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20 canções em tempo de pandemia

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Foto: DR / Arquivo

Com o estado de emergência a confinar milhões de portugueses em casa, a música pode ganhar nova relevância. Eis uma lista de 20 canções que podem ser banda sonora para os dias da pandemia:

– “Jóga”, Björk – Uma canção dedicada à melhor amiga da artista islandesa invoca a beleza de estar em “state of emergency” (estado de emergência) emocional.

– “Happy”, Pharrell Williams – Uma canção que foi um ‘meme’ nas redes sociais ganha nova relevância em dias que, para milhões de pessoas, podem ter tudo para ser infelizes.

– “Lost in the supermarket”, The Clash – Em dias de prateleiras vazias, descreve bem a sensação de quem procurou papel higiénico sem sucesso.

– “Fever”, Peggy Lee – Porque nem todas as febres são más, eis uma sugestão para serões românticos.

– “It’s the end of the world as we know it”, REM – O título pode parecer derrotista, mas o remate do refrão desmente: “and I feel fine”.

– “Amanhã tou melhor”, Capitão Fausto – A jovem banda portuguesa propõe aproveitar um dia mau para decidir o que pode ser melhor no dia seguinte.

– “Fanfare for the common man”, Aaron Copland – Quando é precisa uma pausa, a composição épica do norte-americano terminada em 1942 recarrega as baterias de heroísmo.

– “Não sou o único”, Xutos & Pontapés – Para ninguém se sentir “um caso isolado” a “olhar o céu”, os decanos do rock em Português asseguram que “quando as nuvens partirem, o céu azul ficará”.

– “We have all the time in the world”, Louis Armstrong – Sem trânsito matinal ou vespertino para enfrentar, pode sobrar aos teletrabalhadores mais tempo para o que se queira: “Time enough for life to unfold/ All the precious things love has in store”.

– “All my friends”, LCD Soundsystem – Numa altura em que o isolamento é uma necessidade, o tema da banda norte-americana convida a lembrar quem se deixou para trás e apreciar a importância da amizade.

– “Three Little Birds”, Bob Marley – Uma canção clássica para uma mensagem que se tornou tão viral como a pandemia que marca o dia a dia no planeta: “vai ficar tudo bem”, canta o músico jamaicano, como se lê nos desenhos com arco-íris que as crianças começaram a fazer e a divulgar nas redes sociais a partir de Itália, um dos países mais afetados pela Covid-19.

– “Don’t give up”, Peter Gabriel/Kate Bush – Um hino em que duas vozes se debatem com o desespero e a esperança por dias melhores. A última palavra, repetida até ao fim da canção por um coro ‘gospel’, é mesmo “não desistas”.

– “All together now”, The Beatles – Letra simples, boa para cantar e saltar em família ou entre amigos, na mesma casa ou em reunião virtual pela Internet, aproxima toda a gente, esteja presente ou ausente.

– “Afraid of everyone”, The National – O isolamento é essencial, a paranoia não.

– “Sol da Caparica”, Peste & Sida – Com maresia, protetor solar e imperiais na esplanada fora de questão por agora, é bom para ouvir depois do expediente do teletrabalho e fazer planos para as férias fora de casa.

– “Feeling good”, Nina Simone – A voz começa ‘a capella’ e ao longo do tema vai ganhando corpo e convoca força, otimismo e confiança, uma receita útil para estes dias.

– “Don’t stand so close to me”, The Police – Quando o título de um sucesso ‘pop’ com quarenta anos se torna uma recomendação de saúde pública.

– “Galvanize”, The Chemical Brothers/Q-Tip: Adequa-se a qualquer discoteca improvisada na sala de estar, com a diversão noturna fora de casa em baixa. “’Cuz there’s a party over here, so you might as well be here/ Where the people care”.

– “Ain’t no cure for love”, Leonard Cohen – O poeta, escritor e ícone musical canadiano refletia em 1989 sobre o que não tem nem precisa de cura: “all the rocket ships are climbin’ through the sky/ The holy books are open wide/ The doctors working day and night/ But they’ll never find that cure for love”.

– “Parabéns a você” – Indicada pela Organização Mundial de Saúde para ajudar à higiene essencial para travar o contágio. Recomenda-se lavar as mãos durante o tempo que demora a cantar duas vezes a canção.

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Quase 48 mil mortos em todo o mundo

Covid-19

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Foto: DR

A pandemia de covid-19 matou quase 48 mil pessoas em todo o mundo desde que a doença surgiu em dezembro na China, segundo um balanço da AFP às 11:00, a partir de dados oficiais.

De acordo com a agência de notícias francesa, morreram 47.993 pessoas, foram diagnosticados mais de 944.030 casos de infeção pelo novo coronavírus, que provoca a doença covid-19.

Foram consideradas curadas pelo menos 182.700 pessoas.

Itália, que registou a primeira morte ligada ao coronavírus no final de fevereiro, é o país com o maior número de mortes, 13.155 para 110.574 casos e 16.847 pessoas foram consideradas curadas pelas autoridades.

Depois de Itália, os países mais afetados são Espanha com 10.003 mortes para 110.238 casos, os Estados Unidos com 5.137 mortes (216.721 casos), França com 4.032 mortes (56.989 casos) e China continental com 3.318 mortes (81.589 casos).

A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau), onde a epidemia começou no final de dezembro, registou um total de 81.589 casos (35 novos entre quarta e hoje), incluindo 3.318 mortes (seis novas) e 76.408 curados.

Também os Estados Unidos estão a ser bastante afetados pela pandemia tendo sido registadas oficialmente 216.721 infeções, 5.137 mortes e 8.672 curados.

Até às 19:00 de quarta-feira, a República Turca do Norte de Chipre (TRNC) anunciou as primeiras mortes relacionadas com o vírus.

A Europa totalizou até às 11:00 de hoje 34.574 mortes para 508.577 casos, os Estados Unidos e o Canadá 5.248 mortes (226.247 casos), Ásia 3.994 mortes (111.877 casos) e Médio Oriente 3.298 mortes (62.809 casos), América Latina e Caribe 615 mortes (22.157 casos), África 237 mortes (6.416 casos) e Oceânia 27 mortes (5.949 casos).

A AFP alerta que o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do número real de infeções, já que um grande número de países está agora a testar apenas os casos que requerem atendimento hospitalar.

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Presidente filipino autoriza abate de pessoas que provoquem distúrbios

Covid-19

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Foto: Jornal de Brasília

O Presidente filipino, Rodrigo Duterte, pediu às autoridades de segurança que abatam qualquer pessoa que cause “distúrbios” em áreas mantidas em isolamento devido à pandemia do covid-19.

Com frequência, as autoridades filipinas minimizam as palavras do seu Presidente.

Quase metade dos 110 milhões de habitantes do arquipélago está confinada em suas casas e milhões de filipinos vivem em grande precariedade e encontram-se desempregados.

O chefe de polícia filipina, Archie Gamboa, disse hoje que a polícia não começaria a atirar nas pessoas que causassem distúrbios.

“O Presidente provavelmente enfatizou de mais a aplicação da lei durante este período de crise”, afirmou.

Horas antes das declarações de Duterte, na noite de quarta-feira, quase 20 pessoas que moram nas favelas de Manila foram detidas por organizarem uma manifestação contra o Governo, acusado de não fornecer ajuda alimentar aos pobres.

“Ordenei que a polícia, o exército e os responsáveis das vilas atirassem nas pessoas se houver um problema ou uma briga que coloque as suas vidas em risco”, disse o Presidente.

“Em vez de causar problemas, enviarei você para o túmulo”, declarou Duterte antes de explicar que, após duas semanas de confinamento, a epidemia continua a progredir.

As Filipinas registaram 2.311 casos do novo coronavírus, que matou 96 pessoas, mas como o país começou a aumentar a realização de testes, espera-se que o número de pessoas infetadas aumente ainda mais.

Desde a sua eleição em 2016, Duterte travou uma guerra mortal contra as drogas, apoiada por uma esmagadora maioria dos filipinos.

Os críticos afirmam, no entanto, que os mais pobres são as vítimas, enquanto poupa os mais ricos e poderosos.

Estas últimas declarações foram imediatamente criticadas por organizações de direitos humanos, que pediram ao Governo que suprisse as necessidades básicas da população em vez de proferir tais ameaças.

“É muito perturbador que o Presidente Duterte tenha ampliado sua política de atirar para matar (…), o uso de força descontrolada de matar nunca deve ser visto como uma solução para responder a uma emergência como a pandemia da covid-19 “, disse a Anistia Internacional das Filipinas numcomunicado.

As medidas de quarentena, que afetam principalmente os 12 milhões de habitantes de Manila, levaram ao encerramento da maioria das empresas e o encerramento de quase todas as atividades sociais, religiosas e comerciais.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 940 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 47 mil.

Dos casos de infeção, cerca de 180.000 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

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Europa com mais de meio milhão de casos de infeção

Covid-19

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Foto: DR

Mais de 500 mil casos de infeção pelo novo coronavírus foram oficialmente diagnosticados na Europa, mais de metade do total mundial, segundo um balanço da AFP hoje às 11:00, a partir de dados oficiais.

Com pelo menos 508.271 casos, incluindo 34.571 mortes, a Europa é o continente mais afetado pela pandemia de covid-19.

Em todo o mundo, foram registados 940.815 casos e 47.863 mortes.

A Itália com mais de 100 mil casos (13.155 mortes) e Espanha (10.003) são os países europeus mais afetados.

A AFP alerta que o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do número real de infeções, já que um grande número de países está agora a testar apenas os casos que requerem atendimento hospitalar.

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