curados pelas autoridades de saúde.

Desde a contagem realizada às 19:00 GMT (20:00 de Portugal) de sábado, 4.690 novas mortes e 75.522 novos casos ocorreram em todo o mundo.

Os países com mais mortes nas últimas 24 horas são os Estados Unidos, com 1.082 novas mortes, Espanha (674) e Reino Unido (621).

A Itália, que registou sua primeira morte ligada ao coronavírus no final de fevereiro, tem agora 15.877 mortes, 128.948 casos e 21.815 pessoas curadas.

No dia de hoje, as autoridades italianas anunciaram 515 mortes e 4.316 novos casos.

Depois da Itália, os países mais afetados são a Espanha, com 12.418 mortes, para 130.759 casos, os Estados Unidos, com 9.180 mortes (324.052 casos), a França, com 8.078 mortes (92.839 casos) e o Reino Unido, com 4.934 mortes (47.806 casos).

A China (sem os territórios de Hong Kong e Macau), onde a epidemia começou no final de dezembro, contabilizou um total de 81.669 casos (30 novos entre sábado e hoje), incluindo 3.329 mortes (3 novas) e 76.964 curas.

Com vários casos registados oficialmente, os Estados Unidos são atualmente o país mais afetado no mundo.

Desde sábado, às 19:00 GMT, Etiópia e Haiti anunciaram as primeiras mortes ligadas ao vírus e o Sudão do Sul anunciou o diagnóstico de um primeiro caso.

A Europa totalizava às 20:00 (19:00 TMG) de hoje 49.137 mortes, para 664.514 casos, os Estados Unidos e Canadá 9.477 mortes (339.442 casos), a Ásia 4.192 mortes (118.570 casos), o Médio Oriente 3.794 mortes (76.082 casos), a América Latina e Caribe 1.053 mortes (30.539 casos), África 431 mortes (8.921 casos) e a Oceânia 41 mortes (6.675 casos).

Este balanço foi realizado com dados recolhidos pela AFP junto das autoridades nacionais competentes dos vários países e da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 295 mortes, mais 29 do que na véspera (+11%), e 11.278 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 754 em relação a sexta-feira (+7,2%).

Dos infetados, 1.084 estão internados, 267 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 75 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até ao final do dia 17 de abril, depois do prolongamento aprovado na quinta-feira na Assembleia da República.

Além disso, o Governo declarou no dia 17 de março o estado de calamidade pública para o concelho de Ovar.

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“Tudo será diferente” após pandemia

Papa Francisco

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Foto: DR / Arquivo

O Papa Francisco disse hoje, numa mensagem de vídeo divulgada esta noite, que “tudo será diferente” após a pandemia global, da qual a humanidade poderá sair “melhor ou pior”, apelando a uma “sociedade mais justa e equitativa”.


“Quando sairmos desta pandemia, não poderemos continuar a fazer o que estávamos a fazer, e como estávamos a fazer. Não. Tudo será diferente”, disse o pontífice numa mensagem de vídeo em espanhol, por ocasião da festa de Pentecostes.

“Das grandes provações da humanidade, entre estas a da pandemia, nós sairemos melhores ou piores. Não é a mesma coisa. Pergunto-vos: como querem sair disto? Melhor ou pior?” questionou o Papa Francisco.

A nível global, a pandemia causada pelo novo coronavírus já infetou mais de seis milhões de pessoas em todo o mundo, dois terços das quais na Europa e Estados Unidos, segundo um balanço da AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Foguetão da SpaceX já foi lançado

NASA

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Foto: DR

O primeiro foguetão concebido e construído por uma empresa privada, a SpaceX, de Elon Musk, levando a bordo dois astronautas foi lançado hoje na presença do Presidente do Estados Unidos.


Os astronautas norte-americanos Bob Behnken e Doug Hurley voaram do Kennedy Space Center, na Florida, a bordo da cápsula espacial Dragon, transportada por um foguetão Falcon 9 da SpaceX, a primeira empresa privada certificada pela NASA para missões tripuladas.

 

Com um rugido ouvido a milhas da costa da Florida, o foguetão Falcon 9, da companhia fundada por Elon Musk descolou às 15h22 (19h22 GMT), e os primeiros minutos do voo decorreram sem problemas, de acordo com a transmissão em direto da missão pela NASA.

A primeira parte do foguetão desprendeu-se como planeado após dois minutos de voo, a quase 4.000 quilómetros por hora, enquanto a segunda continuou a impulsionar a cápsula Dragon em direção à Estação Espacial Internacional, num voo com duração estimada em 19 horas.

Segundo a SpaceX a cápsula Dragon está na órbita certa para chegar à estação espacial, disse a Sapacex.

O lançamento “foi incrível”, disse Donald Trump, que assistiu à operação no Kennedy Space Center.

Este voo já tinha sofrido um atraso de três dias, por causa do mau tempo, mas previsões apontavam para que existiam condições aceitáveis, de 50%-50%, para o lançamento da cápsula Dragon acontecer hoje às 15:22 locais (20:22 de Lisboa), bem como do foguetão Falcon 9, o que se verificou, sendo assim o primeiro lançamento de astronautas para o espaço por uma empresa privada.

Foi também o primeiro voo espacial tripulado da NASA, a agência espacial norte-americana, a partir do solo dos Estados Unidos da América (EUA) desde 2011.

A NASA tentou desencorajar espetadores de assistirem ao lançamento, por causa da pandemia de covid-19, e limitou severamente o número de funcionários, visitantes e jornalistas dentro do Kennedy Space Center. No entanto os 4.000 bilhetes para o lançamento foram todos comprados em poucas horas.

A NASA contratou a SpaceX e a Boeing, em 2014, ao abrigo de contratos que totalizam sete mil milhões de dólares. Ambas as empresas lançaram as suas cápsulas de tripulação no ano passado com manequins de teste. A Dragon cumpriu todos os seus objetivos, enquanto a cápsula Starliner, da Boeing, acabou na órbita errada e quase foi destruída devido a múltiplos erros de software.

Como resultado, o primeiro voo do Starliner com astronautas não é esperado até ao próximo ano.

Desde que retirou o vaivém espacial em 2011, a NASA tem confiado nas naves espaciais russas, lançadas do Cazaquistão, para levar os astronautas americanos de e para a estação espacial.

 

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Vereador de Guimarães agradece aos autarcas socialistas no pós-pico da pandemia

Política

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Foto: DR / Arquivo

Ricardo Costa, vereador da Câmara de Guimarães e candidato a Presidente da Federação Distrital de Braga do PS, em conjunto com Anabela Real, candidata a Presidente do Departamento Federativo das Mulheres Socialistas – ID, transmitiram “uma palavra de reconhecimento e gratidão” aos autarcas socialistas do distrito.


Para os candidatos, “a intervenção dos presidentes de Junta de Freguesia tem sido permanentemente sinónimo de sucesso e de superação e o contexto da pandemia veio reafirmar essa dimensão”.

Ricardo Costa e Anabela Real, consideram também que “os presidentes de Câmara eleitos pelo Partido Socialista, no trabalho em equipa com os seus vereadores, têm sido um exemplo de entrega e de responsabilidade”.

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