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Ave

Continental oferece ecógrafo de 20 mil euros ao Hospital de Famalicão

A pedido do centro hospitalar

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Foto: Divulgação / CHMA

O Centro Hospitalar do Médio Ave (CHMA) recebeu, esta quinta-feira, um novo ecógrafo para o Hospital de Famalicão, oferta da empresa multinacional Continental, com um complexo industrial naquele concelho.


A oferta surge no “âmbito da política de responsabilidade social da empresa”, refere Pedro Carreira, presidente do conselho de administraçao da Continental-Mabor de Lousado.

O responsável explicou, na cerimónia de entrega, que este foi um novo pedido do CHMA, depois da oferta, noutros anos, de dois aparelhos similares e um raio-x portátil.

O presidente do conselho de administração do CHMA, António Barbosa, salientou “a importância de mais uma iniciativa da Continental com o centro hospitalar, prosseguindo a colaboração na aquisição de equipamentos para a nova clínica, que vai servir diretamente a população dos três concelhos de influência do CHMA”.

“Constitui um incentivo para todos os profissionais, que necessitam dos equipamentos certos para fazer os diagnósticos mais corretos”, vincou António Barbosa.

O novo equipamento, no valor de cerca de 20 mil euros, vai equipar a Clínica da Mulher, da Criança e do Adolescente, uma obra que se prevê ficar concluída em março.

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Ave

GNR apreende armas e 120 preservativos em rusga em alterne de Cabeceiras de Basto

Crime

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Foto: DR / Arquivo

Dois homens foram constituídos arguidos na sequência de uma rusga efetuada por militares do Núcleo de Investigação Criminal da GNR, num alegado bar de alterne, em Cabeceiras de Basto, foi hoje anunciado.

Em comunicado, o comando territorial de Braga dá conta da operação, onde foram identificadas sete mulheres, entre os 30 e os 45 anos, doze clientes, entre os 18 e os 65 anos e apreendidos 120 preservativos e 1.260 euros.

“A ação foi efetuada na sequência de uma investigação, iniciada em novembro do ano passado, relacionada com crime de lenocínio, tendo os militares do NIC [de Fafe] dado cumprimento a três mandados de busca, dois em residências e um em estabelecimento comercial”, explica a GNR.

Foram ainda realizadas duas buscas domiciliárias, às residências do proprietário do estabelecimento e arrendatários do espaço, em Chaves e Felgueiras, tendo sido apreendido uma arma transformada para calibre 6.35mm, onze munições e um aerossol gás pimenta.

Os suspeitos foram constituídos arguidos por crime de lenocínio e posse de armas proibidas e os factos remetidos ao Tribunal Judicial de Cabeceiras de Basto.

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Ave

Obras de José de Guimarães “à mostra” no arquivo municipal da cidade berço

‘Tímida Modernidade’

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Foto: DR

O Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, em Guimarães, acolhe, a partir de sexta-feira, a exposição “Tímida Modernidade”, composta por 14 obras do artista José de Guimarães, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a cooperativa A Oficina refere que em exposição estarão obras que normalmente podem ser vistas no Paço dos Duques de Bragança.

De acesso gratuito, a exposição poderá ser visitada até 14 de fevereiro.

Esta mostra percorre uma série de obras de José de Guimarães, como “A Ratoeira”, de 1984, ou “Devorador de automóveis”, “A Dança” e “Cosmos”, todas de 1990.

Obras que, sublinha a organização, permitem o acesso à prática do artista entre o final dos anos de 1980 e os primeiros momentos da última década do século XX.

“Poderemos olhar para esta exposição como uma exposição-arquivo, que recua no tempo para continuar a questionar o futuro”, refere.

O acesso à inauguração da exposição é gratuito, por ordem de chegada e limitado à lotação do espaço, sendo obrigatórios o uso de máscara, a desinfeção das mãos à entrada e o distanciamento social de dois metros.

Os visitantes também não poderão tocar nos objetos expostos.

“Tímida Modernidade” são as palavras que terminam a carta redigida por José de Guimarães aquando da doação, em 1992, de um vasto núcleo de obras da sua autoria à cidade de Guimarães.

Desde então, esta série de pinturas, desenhos, guaches e esculturas têm permanecido em exposição no Paço dos Duques de Bragança.

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Ave

Continental já produziu 350 milhões de pneus na fábrica de Famalicão em 30 anos

Economia

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (arquivo)

A fábrica da Continental em Lousado já produziu cerca de 350 milhões de pneus desde que, há 30 anos, se instalou naquela freguesia de Vila Nova de Famalicão, anunciou hoje a multinacional alemã.

Em comunicado, a Continental acrescenta que, em três décadas, o número de trabalhadores em Lousado subiu de 900 para mais de 2.300.

Fonte da empresa disse à Lusa que, no total, foram investidos cerca de 900 milhões de euros na fábrica de Lousado.

Em 2019, a faturação ascendeu a 833 milhões de euros.

Foi em 02 de julho de 1990, faz hoje precisamente 30 anos, que a fábrica de Lousado produziu os primeiros pneus para automóveis.

Até ao final desse ano, foram cerca de 6.000 os pneus que saíram diariamente da unidade industrial.

Em quatro anos, a produção triplicou para 18.000 pneus por dia.

“Até à data, saíram das linhas de produção quase 350 milhões de pneus ‘made in Lousado’”, sublinha o comunicado.

A Continental destaca as “tecnologias de topo” na produção de pneus implementadas na fábrica de Lousado e a equipa “altamente qualificada” que ali trabalha, treinada com programas de formação nas próprias instalações, mas também no exterior e na rede global do Grupo Continental, hoje com 23 fábricas no mundo.

Produzindo inicialmente só pneus para automóveis e viaturas comerciais ligeiras, os pneus SUV (veículos utilitários desportivos) foram adicionados em 2005, seguidos pelos pneus de alta performance em 2013.

Em 2017, começou também a produzir pneus para tratores e para máquinas de ceifar.

“Com estes grandes pneumáticos para uso na agricultura, a Continental voltou ao que era realmente um segmento tradicional para um fabricante de pneus. Afinal, o grupo foi o primeiro a produzir pneus agrícolas na Europa”, refere o comunicado.

Desde 2019, há também a produção de pneus OTR (fora da estrada) para aplicações especiais em diversas máquinas portuárias e movimentação de terras, que é hoje uma linha de produtos “completamente nova” na unidade industrial.

Trata-se de “pneus gigantes”, com diâmetro de vários metros, desenvolvidos para aplicações nas minas e construção.

“Atualmente, a fábrica de Lousado é uma das unidades mais importantes da Continental no mundo dos pneus”. lê-se no comunicado.

Desde o seu arranque, foram vulcanizados cerca de 345,9 milhões de pneus para automóveis, 52.000 pneus para uso agrícola e cerca de 4.000 pneus para portos e minas.

A empresa é a 5.ª maior exportadora em Portugal.

Citado no comunicado, o presidente do conselho de administração da Continental Mabor admite que 2020 está a ser um ano “mais complexo do que todos os outros”, devido ao impacto da pandemia mundial covid-19.

“No entanto, vamos permanecer fortes, juntos como uma equipa motivada e continuaremos a ser um parceiro de negócios de confiança para todos os nossos fornecedores e clientes, como nos últimos 30 anos”, garante Pedro Carreira.

Ao longo dos 30 anos, a fábrica de Lousado já foi ampliada sete vezes.

O Grupo Continental em Portugal, com a Continental Mabor, Continental Pneus, Continental-Indústria Têxtil do Ave, Continental Lemmerz, Continental Teves, Continental Advanced Antenna e Continental Engineering Services, tinha em 2019 no seu quadro permanente cerca de 3.600 colaboradores.

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