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Costa diz que nem BE nem PCP se comprometeram com solução governativa

Eleições Legislativas

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Foto: Divulgação

O secretário-geral do PS, António Costa, considerou no domingo que BE e PCP não se comprometeram em “assegurar condições de governabilidade” durante os próximos quatro anos e que a repetição da solução política desta legislatura dependerá de “um PS forte”.

“Tenho registado que nenhum deles se comprometeu em assegurar condições de governabilidade durante os próximos quatro anos”, afirmou o dirigente socialista, em entrevista à RTP, quando questionado sobre se a solução de um Governo do PS apoiado numa maioria parlamentar à esquerda é repetível na próxima legislatura.

O secretário-geral comunista, Jerónimo de Sousa, “disse que as condições políticas atuais eram completamente diferentes de as de há quatro anos, não sei o que isso significa, mas seguramente dia 06 [de outubro] à noite ou dia 07 podemos começar a saber”, prosseguiu Costa, acrescentando que a coordenadora nacional do BE disse “coisas mais diversas”.

“Quando vejo Catarina Martins a dizer que a história desta legislatura foi um combate entre a esquerda e o PS, eu de facto tenho dificuldade” em perceber se está disponível para um novo entendimento, explicou o socialista.

Costa afirmou que foi “o primeiro a dizer que” a apelidada ‘geringonça’ funcionava e que “funcionará, se for o caso”, na próxima legislatura se houver “um PS forte”.

O também primeiro-ministro referiu que “as pessoas têm de ter noção” que aquele entendimento político “resultou de várias vontades, mas também de vários equilíbrios” e quem “assegurou esses equilíbrios foi seguramente” o Partido Socialista.

Questionado sobre as declarações de Mário Centeno, nas quais o ministro das Finanças socialista afirmou que era mais fácil atingir os objetivos com uma maioria absoluta do PS, Costa respondeu que as declarações do seu ministro das Finanças não são “novidade para ninguém”.

“É evidente que, havendo maioria absoluta, é obviamente mais fácil assegurar a estabilidade [política] durante quatro anos”, explicou, acrescentando que a maioria absoluta também torna “mais fácil executar o programa do Governo”, mas “não havendo maioria” é preciso “trabalhar com as condições” que se tem.

Questionado ainda sobre a razão pela qual não pede a maioria absoluta, quando a maioria das sondagens indicam que a poderá atingir, o dirigente socialista afirmou que aprendeu “a lição”.

“Eu tive duas maiorias absolutas na Câmara de Lisboa sem as pedir. Em 2015 pedi e não a tive. Portanto, o melhor há de acontecer é aceitarmos com toda a humildade que sejam os portugueses a decidir”, explicou, acrescentando, contudo, que procura “o melhor resultado para o PS”.

No entanto, Costa assume que o resultado das eleições está inteiramente nas mãos dos eleitores.

“Não são os políticos que definem quais são as condições da sua governação, quem define são os cidadãos e daqui a uma semana quando os portugueses foram às urnas, o que vão ver no boletim de voto não é sim ou não a uma maioria absoluta. O que vão ver no boletim de voto é o emblema, o símbolo e a sigla de cada um dos partidos e aquilo que nós dizemos é simples, quem quer um novo Governo do PS, deve votar no PS e desejavelmente deve estar em condições que nos assegure estabilidade durante quatro anos, como houve durante estes quatro anos estabilidade política”, finalizou.

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Os números do Euromilhões

Sorte

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Foto: O MINHO / Arquivo

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta sexta-feira, 29 de maio: 4, 8, 11, 19 e 46 (números) e 4 e 8 (estrelas).

Em jogo para o primeiro prémio está um valor de 17 milhões de euros.

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Restaurantes podem utilizar lotação total se colocarem acrílicos de separação

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

Os restaurantes podem voltar a utilizar a sua capacidade máxima, desde que consigam assegurar distanciamento de metro e meio entre as mesas e coloquem acrílicos entre os clientes, disse hoje o primeiro-ministro.

“Desaparece a regra da lotação máxima de 50% nos restaurantes, mantendo-se a necessidade de distanciamento de metro e meio, desde que, entre os clientes, seja colocada uma barreira física impermeável”, afirmou o chefe do Governo em conferência de imprensa no final da reunião de hoje do Conselho de Ministros, em Lisboa, que aprovou medidas para a terceira fase de desconfinamento durante a situação de calamidade devido à covid-19.

De acordo com António Costa, “os restaurantes poderão optar ou por manterem as normas da redução da lotação e o distanciamento de dois metros que está em vigor, ou podem evoluir para utilizarem a sua lotação a 100% com a necessidade de metro e meio de afastamento entre mesas, desde que existam barreiras físicas impermeáveis a separar os comensais numa mesma mesa”.

Esta é uma decisão “que ficará a cargo de cada estabelecimento de restauração”, assinalou.

“É o exemplo que tinha dado há 15 dias, de alguns refeitórios onde as mesas têm sido divididas com acrílicos que permitem uma maior proximidade em segurança, impedindo – porque são impermeáveis – a transmissão de gotículas e o risco de transmissão das doenças”, explicou o primeiro-ministro aos jornalistas.

António Costa transmitiu igualmente que na terceira fase do desconfinamento na sequência da pandemia de covid-19, que se inicia na segunda-feira, vão reabrir inclusivamente, “na generalidade do país”, os “restaurantes inseridos em centros comerciais”.

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Transavia France retoma voos para Portugal a partir de 15 de junho

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A Transavia France anunciou hoje que vai retomar os voos para Portugal a partir de 15 de junho, de Lyon e Nantes para Faro, Porto e Lisboa, com as ligações de Paris e Montpellier previstas para dia 26.

Em comunicado, a companhia aérea ‘low-cost’ (baixo custo) do grupo Air France-KLM referiu que a partir de 15 de junho “abrirá as suas primeiras ligações para Portugal (Faro, Lisboa e Porto) de Lyon e Nantes e, a partir de 26 de junho, de Paris-Orly e Montpellier”.

“Os voos serão retomados progressivamente em função do levantamento das restrições nas fronteiras”, indicou a empresa, adiantando que “a partir de 26 de junho novos destinos e rotas serão propostos aos passageiros em Portugal, Espanha, Itália, Grécia, Croácia, Irlanda e Islândia”.

No total, a empresa prevê realizar 25% do seu programa de voos.

A companhia aérea indica ainda que “a ampliação progressiva, e com precaução, do programa de voos está sujeita à evolução da epidemia em cada país”.

A Transavia France deu ainda conta de medidas que irá tomar na operação para maximizar a segurança, sendo que no ‘check-in’ os passageiros terão que chegar “duas horas antes do voo para permitir o cumprimento estrito das regras sanitárias”, haverá o uso obrigatório de máscaras, a “limpeza reforçada dos balcões de ‘check-in’ e entrega automática de bagagem”, a “disponibilização de gel hidroalcoólico nas zonas de ‘check-in’ e de embarque” e gestão de filas de espera, entre outras medidas.

No embarque, será medida a temperatura dos passageiros e estes serão organizados de forma a reduzir o contacto.

Durante o voo, a tripulação terá máscaras, haverá gel hidroalcoólico e será garantida a filtragem de ar “a cada três minutos com filtros HEPA, que garantem uma filtragem idêntica à dos blocos operatórios”.

No dia 26 de maio, a empresa anunciou que “a partir de 04 de junho, a Transavia voa de Amesterdão para seis destinos: em Portugal (Faro e Lisboa), Grécia (Atenas, Heraklion e Tessalonica) e Espanha (Málaga)”.

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