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País

Costa admite fecho de escolas “muito além” das férias da Páscoa

Covid-19

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Foto: DR

O primeiro-ministro, António Costa, admitiu, esta terça-feira, no debate quinzenal, no parlamento, que o encerramento das escolas poderá “ir muito além” das férias da Páscoa devido à pandemia de covid-19.


No debate, primeiro em resposta a Catarina Martins, do Bloco de Esquerda, e depois a Jerónimo de Sousa, do PCP, Costa admitiu que “provavelmente” o Governo decidirá “prolongar” o fecho das escolas “muito além das férias da Páscoa”.

Os líderes do PCP e do BE questionaram-no sobre se o executivo iria ou não prolongar para as férias da Páscoa o subsídio criado para os pais que têm de ficar em casa com os filhos com menos de 12 anos, cujas escolas encerraram.

O chefe do Governo não deu abertura ao prolongamento dessa medida durante as férias, dado que esse período de pausa já estava previsto no calendário escolar.

O apoio aos pais deverá prolongar-se depois das férias e é nesta fase da resposta que Costa admitiu que as escolas continuem sem aulas presenciais, dado que prevê que as escolas continuem fechadas.

E na resposta a Jerónimo de Sousa repetiu a explicação, admitindo no final: “O terceiro período, provavelmente, não vai ser muito diferente do que tem sido estas semanas.”

A suspensão das aulas presenciais nas escolas foi uma medida decretada pelo Governo ainda antes da declaração do estado de emergência.

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País

Três pessoas baleadas junto a bar de Matosinhos

Distrito do Porto

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Foto: DR / Arquivo

Três pessoas sofreram hoje de madrugada ferimentos ao serem atingidas por tiros junto a um bar no centro de Matosinhos, num caso que já está a ser investigado pela Polícia Judiciária, disse à agência Lusa fonte da PSP.

Fonte do Comando da PSP do Porto contou que um dos homens foi atingido por uma bala no tórax e os restantes dois nas pernas.

Todos foram conduzidos ao Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, distrito do Porto.

De acordo com a fonte, os desentendimentos, por razões ainda não apuradas, ocorreram cerca das 05:00 na via pública e nas imediações de um bar da Rua Brito Capelo, no centro de Matosinhos.

A Polícia Judiciária foi chamada a investigar o caso por se tratar de crime envolvendo armas de fogo, que é da competência reservada desta força policial.

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País

Red Hot Chili Peppers confirmados no Alive

Confirmações

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Anthony Kiedis, dos Red Hot Chili Peppers. Foto: Facebook

O festival Alive, que se realiza entre 07 e 10 de julho de 2021 no Passeio Marítimo de Algés, em Oeiras, vai contar com Red Hot Chili Peppers, Angel Olsen e Moses Sumney no cartaz, anunciou hoje a organização.

Em comunicado divulgado quando falta um ano para o evento que, tal como a maioria dos outros festivais de verão, se viu forçado a cancelar a edição de 2020 devido à pandemia de covid-19, a organização acrescentou ainda os nomes de Alt-J, Two Door Cinema Club, Caribou, Parcels, Black Pumas, Fontaines D.C., Nothing But Thieves, Hobo Johnson and The Lovemakers, Alec Benjamin, Seasick Steve e Sea Girls.

Os bilhetes para 2021 já se encontram à venda e a organização recorda que quem tinha bilhete para este ano e quer estar presente no próximo tem de trocar o ingresso, “mediante lotação disponível”.

A 365 dias da 14ª edição, os Red Hot Chili Peppers juntam-se ao cartaz no dia 8 de julho de 2021, para uma atuação no…

Publicado por NOS Alive em Quarta-feira, 8 de julho de 2020

Os norte-americanos Red Hot Chili Peppers regressam, assim, a Portugal, quatro anos depois da passagem pelo SBSR, em Lisboa, tendo agora de volta às suas fileiras o guitarrista John Frusciante, que integrou a banda nos momentos de maior sucesso, como foram os discos “Blood Sugar Sex Magic” e “Californication”.

O anúncio do adiamento da 14.ª edição do NOS Alive para 2021 foi feito no dia 19 de maio, tendo como primeira confirmação os portugueses Da Weasel.

A lei que estabelece a proibição da realização de “festivais e espetáculos de natureza análoga” até 30 de setembro, promulgada pelo Presidente da República com reparos sobre “a garantia do princípio da igualdade”, foi publicada em Diário da República no final de maio.

A lei “que estabelece medidas excecionais e temporárias de resposta à pandemia da doença covid-19 no âmbito cultural e artístico, festivais e espetáculos de natureza análoga” foi aprovada no parlamento com os votos a favor do PS, PSD, PAN, BE e da deputada não inscrita Joacine Katar Moreira. Sem votos contra, a proposta de lei contou com a abstenção do CDS, PCP, PEV e Iniciativa Liberal.

No entanto, os espetáculos “podem excecionalmente” acontecer naquele período, em recinto coberto ou ao ar livre, com lugar marcado, seguindo as regras estabelecidas pela Direção-Geral da Saúde.

O diploma estabelece que o consumidor não terá direito à devolução do preço do bilhete para os espetáculos que estavam marcados entre 28 de fevereiro e 30 de setembro de 2020 e que foram reagendados por causa da pandemia da covid-19.

Os espetáculos abrangidos por esta lei “devem, sempre que possível ser reagendados”, sendo que o reagendamento do espetáculo não dá lugar à restituição do preço do bilhete, nem pode implicar o aumento do respetivo custo para quem à data do reagendamento já fosse seu portador”.

No entanto, no caso dos “festivais e espetáculos de natureza análoga”, o consumidor pode pedir a troca do bilhete por um vale “de igual valor ao preço pago”, válido até 31 de dezembro de 2021, e que pode ser utilizado na “aquisição de bilhetes de ingresso para o mesmo espetáculo a realizar em nova data ou para outros eventos realizados pelo mesmo promotor”.

Caso o vale não seja usado até 31 de dezembro de 2021, “o portador tem direito ao reembolso do valor do mesmo”, podendo pedi-lo a partir de 01 de janeiro de 2022, e “no prazo de 14 dias úteis”.

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Lagarde admite usar programa de estímulos para combater alterações climáticas

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, admitiu usar o programa de compra de ativos do BCE no valor de 2,8 biliões de euros para combater as alterações climáticas, disse hoje numa entrevista ao jornal Financial Times.

“Quero explorar todas as vias disponíveis para combater as mudanças climáticas”, disse, numa entrevista em vídeo.

Segundo o jornal, esta é a primeira vez que Lagarde assume compromissos para implementar uma agenda mais “verde” nas ações do banco e que a medida tornaria o BCE o primeiro dos principais bancos centrais a usar um programa de compra de ativos com este objetivo.

O Banco, disse Lagarde ao FT, “precisa de analisar todas as linhas de negócios e operações para enfrentar as mudanças climáticas, porque no final do dia, o dinheiro fala mais alto”.

O BCE vai analisar formas de abordar as mudanças climáticas no âmbito da revisão estratégica lançada por Lagarde no início do ano e que recomeçou recentemente após ter sido suspensa quando a pandemia covid-19 surgiu em março.

Ativistas ambientais têm feito pressão sobre o BCE para alterar o programa de compra de ativos e vender obrigações “castanhas”, emitidas por empresas cuja atividade ainda produzir emissões de carbono elevadas, e aumentar as compras de títulos “verdes”.

No sábado, a economista já tinha previsto que a crise económica vai “mudar profundamente” a economia e conduzir a mais ecologia, mais digitalização e à alteração de métodos de trabalho, e que a Europa está em “excelente posição”.

“Na produção, no trabalho e no comércio, o que estamos a viver acelerará as transformações e provavelmente levará a uma evolução em direção a um modo de vida mais sustentável e mais verde”, disse, durante uma intervenção por videoconferência nas reuniões económicas de Aix-en-Seine, em Paris.

Perante estas transformações, “a Europa está numa posição excelente para pôr em marcha esta transição”, disse, sublinhando que o continente “já abriga o maior setor de economia circular e de inovação ecológica do mundo”, e que o euro foi a primeira moeda usada para a emissão de títulos verdes.

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