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Braga

Consórcio de empreiteiros pede 9,5 milhões para custos extra do Estádio de Braga

Autarquia não aceita

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Foto: DR

O consórcio ASSOC, que construiu o estádio de Braga para o campeonato europeu de futebol, Euro 2004, calculou em 9,5 milhões de euros a indemnização que a Câmara de Braga lhe terá de pagar na sequência de uma decisão do Tribunal Administrativo Braga que condenou o Município por prolongamento de custos de estaleiro para terminar a obra em finais de 2003.


O empresário Domingos Névoa, que preside à ASSOC, disse a O MINHO que a verba foi feita com base em cálculos de uma equipa de peritos contratada para o efeito.

Mas a Câmara não aceitou: “pedimos à ASSOC que mostrasse os dados em que se baseia o pedido daquele montante. Disseram que só os dariam em Tribunal. Assim sendo, e como não podemos pagar uma coisa que não tem justificativos, vamos requerer ao Tribunal Administrativo que nomeia uma equipa de três peritos que chegue a um cálculo final, mas justo”, explicou a O MINHO, o seu presidente, Ricardo Rio.

Ao que apurámos, a ASSOC já pediu ao Tribunal a execução da sentença, cabendo, agora, à autarquia responder.

Em sentença confirmada pela segunda instância, o Tribunal Administrativo de Braga condenou a Câmara a pagar um valor não-quantificado à ASSOC (Soares da Costa, Grupo Rodrigues e Névoa, Casais, DST, ABB e duas empresas que ficaram insolventes – Eusébios e J. Gomes),

Em 2018, a Câmara havia já sido condenada a liquidar quatro milhões ao mesmo consórcio, no caso por horas extraordinárias na execução da obra do estádio. O que fez em 2019. As duas sentenças «transitaram» da gestão do anterior executivo de Mesquita Machado.

Recurso

E há, novo recurso camarário para o Supremo. São 4,9 milhões, os euros a pagar pela Câmara ao consórcio formado entre as empresas Souto Moura – Arquitetos, Lda, e Afassociados – Projetos de Engenharia, SA, que fez, em 2000, o projeto do novo estádio da cidade, construído para o Euro/2004.

Em 2000, o consórcio contratou, por 3,75 milhões, com o Município, então, gerido pelo socialista Mesquita Machado, a conceção de um projeto para um estádio de 30 mil lugares, que custaria, no cálculo inicial, 32,4 milhões e em contas posteriores somaria 10 a 12 milhões de euros. A Autarquia veio a optar por um estádio maior, que acabou – diz o Tribunal – por ficar por 157,8 milhões de euros.

Na ação, de 2006, Souto Moura argumentou que “as características do Estádio lhe conferem um carácter de complexidade sem paralelo que não corresponde ao inicialmente solicitado pela Câmara”. O pedido inicial pelo aumento do projeto era de 1, 8 milhões mais juros, ou seja, cerca de 2,1 milhões.

Em 2006, e em declarações a propósito, o arquiteto disse que Mesquita Machado lhe retorquiu que não tinha meios legais para o fazer. Recorreu ao Tribunal e já vendeu por duas vezes.

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Braga

Braga entre as 10 cidades europeias a quem os turistas não dão o devido valor

A cidade de Braga foi considerada uma das 10 mais subvalorizadas na Europa pela produtora WatchMojo, um dos maiores canais do YouTube com mais de 13 bilhões de visualizações e 22 milhões de subscritores. Para a empresa canadiana, Braga é a segunda cidade mais subvalorizada da Europa, muito por culpa de Porto e Lisboa estarem a tornar-se em destinos preferenciais na Europa. Imagens: Mojo

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A cidade de Braga foi considerada uma das 10 mais subvalorizadas na Europa pela produtora WatchMojo, um dos maiores canais do YouTube com mais de 13 bilhões de visualizações e 22 milhões de subscritores. Para a empresa canadiana, Braga é a segunda cidade mais subvalorizada da Europa, muito por culpa de Porto e Lisboa estarem a tornar-se em destinos preferenciais na Europa. Imagens: Mojo

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Braga

Câmara de Braga vota repavimentação da maior via urbana da cidade (e apoio à APAV)

Assembleia Municipal

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Foto: DR

A Câmara de Braga vota, hoje, em reunião do Executivo a proposta de adjudicação por 699 mil euros à construtora local ABB- Alexandre Barbosa Borges, da repavimentação da Avenida Padre Júlio Fragata, na freguesia de S. Vítor, a via urbana com mais intensidade de trafego médio diário anual do concelho.

A obra – diz a Divisão de Obras do Município – justifica-se pelo “atual elevado estado de degradação do pavimento, o que põe em causa os critérios de segurança da circulação”.

Os vereadores debatem e votam, também, uma medida que prevê o apoio anual de dez mil euros à delegação local da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima. A iniciativa tem em conta, “a importância da promoção de serviços de apoio capazes de dar resposta, de uma forma próxima, qualificada e humanizada, às necessidades e expectativas dos cidadãos vítimas de infrações penais”.

Na mesma reunião, será ainda discutida uma proposta de rejeição das competências, nas áreas da saúde e da educação, que o Governo se propõe passar para os municípios e para as comunidades intermunicipais em 2021.

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Braga

Vila Verde honrou Senhora do Alívio

Religião

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Foto: Luís Ribeiro / O MINHO

Com máscara obrigatória e o devido distanciamento, as festas em honra da Senhora do Alívio, em Soutelo, Vila Verde, culminaram hoje com a eucaristia matinal, celebrada pelo arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga.

Celebrações em honra da Senhora do Alívio (2020). Foto: Luís Ribeiro / O MINHO

Celebrações em honra da Senhora do Alívio (2020). Foto: Luís Ribeiro / O MINHO

Celebrações em honra da Senhora do Alívio (2020). Foto: Luís Ribeiro / O MINHO

Celebrações em honra da Senhora do Alívio (2020). Foto: Luís Ribeiro / O MINHO

Celebrações em honra da Senhora do Alívio (2020). Foto: Luís Ribeiro / O MINHO

Em tempos de pandemia, a população acatou as regras da DGS e utilizou máscara, mesmo tratando-se de uma missa campal, celebrada nos jardins do santuário do Alívio.

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