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Coreógrafa Olga Roriz distinguida com Honoris Causa pela Universidade de Aveiro

Olga Roriz. Foto: DR

Viana do Castelo

Coreógrafa Olga Roriz distinguida com Honoris Causa pela Universidade de Aveiro

A coreógrafa e bailarina vianense Olga Roriz vai ser distinguida com o título de doutoramento Honoris Causa pela Universidade de Aveiro, por distinção nas artes, a 15 de dezembro, foi hoje anunciado.

A atribuição da distinção à coreógrafa acontece no âmbito das comemorações do 44.º aniversário da instituição, de acordo com um comunicado da Companhia Olga Roriz.

Ainda segundo a companhia, a cerimónia de entrega do título vai decorrer a 15 de dezembro, pelas 10:15, na Universidade de Aveiro, com a presença do reitor, Manuel António Assunção.

A Universidade de Aveiro “distingue uma figura eminente do mundo da dança e da arte, atribuindo o título Doutor Honoris Causa à talentosa bailarina e coreógrafa Olga Roriz”, indica o comunicado, citando o reitor da universidade.

Em 2015, Olga Roriz assinalou 20 anos da companhia em nome próprio e 40 anos de carreira, com a apresentação da peça “Propriedade Privada” (1996), no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa.

O seu repertório na área da dança, teatro e vídeo é constituído por mais de 90 obras.

Criou e remontou peças para o Ballet Gulbenkian, Companhia Nacional de Bailado, Ballet Teatro Guaira (Brasil), Ballets de Monte Carlo, Ballet Nacional de Espanha, English National Ballet, American Reportory Ballet, e Alla Scala de Milão (Itália).

Nascida em Viana do Castelo, em 1955, Olga Roriz estudou ballet clássico e dança moderna com Margarida Abreu e Ana Ivanova, ingressou na Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa e tornou-se primeira bailarina do Ballet Gulbenkian, onde foi depois convidada a coreografar.

Em 1995, viria a criar a Companhia Olga Roriz, atualmente instalada no Palácio Pancas Palha, cedido pela Câmara Municipal de Lisboa.

O seu repertório na área da dança conta, entre outras, as peças “Pedro e Inês”, “Inferno”, “Start and Stop Again”, “Propriedade Privada”, “Electra”, “Os Olhos de Gulay Cabbar”, “Nortada”, “Jump-Up-And-Kiss-Me”, “Pets”, “A Sagração da Primavera”, “Antes que matem os Elefantes” e “Síndrome”.

Entre outros prémios, foi distinguida com a insígnia da Ordem do Infante D. Henrique (2004), Grande Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores (2008) e o Prémio da Latinidade (2012).

Jornal digital da região do Minho.

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