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Contas de serviços mínimos bancários aumentaram 25% em 2020

Economia

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Foto: O MINHO / Arquivo

As contas de serviços mínimos bancários aumentaram 25% em 2020 para 129.586 no final de 2020, segundo o Relatório de Supervisão Comportamental do Banco de Portugal, hoje divulgado.

Em 2020, segundo o regulador e supervisor bancário, foram abertas 30.073 contas de serviços mínimos bancários e encerradas 4.115.

Qualquer pessoa pode ter uma conta de serviços mínimos bancários (pela qual paga por ano um valor baixo) se não for titular de outra conta de depósito à ordem.

Contudo, há casos em que se pode acumular esta conta com outra conta de depósitos. Uma pessoa pode ter outras contas de depósito à ordem e ser cotitular de uma conta de serviços mínimos bancários com uma pessoa com mais de 65 anos ou com um grau de invalidez permanente igual ou superior a 60% que não tenha outras contas.

Além disso, uma pessoa que seja cotitular de uma conta de serviços mínimos (com uma pessoa com mais de 65 anos ou com um grau de invalidez permanente igual ou superior a 60%) pode aceder individualmente a uma conta de serviços mínimos bancários, se não tiver outras contas de depósito à ordem.

Das contas abertas em 2020, em cerca de um terço os primeiros titulares tinham entre 45 e 65 anos. Já primeiros titulares com menos de 25 anos representam apenas 4,6%.

As contas de serviços mínimos bancários disponibilizam ao cliente bancário um conjunto de serviços bancários considerados essenciais, nomeadamente a abertura e manutenção de uma conta de depósitos à ordem, um cartão de débito, realização de débitos diretos e de transferências.

Pelas contas de serviços mínimos bancários os bancos só podem cobrar por ano no máximo 1% do valor do indexante dos apoios sociais (IAS), ou seja, o valor atual é de 4,38 euros.

Segundo o Banco de Portugal, no final de 2020, havia três bancos que não cobravam qualquer montante por esta conta: Activobank, Banco CTT e Banco Atlântico Europa.

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