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Covid-19: Detetados três profissonais e um doente positivos no hospital de Vila Real

Trás-os-Montes

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Foto: DR / Arquivo

O Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD) disse hoje que foram detetados quatro casos positivos de infeção por covid-19 no hospital de Vila Real, entre os quais três profissionais de saúde e um doente.


Em comunicado, o CHTMAD referiu que os “três profissionais e um doente foram isolados de imediato e todos os seus contactos sinalizados”.

Acrescentou ainda que já foram realizados testes a todos os utentes do serviço, que está a concluir a testagem aos profissionais de saúde e que já efetuou um total de 145 testes.

O conselho de administração garantiu “a toda a população e aos profissionais de saúde que estão asseguradas todas as condições de segurança no centro hospitalar”.

O CHTMAD tem sede social em Vila Real e agrega ainda os hospitais de Chaves e Lamego.

Segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS), Portugal contabiliza pelo menos 1.995 mortos associados à covid-19 em 78.247 casos confirmados de infeção.

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Espanha exige teste negativo à covid a portugueses que queiram entrar no país

Covid-19

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Foto: O MINHO / Arquivo

O Governo espanhol vai passar a exigir um teste negativo à covid-19 a viajantes que queiram entrar no território oriundos de países “de risco”, entre os quais Portugal.

O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde espanhol, esta quarta-feira, e a medida entra em vigor a partir de 23 de novembro.

O teste deve acusar negativo e reportar às 72 horas anteriores a quem aterrar em aeroportos espanhóis.

Para além de Portugal, quase todos os países europeus estão incluídos, com exceção de Noruega, Finlândia e Grécia.

Os países “de risco” são os que apresentam 240 casos ou mais nos últimos 14 dias.

Cada passageiro deve preencher um formulário, já em território espanhol, com o diagnóstico negativo à presença do novo coronavírus.

O documento original do teste deve estar escrito em espanhol ou inglês e pode ser solicitado pelas autoridades.

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Pingo Doce passa a abrir às 06:30 nos fins de semana de recolher obrigatório

Estado de emergência

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Foto: DR / Arquivo

O Pingo Doce vai antecipar a abertura das suas lojas nos próximos dois fins de semana para as 06:30, em resposta às restrições à circulação impostas pelo estado de emergência.

“Dadas as limitações à circulação” nos próximos fins de semana e “tendo em conta também a possibilidade de haver restrições adicionais à circulação entre concelhos, o Pingo Doce vai abrir a maioria das suas lojas às 06:30 e encerrar às 22:00, procurando assim contribuir para evitar a concentração de pessoas nas lojas no período da manhã”, referiu fonte da empresa.

O horário aplica-se nos dias 14, 15, 21 e 22 de novembro, altura em que será proibida a circulação na via pública depois das 13:00.

Permitido ir ao supermercado durante recolher obrigatório ao fim de semana

As deslocações a mercearias e supermercados é uma das exceções na proibição de circulação nos 121 concelhos de maior risco de contágio.

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País

UE quer poder declarar emergência de saúde pública em futuros surtos

Covid-19

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Foto: O MINHO / Arquivo

A Comissão Europeia quer que a União Europeia (UE) possa, de forma “independente e flexível”, declarar emergências de saúde pública em futuros surtos ou epidemias, como fez a Organização Mundial da Saúde (OMS) com a covid-19.

“Precisamos de ter a flexibilidade para responder às crises sanitárias e, por isso, se formos capazes […] de declarar uma situação de emergência ao nível da UE isso iria permitir imediatamente a transferência de equipamentos, a realização aquisições conjuntas e a implementação de medidas por parte da Comissão”, disse a comissária europeia da Saúde, Stella Kyriakides, em entrevista a várias agências de notícias europeias, incluindo a Lusa.

Nesta entrevista a propósito da apresentação de um pacote de propostas para criar uma “verdadeira União Europeia da Saúde”, em altura de pandemia de covid-19, Stella Kyriakides defendeu que a declaração de situações de emergência de saúde pública iria possibilitar “uma resposta europeia muito mais antecipada”.

“Temos de ser capazes de o fazer. As novas regras que vamos criar para uma União Europeia da Saúde vão permitir-nos ativar o mecanismo de resposta de emergência da UE, claro que em estreita cooperação com a OMS, mas não dependendo da OMS”, apontou a comissária europeia.

Para a responsável, esta é uma “medida crucial”, desde logo “aprendendo com o início da atual crise”, que demonstrou que a UE tem de “atuar rapidamente e de forma eficaz”.

Esta é uma das propostas hoje apresentadas pela Comissão Europeia para a criação de uma “verdadeira União Europeia da Saúde”, após as dificuldades registadas nos últimos meses devido à covid-19, num pacote que prevê também o reforço dos mandatos do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) e da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e ainda a criação de uma nova autoridade para gerir futuras crises sanitárias.

“Seremos capazes de declarar uma situação de emergência, de forma conjunta a nível europeu, e ativar os nossos mecanismos de resposta de emergência de forma independente, mas em estreita cooperação com a OMS”, sustentou Stella Kyriakides.

A OMS declarou, em janeiro deste ano, a covid-19 como uma emergência global de saúde pública, sendo esta a sexta vez que a organização recorreu a tal estado de alerta, depois de o ter feito com doenças como o ébola, a poliomielite, a gripe A ou o vírus zika.

Segundo o regulamento da OMS, uma emergência sanitária internacional traduz-se num “evento extraordinário que constitui um risco à saúde pública para outros Estados por meio da disseminação internacional de doenças e potencialmente exige uma resposta internacional coordenada”.

Na prática, isto leva a que as autoridades de saúde aumentem a sua monitorização e controlo da doença, devendo estar alertas para a necessidade de adotar medidas de contenção.

É isto que a Comissão Europeia pretende que seja possível na UE.

A organização e a prestação de cuidados de saúde são da competência das autoridades nacionais dos Estados-membros, pelo que à UE cabe complementar as políticas nacionais e a coordenar respostas conjuntas, nomeadamente através da partilha de recursos para problemas comuns, como pandemias ou surtos.

A apoiar nesta assistência aos países estão as duas agências especializadas em questões de saúde, o ECDC e a EMA.

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