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Região

Costa sob aviso laranja devido à previsão de agitação marítima

Condições meteorológicas

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Foto: DR / Arquivo

Sete distritos de Portugal continental estão hoje e terça-feira sob aviso laranja devido à previsão de agitação marítima forte, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).


Os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria e Lisboa vão estar sob aviso laranja entre as 12:00 de hoje e as 06:00 de terça-feira devido à previsão de ondas de noroeste com 5 a 6 metros de altura, podendo atingir os 9/10 metros.

Estes distritos vão passar depois a aviso amarelo até às 06:00 de quarta-feira.

O IPMA colocou também sob aviso amarelo os distritos de Setúbal, Beja e Faro devido à previsão de agitação marítima forte, com ondas de noroeste com 4 a 5 metros até às 06:00 de quarta-feira.

Também por causa da agitação marítima, o IPMA colocou sob aviso amarelo a Costa Norte da ilha da Madeira e o Porto Santo entre as 15:00 de hoje e as 09:00 de quarta-feira prevendo-se ondas de noroeste com 4 a 5 metros, passando gradualmente a ondas de norte.

O grupo central dos Açores (Terceira, Graciosa, Pico, Faial e São Jorge) está também sob aviso amarelo por causa da agitação marítima até às 12:00 de hoje.

O aviso laranja indica situação meteorológica de risco moderado a elevado enquanto o aviso amarelo revela situação de risco para determinadas atividades dependentes do estado do tempo.

Devido à agitação marítima forte, as barras de Caminha, Esposende, Figueira da Foz, Vila Praia de Âncora, Póvoa de Varzim, Vila do Conde e Ericeira estão hoje fechadas à navegação.

Segundo a Autoridade Marítima Nacional, as barras de Aveiro, Douro, Viana do Castelo e S. Martinho do Porto estão hoje condicionadas.

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Viana do Castelo

Politécnico de Viana do Castelo com 14 alunos e professores infetados

Covid-19

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Foto: DR

O Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) regista 14 casos de infeção pelo novo coronavírus, entre professores e docentes, todos em recuperação em casa, disse hoje o presidente da instituição de ensino superior.

Em declarações à agência Lusa, Carlos Rodrigues adiantou “não se registar, até ao momento, qualquer caso de infeção por SARS-CoV-2, o vírus da doença covid-19, entre os funcionários do IPVC”.

De acordo com o responsável, segundo “a rastreabilidade que as autoridades de saúde conseguiram fazer, o contágio não terá ocorrido em ambiente escolar”.

Carlos Rodrigues adiantou que “as 14 pessoas infetadas, a maioria estudantes, oriundos de vários concelhos do distrito de Viana do Castelo e de outras regiões do país, estão a recuperar em casa, não havendo relatos de situações mais graves da doença”.

O presidente do IPVC adiantou que os estudantes “estão a ser acompanhados, diariamente, pelos coordenadores de curso.

“Fazemos um acompanhamento com muita proximidade para que os alunos não serem prejudicados na sua atividade letiva”, referiu.

Carlos Rodrigues adiantou que “o registo dos casos de covid-19 está a feito, de forma sistematizada, desde a semana passada”, e revelou que “na próxima terça-feira o IPVC vai disponibilizar um boletim atualizado dos casos da doença para informar de forma transparente e rigorosa a evolução da doença”.

Os dados serão divulgados, “uma vez por semana, na página covid-19, criada em março no portal oficial da instituição na Internet”, sendo que “internamente os dados serão enviados para as escolas, duas vezes por semana”.

Segundo Carlos Rodrigues, o plano de contingência do IPVC inclui dois apartamentos, um situado na cidade de Viana do Castelo e outro em Ponte de Lima, para acolher alunos ou docentes que não possam regressar às suas casas.

Com cerca de cinco mil alunos, o IPVC tem seis escolas – de Educação, Tecnologia e Gestão, Agrária, Enfermagem, Ciências Empresariais, Desporto e Lazer -, ministrando 28 licenciaturas, 40 mestrados, 34 Cursos de Técnicos Superiores Profissionais (CTESP) e outras formações de caráter profissionalizante.

Além das escolas superiores de saúde, educação e tecnologia e gestão, situadas em Viana do Castelo, o IPVC tem escolas superiores instaladas em Ponte de Lima (Agrária), Valença (Ciências Empresariais) e Melgaço (Desporto e Lazer).

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,2 milhões de mortos em mais de 48,7 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 2.792 pessoas dos 166.900 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Ave

Famalicão investe 100 mil euros na iluminação de Natal. Luzes acendem a 20 de novembro

Natal

em

Foto: Divulgação / CM Famalicão / 2019

A iluminação de Natal no concelho de Famalicão já começou a ser instalada e há previsão de que seja ligada no próximo dia 20 de novembro, disse a O MINHO fonte do gabinete do presidente da Câmara.

“O investimento rondará os 100 mil euros”, acrescentou a mesma fonte, destacando a importância da atractividade destas instalações para chamar pessoas para junto do comércio local.

Em declarações ao jornal Opinião Pública, Paulo Cunha, edil, refere que o investimento abrange todas as freguesias do concelho e pretende “criar uma atmosfera positiva, alegre e repleta de esperança em melhores dias do que os que vivemos atualmente”.

“Tem sido um ano tão difícil e atípico para todos, mas não podemos baixar os braços. Viver o Natal na medida do possível é uma forma de nos mantermos positivos”, disse o autarca social-democrata ao mesmo jornal.

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Cávado

Pescadores de Esposende com redes biodegradáveis para reduzir plástico no oceano

Ambiente

em

Imagem ilustrativa

A Câmara de Esposende lançou um estudo-piloto para “fomentar o uso de redes biodegradáveis” na atividade piscatória de forma a promover a sustentabilidade, contribuindo para combater a existência de plástico sintético no oceano.

O projeto E-REDES, feito em parceria com a Empresa Municipal Esposende Ambiente, a Universidade do Minho e a Associação de Defesa do Ambiente – Rio Neiva, com um custo global de 250 mil euros, arrancou esta semana com a primeira de nove campanhas de recolha, quantificação e tipificação do lixo marinho arrojado na costa de Esposende, no distrito de Braga.

Na sua página da Internet, o município explica que o E-REDES é comparticipado em 200 mil euros, ira ter uma duração de 18 meses e vai abranger os 16 quilómetros da costa de Esposende que integram o Parque Natural do Litoral Norte.

Aquele projeto consiste em fornecer redes biodegradáveis à comunidade piscatória local e envolve a “avaliação das propriedades físicas e da durabilidade de monofilamentos inovadores, a viabilidade do fabrico de artes com os mesmos e a eficiência pesqueira de redes construídas a partir de materiais biodegradáveis quando comparadas com redes convencionais”.

“Outro elemento chave do projeto E-REDES prende-se com a identificação de fontes de lixo marinho e a avaliação da quantidade e natureza do lixo arrojado às praias. Esta informação é crucial para uma tomada de ação na eliminação das origens do lixo marinho e contribuirá para o desenho de futuras medidas de gestão, baseadas numa monitorização constante e sistemática, suportando os gestores e decisores com as evidências necessárias”, explica.

A autarquia explica que “os problemas ecológicos e socioeconómicos derivados do abandono, perda ou descarte de equipamentos de pesca são uma preocupação crescente” e que redes de emalhar e tresmalho, usadas primariamente na pequena pesca, costeira e artesanal, “têm um elevado potencial de produzir pesca-fantasma e contribuem diretamente para a problemática do lixo marinho, mas também afetam espécies não-alvo de pesca, como aves e mamíferos marinhos, algumas das quais ameaçadas”.

Além daqueles problemas, contribuem ainda “para a introdução de materiais plásticos sintéticos não biodegradáveis na cadeia alimentar”.

Segundo o texto, “a quantidade, distribuição e efeitos de equipamentos de pesca perdidos aumentou substancialmente nas últimas décadas, devido à rápida expansão no esforço de pesca (definido pela dimensão das frotas que partem para o mar e o tempo durante o qual estas podem pescar) e devido ao uso de matérias sintéticos, altamente duráveis, no fabrico das artes”.

O E-REDES permitirá “avaliar a sustentabilidade da utilização de materiais biodegradáveis, enquanto alternativa viável às redes convencionais sintéticas, tendo em conta o seu custo e a eficiência pesqueira, mas avaliando os impactos económico, ambiental e social”.

O projeto foi eleito no âmbito do concurso Small Grants Scheme#1 dos EEA Grants, através do qual a Islândia, o Liechtenstein e a Noruega estabelecem o objetivo de reduzir as disparidades sociais e económicas na Europa.

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