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Braga

Covid-19 continua a ‘escalar’ no concelho de Braga: Mais 52 positivos nas últimas horas

Covid-19

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Foto: O MINHO

O concelho de Braga regista mais 52 casos positivos de infeção por covid-19 nas últimas 24 horas.


Estes dados, apurados por O MINHO junto de fonte local da saúde, foram atualizados às 17:00 desta sexta-feira.

Apesar de não termos conseguido obter o número de casos ativos, ontem existiam 446 casos de infeção ativa pelo novo coronavírus, mais 87 do que na passada terça-feira.

O concelho registava, ontem, 1.579 casos de recuperações do SARS CoV-2 desde o início da pandemia, os mesmos desde terça.

Em termos acumulados, eram 2.099 casos de pessoas infetadas com o novo coronavírus, mais 87 em relação à última atualização.

Lamentam-se ainda 74 óbitos, número que permanece igual desde o passado dia 16 de junho.

O número de pessoas em isolamento sob vigilância da autoridade de saúde, ontem, era de 627, mais doze em relação à última atualização.

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Braga

Covid-19: Concelho de Braga regista mais quatro mortes nos últimos três dias

Dados locais

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Foto: O MINHO / Arquivo

O concelho de Braga regista 1.430 casos ativos de covid-19, mais 216 do que na passa sexta-feira, data do último balanço publicado por O MINHO. Desde então, morreram mais quatro pessoas.

O município contabiliza agora 5.238 casos desde o início da pandemia, mais 516 desde o mesmo dia.

Estes números foram apurados pelo nosso jornal junto de fonte local da saúde às 17:30 desta segunda-feira.

Há ainda mais 296 doentes curados nestes três dias, totalizando 3.723 recuperações desde o início da pandemia.
Há 85 óbitos a lamentar, mais quatro em relação a sexta-feira.

Por fim, estão 1.430 pessoas em vigilância ativa, mais 637 do que na sexta-feira.

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Braga

Hospital de Braga diz que enfermeiros passam ao quadro dentro de dias

Saúde

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Foto: DR / Arquivo

O Hospital de Braga anunciou hoje que “nos próximos dias” a situação dos enfermeiros contratados a termo para acudir à pandemia de covid-19 deverá estar regularizada, no sentido de se garantir a permanência daqueles profissionais.

Entretanto, aqueles enfermeiros continuam a receber cartas dando conta da caducidade dos respetivos contratos.

Numa carta a que a Lusa hoje teve acesso, datada de 09 de novembro, o Hospital de Braga comunica a uma enfermeira que o seu contrato, celebrado em 31 de março, “caducará com efeitos a partir de 30 de novembro, sendo este o último dia de trabalho”, a não ser que o hospital “obtenha autorização expressa para alteração do vínculo para sem termo”.

A dispensa daqueles profissionais já tinha sido denunciada, no início do mês, pela Ordem e pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), que criticaram o facto de a não renovação dos contratos estar a acontecer “em plena pandemia”.

Em causa estão, segundo o SEP, 86 enfermeiros, que assinaram em março contratos de quatro meses, automaticamente renováveis, perfazendo agora oito meses de trabalho.

A conversão destes contratos em contratos de trabalho sem termo terá de ser autorizada por despacho do Ministério da Saúde, sob proposta da administração do hospital.

“São 86 enfermeiros imprescindíveis, a fazer face a necessidades permanentes, integrados e já com experiência, que a administração pretende ‘despedir’, apesar do quadro legal em vigor permitir contratar”, refere o sindicato.

Contactada pela Lusa, a administração do hospital sublinha que aqueles enfermeiros “continuam em funções”, estando o Conselho de Administração “a envidar todos os esforços para que aqueles contratos a termo se convertam a contratos sem termo e assim se mantenham todos os enfermeiros contratados em funções”.

“Nos próximos dias, a situação dever-se-á encontrar regularizada, no sentido de se garantir a permanência destes profissionais no Hospital de Braga”, acrescenta.

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Braga

Braga aprova voto de louvor pelo Prémio Camões a Vítor Aguiar e Silva

Atribuído por unanimidade

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Foto: DR / Arquivo

A Câmara de Braga aprovou hoje, por unanimidade, um voto de louvor e congratulação pela atribuição do Prémio Camões 2020 ao professor e ensaísta Vítor Manuel de Aguiar e Silva.

O voto, apresentado pela vereadora da Educação e Cultura, Lídia Dias, refere que o reconhecimento da obra de Vítor Aguiar e Silva, que foi professor da Universidade do Minho, constitui “um profundo motivo de orgulho” para o concelho.

“Com o objetivo de ressaltar o dedicado trabalho de Vítor Aguiar e Silva, o município de Braga associa-se a este reconhecimento”, acrescenta.

O voto sublinha que Vítor Aguiar e Silva é uma “personalidade assinalável” no âmbito dos Estudos da Literatura Portuguesa.

A atribuição do Prémio Camões 2020 a Vítor Aguiar e Silva foi anunciada em 27 de outubro pela ministra da Cultura, Graça Fonseca, após reunião do júri, em Lisboa.

Antigo vice-reitor da UMinho vence Prémio Camões

Vítor Aguiar e Silva foi escolhido em reconhecimento da “importância transversal da sua obra ensaística” e do seu “papel ativo relativamente às questões da política da língua portuguesa e ao cânone das literaturas de língua portuguesa”, lê-se no comunicado divulgado pelo júri desta 32.ª edição do Prémio Camões.

Ensaísta e professor universitário, Vítor Manuel de Aguiar e Silva nasceu em Penalva do Castelo, no distrito de Viseu, em 1939.

Na Universidade de Coimbra, obteve todos os seus graus e títulos académicos e foi professor catedrático da Faculdade de Letras até 1989, ano em que pediu transferência para a Universidade do Minho.

Nesta universidade, foi professor catedrático do Instituto de Letras e Ciências Humanas, fundou e dirigiu o Centro de Estudos Humanísticos e a revista Diacrítica.

Desempenhou também as funções de vice-reitor, de junho de 1990 a julho de 2002, altura em que se aposentou.

O Prémio Camões de literatura em língua portuguesa foi instituído por Portugal e pelo Brasil em 1988, com o objetivo de distinguir um autor “cuja obra contribua para a projeção e reconhecimento do património literário e cultural da língua comum”.

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