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Braga

Construtores de Esposende e do Marco de Canaveses julgados por fraude fiscal

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Foto: Divulgação

Fraude fiscal de 1,4 milhões de euros. É esta a acusação que impende sobre 19 arguidos, empresários e firmas de Esposende e de Marco de Canavezes, que estão a ser julgados no Tribunal de Braga.

Todos negam ter praticado os crimes.

O Ministério Público diz que o esquema de faturas falsas tinha como mentora uma empresária – engenheira civil – de Esposende, que operava, construindo edifícios ou prestando consultadoria, com o pai e dois tios, de apelido, Torre da Silva.

Envolvia gestores de, entre outras, dez empresas do ramo, maioritariamente do Marco de Canavezes. As mais usadas terão sido a MJJ Construções, L.da, a Soltui- Construções, Lda, a Vale da Loura, Lda, a Sociedade de Construções João Machado, a Construções Só nós Dois, e a Construções Blindouro. Os arguidos, acusados de três crimes de fraude fiscal qualificada, negam os factos.

Em julgamento, Elsa Ramos da Silva vai ter de explicar se recebeu, ou não, entre 2001 e 2004, dezenas de faturas falsas emitidas por aquelas empresas, algumas das quais nem sequer descreviam os serviços que lhe foram prestados ou eventuais fornecimentos de materias.

O objetivo era o de fugir ao pagamento do IVA e do IRS, na atividade de construtora que exercia. Para simular o pagamento, eram emitidos cheques no valor das faturas, mas estes documentos bancários nunca chegavam a ser descontados. O esquema terá começado com faturas falsas entre as firmas MJJ-Construções, Lda, e a Portela & Sousa, Lda, esta administrada pelo também arguido José Freixo Pereira.

O caso foi investigado pela Inspeção Tributária e pela PJ de Braga. No processo, o Ministério Público, que representa o Estado, pede o pagamento “solidário”, a todos os arguidos, dos 1,406 milhões em que terá sido defraudado.

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Braga

Covid-19: Morreu segunda utente do Asilo S. José, em Braga

Covid-19

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O Asilo de São José, sediado em Braga, registou a segunda morte por entre os utentes, vítima do novo coronavírus, que provoca a doença Covid-19, confirmou O MINHO junto de fonte daquele lar.

Ao que apurámos, a vítima tem cerca de 90 anos e estava internada no Hospital de Braga com problemas respiratórios, depois de ter acusado positivo nos testes de despistagem realizados naquela unidade hospitalar.

Esta é a segunda vítima daquele lar depois de na passada quinta-feira uma mulher de 76 anos ter perdido a vida pelo mesmo motivo.

Os cerca de 100 utentes daquela casa foram sujeitos a testes de despistagem, com três a acusarem positivo e os restantes a aguardar resultado.

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Braga

Covid-19 faz primeira vítima mortal em Vila Verde

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A pandemia de Covid-19 fez este sábado de manhã a primeira vítima mortal no concelho de Vila Verde.

Uma mulher de 89 anos, residente da freguesia de Arcozelo, não resistiu às complicações respiratórias provocadas pela infeção do novo coronavírus e morreu durante esta manhã no Hospital de Braga, onde estava internada há alguns dias na área de infecciologia dedicada aos infetados.

Segundo fonte próxima da família, apuramos que não irá haver funeral, com o corpo da idosa a ser transportado para o Tanatório de Braga, onde será cremado.

As cerimónias fúnebres não se realizarão durante esta fase de pandemia, ficando adiadas para “outra altura”, disse a mesma fonte.

Este óbito ainda não consta nos 100 anunciados esta manhã pelo boletim da Direção-Geral de Saúde, que reporta os óbitos ocorridos até às 00:00 horas deste sábado.

Segundo o mesmo boletim, existem 10 casos confirmados por infeção no concelho de Vila Verde e 351 em todo o Minho.

 

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Braga

Advogados juntam-se para dar equipamento ao Hospital de Braga

Covid-19

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Foto: O MINHO (Arquivo)

A delegação de Braga da Ordem dos Advogados apelou aos seus membros para que participem numa campanha de solidariedade para com o Hospital de Braga, intitulada Responsabilidade social- juntos faremos a diferença, angariando receitas para apoiar o aprovisionamento de equipamentos para o combate à pandemia de Covid-19.

A Ordem adianta que o escritório “N-Advogados”, de Nuno Albuquerque, será responsável pela arrecadação dos valores, verificação de disponibilidade dos materiais listados pelo Hospital junto de fornecedores, e pela compra e entrega do equipamento.

A iniciativa em apreço, aprovada pela Direção de Comunicação e Sustentabilidade do Hospital de Braga e autorizada pela Câmara Municipal local, nos termos do Decreto-Lei n.º 87/99, de 19 de Março, rege-se pelos seguintes parâmetros: a campanha destina-se à angariação de receitas para apoiar o aprovisionamento, compra e distribuição de equipamentos hospitalares, essenciais para o combate ao Covid-19, junto do Hospital de Braga;

A “N-Advogados” será a entidade responsável pela arrecadação dos valores, pela verificação de disponibilidade e dos valores dos materiais listados pelo próprio Hospital de Braga junto a fornecedores, pela compra do material e posterior entrega ao Hospital de Braga, sendo todas as diligências efetuadas em articulação com a Delegação de Braga da Ordem dos Advogados;

A campanha tem como âmbito de aplicação os advogados inscritos no Município. Mas qualquer cidadão pode contribuir.

A angariação de fundos – acrescenta o organismo – será feita mediante transferência bancária para a conta de n.º 45559470415, no Banco Millenium BCP, que se encontra com saldo a zero e sem qualquer outra utilização anterior, sendo também disponibilizado para as transferências o contacto MBWay 936703577.

Será dado cumprimento às obrigações decorrentes do art.º 3.º do Decreto-Lei n.º 87/99, de 19 de Março, designadamente de prestação de contas e fiscalização das entidades competentes;

No final da campanha, será dada indicação à Delegação da Ordem, de todos os contributos recolhidos, bem como comprovada a entrega ao Hospital dos materiais assim obtidos, por forma a garantir total transparência nesta ação solidária.

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