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Viana do Castelo

Consórcio luso-brasileiro investe 2,5 milhões em inteligência artificial e cria 20 empregos em Viana

VIVCommsoft – Soluções em Inteligência Artificial

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Foto: DR/Arquivo

Uma empresa de Viana do Castelo e empresários brasileiros vão investir 2,5 milhões de euros num projeto de inteligência artificial que vai criar 20 postos de trabalho, revelaram hoje à Lusa os promotores do consórcio.

De acordo com o administrador da BMVIV, Licínio Lima, a empresa de Viana do Castelo envolvida no consórcio, o novo projeto empresarial, a instalar em Viana do Castelo, desenvolverá ‘software’ e ‘hardware’ para soluções em inteligência artificial destinadas à indústria 4.0, e vai criar 20 postos de trabalho.

O protocolo de criação da VIVCommsoft – Soluções em Inteligência Artificial foi assinado na quinta-feira, entre a empresa BMVIV e um grupo de empresários brasileiros.

Numa fase inicial, “a VIVCommsoft vai apoiar o desenvolvimento e inovação em cooperação com o ensino superior e institutos politécnicos, desenvolvendo a tecnologia em Viana do Castelo”.

Para Licínio Lima, este projeto “reflete a atenção que a empresa tem face às novas oportunidades e apostas na diversificação de negócio”.

“Há alguns anos a nossa empresa investiu no Brasil e adquiriu conhecimentos, hoje estamos perante o movimento inverso com uma aposta em Portugal e nas nossas valências tecnológicas”, acrescentou.

A ideia, defendeu, “é que cada vez mais os mundos físicos e digitais se tornem num só através de dispositivos que comuniquem entre si”.

“A indústria 4,0, na qual a VIVCommsoft se irá concentrar, através da inteligência artificial, engloba tecnologia para automação e troca de dados, utiliza conceitos de sistema ciberfísicos, internet das coisas e computação em nuvem”.

O responsável acrescentou que “para integrar os aparelhos e as grandes bases de dados à rede de computadores e à internet é necessário um sistema eficiente de identificação”.

“Só desta forma é que é possível interligar e registar os dados sobre cada uma das coisas. A VIVCommsoft pretende responder com soluções em inteligência artificial e atuar em diversificados nichos de mercado”.

Para os empresários envolvidos no consórcio luso-brasileiro, “a aposta em Portugal significa a transferência de conhecimento e competências tecnológicas num mercado, cada vez mais, em expansão”.

Instalada na zona industrial de Neiva, em Viana do Castelo, a BMVIV tem 36 trabalhadores e presta serviços de instalação e manutenção de equipamentos, eficiência energética e soluções globais de engenharia.

Tem um volume de faturação anual de 2,5 milhões de euros em Portugal e tem ainda participação numa empresa no Brasil do setor do tratamento de resíduos sólidos urbanos e produção de energia.

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Viana do Castelo

Viana à procura de parceiros estratégicos em Paris

Em Roissy

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Foto: Divulgação / DR

José Maria Costa, presidente da Câmara de Viana do Castelo, viajou esta quinta-feira, para França, para se encontrar com a comunidade de Roissy, numa iniciativa para a internacionalização da cidade.

Roissy, uma aldeia agrícola de origem galo-romana, a cerca de 20 quilómetros de Paris, recebeu o presidente vianense numa visita que visa estabelecer contactos e preparar potenciais cooperações estratégicas entre as duas regiões.

O famoso aeroporto Charles de Gaulle fica também situado nesta pequena cidade rural. Um dos aeroportos com maior afluência de França e da Europa.

Durante o encontro, José Maria Costa, discutiu com os responsáveis possíveis formas de cooperação entre as duas cidades, com especial atenção para a potencialização económica da região.

Uma comitiva empresarial de Roissy agendou já uma visita a Viana do Castelo para que se fortaleçam as ligações entre os dois pontos.

A comitiva de Viana teve, mais tarde, direito a uma visita guiada pelo pólo industrial daquela zona, assim como, pela área de apoio logístico ao aeroporto Charles de Gaulle.

O autarca referiu, nesta ocasião, que depois depois da solidez alcançada pelo desenvolvimento da sua cidade, a internacionalização será o passo mais indicado para o alargamento de base empresarial.

Com o futuro em mente, José Maria Costa aponta para o valor deste tipo de ações para que exista crescimento em ambas as localidades.

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Viana do Castelo

Condutor que fugiu à PSP de Viana constituído arguido

Perseguição danificou quatro veículos e feriu um agente

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Foto: Divulgação / PSP

O homem de 40 anos que na quarta-feira desobedeceu a ordens de paragens e fugiu à PSP, que o perseguia, por circular em contramão no centro Viana do Castelo, foi identificado e constituído arguido, informou hoje aquela força policial.

Em comunicado enviado à imprensa, o Comando Distrital da PSP de Viana do Castelo adiantou que o homem, residente na União de Freguesias de Cardielos e Serreleis, em Viana do Castelo, ficou sujeito a Termo de Identidade e Residência, tendo sido apreendida a viatura que conduzia.

Agente ferido e carro danificado em perseguição policial em Viana

Na quarta-feira, um agente daquela força policial ficou ferido e teve de receber tratamento hospitalar, na sequência da perseguição ao homem agora constituído arguido, numa operação que danificou quatro veículos, entre eles, uma viatura da PSP.

A perseguição policial ocorreu cerca das 15:30, após um alerta de que uma viatura estaria a circular, em contramão, na Estrada da Papanata, no centro da cidade de Viana do Castelo, “constituindo um perigo para os restantes condutores e peões”.

Na altura, uma nota da PSP indicava que o condutor da viatura, “não obedeceu à ordem de paragem e, após ser advertido várias vezes, na Estrada Nacional (EN) 302, na Meadela, embateu numa viatura policial e noutras três viaturas que se encontravam estacionadas”.

“O agente policial sofreu ferimentos ligeiros, mas, por precaução foi transportado ao hospital para receber tratamento médico. O carro policial sofreu danos significativos”, adiantou, na altura à Lusa, o segundo comandante Raul Curva.

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Viana do Castelo

VianaPolis quer ser ressarcida em 845 mil euros por “ocupantes” do prédio Coutinho

Ação de responsabilidade civil

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

A Vianapolis interpôs uma ação de responsabilidade civil contra os “ocupantes” do prédio Coutinho, em Viana do Castelo, para ser ressarcida de 845.197,80 euros pelo adiar da desconstrução do edifício, informou hoje a sociedade.

Em comunicado, a sociedade que gere o programa Polis explica que a ação, entregue no dia 14 no tribunal judicial de Viana do Castelo, resulta da “não entrega voluntária das chaves das frações, o que deveria ter ocorrido na sequência da sua posse administrativa e, de modo ainda mais evidente, após a propriedade das frações ter sido judicialmente adjudicada à VianaPolis”.

Em dezembro de 2019, em declarações à agência Lusa, fonte daquela sociedade tinha avançado que aquela ação iria ser formalizada em janeiro.

Na ocasião, a mesma fonte adiantou que a “ocupação ilegal” das frações onde residem os últimos moradores no edifício de 13 andares “obrigou a nova prorrogação do prazo de vida da VianaPolis, por mais um ano”.

“A ação judicial dará entrada até final de janeiro reclamando uma indemnização por todos os custos associados à desobediência das decisões judiciais”, sustentou na altura a fonte da sociedade detida em 60% pelo Estado e, em 40%, pela Câmara de Viana do Castelo.

A 05 de julho do ano passado, em declarações aos jornalistas, em Viana do Castelo, o ministro Matos Fernandes disse que os últimos moradores no prédio Coutinho vão ser processados pelos custos causados ao Estado, desde outubro de 2016, com o adiar da desconstrução do edifício.

Matos Fernandes adiantou que a sociedade VianaPolis “custa cerca de 30 mil euros por mês”.

Além daquela ação, os últimos moradores começaram a ser ouvidos, em dezembro, no âmbito de uma queixa-crime interposta, em junho último, pela sociedade, por “ocupação ilegal de bem público”.

Nesse mês, a VianaPolis iniciou o despejo “de seis frações”, na sequência de uma decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga (TAFB) que declarou improcedente a providência cautelar movida em março de 2018.

No entanto, aqueles moradores recusaram sair e, em julho, o mesmo tribunal aceitou uma nova providência cautelar e suspendeu os despejos e a desconstrução do edifício.

A contestação à habilitação de herdeiros da mulher de um dos moradores no prédio Coutinho, que morreu durante a tentativa de despejo, está a atrasar o desfecho dessa providência cautelar.

O edifício Jardim, localmente conhecido como prédio Coutinho, tem desconstrução prevista desde 2000, ao abrigo do programa Polis, mas a batalha judicial iniciada desde então pelos moradores tem vindo a travar o processo.

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