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Covid-19: Estados Unidos ultrapassam as 15.900 mortes

Coronavírus

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Foto: DR / Arquivo

Os Estados Unidos ultrapassaram hoje os 15.900 mortos devido à covid-19, segundo a contagem da Universidade Johns Hopkins.


O novo coronavírus, responsável pela pandemia de covid-19, já matou 15.938 pessoas nos Estados Unidos, segundo a contagem feita até as 19:00 TMG (20:00 de Lisboa) registando cerca de 450.000 casos de contaminação.

Com este número de vítimas, os EUA superam o número de mortes em Espanha e aproximam-se perigosamente dos números de Itália, com 18.279 óbitos confirmados, o país com maior número de mortes registadas até agora.

A cidade de Nova Iorque é o epicentro da pandemia nos EUA, com 81.000 casos de contágio e mais de 5.000 mortes.

O estado de Nova Iorque registou 799 mortes nas últimas 24 horas, um novo recorde diário, apesar de as autoridades revelarem alguma confiança na possibilidade de a situação estar a estabilizar, com os hospitais a registarem mais desafogo.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,5 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram quase 89 mil.

Dos casos de infeção, mais de 312 mil são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

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Espanha reabre fronteiras com Portugal a 22 de junho (NOTÍCIA CANCELADA)

Desconfinamento

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Foto: DR

ATUALIZAÇÃO: GOVERNO ESPANHOL VOLTA ATRÁS E ANUNCIA QUE AS MESMAS SÓ ABREM A 01 DE JULHO


Espanha corrige. Afinal, fronteira com Portugal só reabre em julho

A ministra espanhola da indústria, comércio e turismo acabou de anunciar a data de 22 de junho para a reabertura das fronteiras terrestres com Portugal e com França.

Reyes Maroto falava ao país em conferência de imprensa sobre as medidas de desconfinamento espanhol.

Governo “surpreendido” com anúncio de Espanha sobre fronteira

Embora a medida ainda não esteja aprovada, a ministra indicou que a quarentena obrigatória para portugueses e franceses que cheguem ao país também deverá ser levantada.

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“Tudo será diferente” após pandemia

Papa Francisco

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Foto: DR / Arquivo

O Papa Francisco disse hoje, numa mensagem de vídeo divulgada esta noite, que “tudo será diferente” após a pandemia global, da qual a humanidade poderá sair “melhor ou pior”, apelando a uma “sociedade mais justa e equitativa”.


“Quando sairmos desta pandemia, não poderemos continuar a fazer o que estávamos a fazer, e como estávamos a fazer. Não. Tudo será diferente”, disse o pontífice numa mensagem de vídeo em espanhol, por ocasião da festa de Pentecostes.

“Das grandes provações da humanidade, entre estas a da pandemia, nós sairemos melhores ou piores. Não é a mesma coisa. Pergunto-vos: como querem sair disto? Melhor ou pior?” questionou o Papa Francisco.

A nível global, a pandemia causada pelo novo coronavírus já infetou mais de seis milhões de pessoas em todo o mundo, dois terços das quais na Europa e Estados Unidos, segundo um balanço da AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Foguetão da SpaceX já foi lançado

NASA

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Foto: DR

O primeiro foguetão concebido e construído por uma empresa privada, a SpaceX, de Elon Musk, levando a bordo dois astronautas foi lançado hoje na presença do Presidente do Estados Unidos.


Os astronautas norte-americanos Bob Behnken e Doug Hurley voaram do Kennedy Space Center, na Florida, a bordo da cápsula espacial Dragon, transportada por um foguetão Falcon 9 da SpaceX, a primeira empresa privada certificada pela NASA para missões tripuladas.

 

Com um rugido ouvido a milhas da costa da Florida, o foguetão Falcon 9, da companhia fundada por Elon Musk descolou às 15h22 (19h22 GMT), e os primeiros minutos do voo decorreram sem problemas, de acordo com a transmissão em direto da missão pela NASA.

A primeira parte do foguetão desprendeu-se como planeado após dois minutos de voo, a quase 4.000 quilómetros por hora, enquanto a segunda continuou a impulsionar a cápsula Dragon em direção à Estação Espacial Internacional, num voo com duração estimada em 19 horas.

Segundo a SpaceX a cápsula Dragon está na órbita certa para chegar à estação espacial, disse a Sapacex.

O lançamento “foi incrível”, disse Donald Trump, que assistiu à operação no Kennedy Space Center.

Este voo já tinha sofrido um atraso de três dias, por causa do mau tempo, mas previsões apontavam para que existiam condições aceitáveis, de 50%-50%, para o lançamento da cápsula Dragon acontecer hoje às 15:22 locais (20:22 de Lisboa), bem como do foguetão Falcon 9, o que se verificou, sendo assim o primeiro lançamento de astronautas para o espaço por uma empresa privada.

Foi também o primeiro voo espacial tripulado da NASA, a agência espacial norte-americana, a partir do solo dos Estados Unidos da América (EUA) desde 2011.

A NASA tentou desencorajar espetadores de assistirem ao lançamento, por causa da pandemia de covid-19, e limitou severamente o número de funcionários, visitantes e jornalistas dentro do Kennedy Space Center. No entanto os 4.000 bilhetes para o lançamento foram todos comprados em poucas horas.

A NASA contratou a SpaceX e a Boeing, em 2014, ao abrigo de contratos que totalizam sete mil milhões de dólares. Ambas as empresas lançaram as suas cápsulas de tripulação no ano passado com manequins de teste. A Dragon cumpriu todos os seus objetivos, enquanto a cápsula Starliner, da Boeing, acabou na órbita errada e quase foi destruída devido a múltiplos erros de software.

Como resultado, o primeiro voo do Starliner com astronautas não é esperado até ao próximo ano.

Desde que retirou o vaivém espacial em 2011, a NASA tem confiado nas naves espaciais russas, lançadas do Cazaquistão, para levar os astronautas americanos de e para a estação espacial.

 

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