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Famalicão

Cooperativa cultural de Famalicão recebe 362 mil euros da DGArtes

Investimento nas artes

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Foto: DR / Arquivo

O Teatro da Didascália, em Joane, Famalicão, é uma das trinta e três entidades culturais que receberão apoio financeiro da Direção-Geral das Artes (DGArtes) para programação, tendo sido excluídas 25 consideradas elegíveis, no âmbito do Programa de Apoio Sustentado às Artes 2020-2021, foi hoje anunciado.


De acordo com a lista de resultados definitivos divulgada hoje, o júri tinha considerado elegíveis 58 entidades, no entanto apenas 33 irão receber apoio, num total de 5,8 milhões de euros, em dois anos.

Das 33 entidades culturais que receberão apoio, a repartir por dois anos, 12 são da região Norte, 10 do Centro, seis da Área Metropolitana de Lisboa, duas do Alentejo, outras tantas do Algarve e uma da Região Autónoma da Madeira.

O Teatro da Didascália é a entidade à qual foi atribuído o valor mais elevado, cerca de 362.500 euros.

Entre as entidades com maior financiamento obtido estão também Encontros de Fotografia, de Coimbra (cerca de 360 mil euros ), o Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica (FITEI), do Porto (cerca de 340 mil euros), e a Associação Internacional de Música da Costa do Estoril, em Cascais (cerca de 305 mil euros).

Todas as outras entidades recebem valores abaixo dos 300 mil euros.

Segundo a tabela de resultados, entre as 25 entidades sem apoio estão a Fundação Cupertino de Miranda (Porto), a Artemrede – Teatros Associados (Santarém), a APORFEST – Associação Portuguesa de Festivais de Música (Lisboa), a Associação Cultural Maré de Agosto (ilha de Santa Maria, Açores) e a Fundação Conservatório Regional de Gaia (Vila Nova de Gaia).

Estes são os primeiros resultados definitivos divulgados pela DGArtes do Programa de Apoio Sustentado Bienal (2020-2021) que contempla, com 17,5 milhões de euros, as áreas da criação e da programação.

Na área da criação – cujos resultados definitivos ainda não foram revelados na totalidade -, são apoiadas entidades culturais nas áreas da artes visuais, dança, música, teatro, cruzamento disciplinar e circo contemporâneo e artes de rua.

Os resultados provisórios dos concursos sustentados bienais 2020-2021 foram conhecidos no passado dia 11 de outubro, tendo gerado forte contestação por parte dos artistas, ao deixarem de fora 94 das 196 candidaturas apresentadas, com a agravante de 75 das excluídas terem sido consideradas elegíveis pelo júri.

Das 177 candidaturas elegíveis, apenas 102 garantiram financiamento, de acordo com os primeiros resultados.

O período de contestação (fase de audiência de interessados) terminou no passado dia 25 de outubro.

Na altura, a Plataforma Cultura em Luta anunciou que voltará aos protestos de rua quando o Governo apresentar o Orçamento do Estado para 2020, para exigir mais financiamento para o setor, e um novo sistema de apoio às artes.

Uma semana antes, cerca de 30 artistas entregaram ao primeiro-ministro, António Costa, cartas de contestação dos resultados provisórios dos concursos de apoio às artes.

A exiguidade do financiamento foi reconhecida por júris, que inscreveram em ata, pela primeira vez, de forma unânime, a falta de dinheiro para os concursos.

A própria DGArtes já defendeu a necessidade de melhorar e corrigir o atual modelo de apoio e a ministra da Cultura, Graça Fonseca, admitiu a necessidade de uma “revisão crítica” do modelo.

Na sexta-feira passada, o Bloco de Esquerda requereu, “com caráter de urgência”, a audição da ministra para que esta preste esclarecimentos sobre os concursos.

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Ave

Hospital de Famalicão sem doentes internados por covid-19

Regresso gradual à normalidade

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Foto: DR / Arquivo

O Hospital de Famalicão já não tem doentes internados por covid-19. A informação foi hoje avançada pelo Centro Hospitalar do Médio Ave (CHMA), em comunicado no qual assinala que tem vindo a recuperar, gradualmente, os níveis de atividade normal nas suas diferentes áreas assistenciais.

Nessa comunicação, o CHMA refere que a disponibilidade de internamento por covid-19, “felizmente, não tem sido utilizada”.

Hospital de Famalicão já recuperou 47 doentes covid-19

Em comunicado, a unidade hospitalar refere que, agora, com um maior recurso às teleconsultas (só para consultas subsequentes, uma vez que as primeiras consultas continuam a ser presenciais), o número de consultas externas realizadas já se aproxima de 80% do número médio de consultas realizadas pré-pandemia.

A atividade cirúrgica recupera, especialmente a cirurgia de ambulatório, atualmente já realiza cerca de 75% das cirurgias que realizava no ritmo normal, antes do início da pandemia.

Segundo o Centro Hospitalar, esta recuperação tem decorrido de forma sustentada, no contexto a que agora se chama “novo normal”, isto é, cumprindo exigentes regras de segurança, reforçadas atendendo à crise sanitária.

Procurando atenuar o impacto nos doentes internados da ausência de visitas, o CHMA está a disponibilizar, nas duas Unidades, em Famalicão e Santo Tirso, meios eletrónicos de comunicação (videochamadas) para comunicação com familiares.

Entretanto, desde que dispõe de capacidade para efetuar internamente testes à covid-19, o CHMA já realizou cerca de três mil testes, estando neste momento a assegurar também a sua realização para utentes referenciados pelo ACES de Famalicão.

No “novo normal” inclui-se o atendimento diferenciado nos Serviços de Urgência (em Famalicão e Santo Tirso), com circuitos autónomos, e a disponibilidade de “internamento covid” que, felizmente, não tem sido utilizada.

Segundo o comunicado, “o progressivo regresso à normalidade não tem reduzido a atenção que a situação de pandemia justifica. O CHMA continua atento, alerta e preparado para continuar a dar uma resposta eficaz aos casos suspeitos (e confirmados) desta patologia”.

O CHMA continua a apelar à população dos três municípios que serve – Santo Tirso, Trofa e Famalicão – para, em defesa própria e dos outros, manter vigilância e o cumprimento das regras básicas de segurança (etiqueta respiratória, distancia social, higiene das mãos, uso de máscara).

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Ave

Incendio em Famalicão consumiu parte de fábrica e dois camiões

Em Ribeirão

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Foto: BV Famalicão

Um incêndio industrial em Ribeirão, no concelho de Famalicão, distrito de Braga, consumiu hoje parte de uma unidade fabril e dois camiões que estavam no exterior da fábrica, e está em “fase de rescaldo”, disseram fontes oficiais.

O incêndio industrial deflagrou pelas 15:00 e “arderam dois camiões e uma parte da unidade fabril”, disse à Lusa fonte dos Bombeiros de Famalicão, referindo que no local estiveram 71 operacionais com 21 veículos.

O incêndio registou-se numa empresa localizada na rua da indústria, em Ribeirão.

No local estiveram elementos das corporações dos Bombeiros Voluntários de Famalicão, Famalicenses, Taipas, Vizela, Trofa, Braga, Cruz Vermelha de Ribeirão, GNR e proteção civil municipal.

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Ave

Incêndio atinge fábrica num parque industrial em Famalicão

Em Ribeirão

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Foto: Redes Sociais

Um incêndio deflagrou numa zona industrial de Ribeirão, no concelho de Famalicão, ao início da tarde deste domingo.

No local estão corporações de Bombeiros de Famalicão e da Trofa no total de mais de 50 operacionais.

O alerta foi dado pouco depois das 15:00 horas.

Ao que apurou O MINHO, o incêndio ocorre num pavilhão industrial dedicado ao fabrico de tubagens no parque da Bragadela e terá já atingido camiões da  empresa.

(em atualização)

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