Construtora de Guimarães mostra obra em curso que vai mudar o trânsito na Póvoa de Varzim

Imagem: CJR

A construtora Cândido José Rodrigues (CJR), de Guimarães, fez uma atualização do progresso em curso na construção do troço Norte e do viaduto da Via Circular Urbana, na Póvoa de Varzim.

A empreitada pretende prolongar a Via Circular Urbana da cidade a Norte, dando continuidade ao prolongamento inaugurado em junho de 2022, junto ao Parque da Cidade e uma das principais portas da cidade para quem vem de Famalicão ou Barcelos.

Foto: CJR

O objetivo, disse o presidente da Câmara da Póvoa de Varzim, é “melhorar os acessos, descongestionando o tráfego rodoviário e aumentar a qualidade de vida de todos os munícipes e visitantes do concelho”.

vídeo: Cândido José Rodrigues / Facebook

A obra teve início no passado mês de outubro e compreende o troço entre a Rua de José André e a EN13, levando ao corte temporário de parte dessa via. Tem um valor de adjudicação de 2.381.896,32 euros e um prazo de execução de 420 dias, de acordo com o ‘site’ da CJR.

Um alerta da Agência Portuguesa do Ambiente levou a que o projeto tivesse de incluir um viaduto, algo que terá contribuído significativamente para o aumento do preço da obra.

Segundo o despacho publicado no portal Base Gov, ao concurso concorreram onze outras empresas, a saber: Viamapa, Irmãos Moreiras, Amândio Carvalho, Ângulo Recto, M. Couto Alves, ABB, Restradas, Construções Pardais, DizConstrução, Acácio da Caridade Ferreira & Irmão e a DACOP.

Numa nota publicada pela autarquia da Póvoa de Varzim, “esta empreitada irá estabelecer a ligação final e direta entre o município de Vila do Conde, a sul, e a EN13, junto à estação rádio naval, constituindo-se como uma verdadeira variante ao centro urbano da Póvoa e de Aver-o-Mar”.

Terá uma faixa de rodagem em ambos os sentidos, iluminação pública e ciclovia (prolongamento da existente) pelo seu lado nascente.

Contudo, disse o autarca local, dessa forma a obra “trará vantagens acrescidas ao local uma vez que parte da implantação da via será em tabuleiro sobrelevado o que permitirá a subsistência da flora e fauna ao nível inferior, numa conciliação sustentável entre o desenvolvimento urbano e o ambiente”.

 
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