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Futebol

Conselho de Justiça confirma Vitória de Setúbal na I Liga

Recurso apresentado pelo Desportivo de Chaves considerado improcedente

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O Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) confirmou hoje a inscrição do Vitória de Setúbal na I Liga, ao considerar improcedente o recurso apresentado pelo Desportivo de Chaves, disse à Lusa fonte conhecedora do processo.

Em causa estava um recurso apresentado pelo Desportivo de Chaves, 16.º classificado do último campeonato e primeiro despromovido à II Liga, alegando que o processo de inscrição da formação setubalense não estava em conformidade, relativamente aos pressupostos financeiros.

A contestação dos transmontanos foi apreciada pela comissão de auditoria da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), que atestou a validade da inscrição do Vitória de Setúbal, que terminou a I Liga no 13.º lugar.

Em 08 de julho, o Vitória de Setúbal confirmou ter apresentado oposição ao recurso do Desportivo de Chaves, assumindo “total tranquilidade e confiança”, naquele que consideraram “apenas mais um capítulo de um ataque vil” ao clube.

“É de recordar que semelhante prática já foi adotada, nas últimas três épocas, por clubes que, dada a incapacidade para alcançarem os seus objetivos dentro de campo, tentaram consegui-lo por outros meios, gerando apenas ruído”, lia-se, então, no comunicado do Vitória de Setúbal.

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Futebol

Um milhão e seiscentos mil viram a final da Taça da Liga na RTP

Dados da Liga Portugal

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Foto: Divulgação

O jogo da final da Taça da Liga, disputado entre SC Braga e FC Porto, e que coroou o conjunto bracarense como o Campeão de Inverno, é, para já, o programa mais visto na televisão portuguesa desde o início do ano civil, anunciou hoje a Liga Portugal.

Com 33% de share e uma audiência média de 16,1, o encontro disputado este sábado, 25 de janeiro, liderou as audiências durante o tempo integral da transmissão da RTP 1, que foi o canal mais visto do dia. O jogo somou uma média de cerca de um milhão e 600 mil espetadores.

Esta liderança de audiências não é uma novidade na prova. Já a final de 2018-19, jogada entre FC Porto e Sporting CP, e que terminou com um triunfo leonino, no desempate por grandes penalidades, foi o jogo mais visto entre clubes na televisão nacional, durante o ano de 2019.

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Futebol

“Tudo correu mal”

Famalicão-Santa Clara (0-1)

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Foto: DR / Arquivo

Declarações dos treinadores após o jogo Famalicão – Santa Clara (0-1), da 18.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado em Vila Nova de Famalicão.

João Pedro Sousa (treinador do Famalicão): “Foi um mau jogo nosso, claramente, por responsabilidade nossa, com muitas faltas. Não conseguimos fazer o nosso jogo e colocar a nossa ideia em campo. Isso desconcentrou-nos e não conseguimos dominar os momentos do jogo. Foi uma primeira parte muito má, mais pelo que não conseguimos fazer, do que pelo que o Santa Clara produziu.

Na segunda parte, fomos conseguindo [criar desequilíbrios], mas sem a qualidade que nos permitisse chegar ao empate e depois à vitória. Não fomos competentes para conseguir outro resultado. Dou os parabéns ao Santa Clara pelo jogo que fez e pela vitória.

Claramente [que foram 45 minutos desperdiçados na primeira parte]. Já fizemos partes de jogos menos conseguidas, mas a ideia estava lá. Hoje, nem isso. Não tivemos paciência, nem conseguimos circular a bola. Tudo correu mal. Penso que acreditávamos que, com o tempo, iríamos criar oportunidades e marcar. Não fomos competitivos na primeira parte e depois não reagimos.

Até somos das equipas que marca mais golos a partir do banco. Temos jogadores que entram e conseguem criar desequilíbrios. Mas é uma tarefa difícil conseguir isso nos jogos todos. Quando as coisas começam mal, é difícil alterá-las a partir de determinado momento.

Não há pressão [por causa da classificação]. Temos a nossa pressão e a nossa exigência. Colocámos a fasquia alta. Temos adversários muito competentes e bem orientados, como o de hoje, com bons jogadores. É natural sentirmos mais dificuldades, mas compete-nos encontrar soluções.

Não falo do árbitro [sobre o alegado fora de jogo no lance do penálti que deu o golo ao Santa Clara], pois ele faz parte do jogo. Tem todo o direito de errar, como eu errei e os meus jogadores. Custa-me é que o videoárbitro erre. Ele foi criado para corrigir erros grosseiros”.

João Henriques (treinador do Santa Clara): “Estrategicamente, a interpretação dos jogadores foi muito bem conseguida. Na primeira parte, dificultámos o bom processo ofensivo do Famalicão e conseguimos com que não ligassem jogo nem por dentro, nem por fora. Além disso, recuperámos bolas e criámos perigo. Estávamos à espera que o Famalicão entrasse forte na segunda parte, mas depois de mudarmos o nosso posicionamento, voltámos a ficar confortáveis no jogo. O nosso processo ofensivo e as nossas transições foram bem conseguidas. A exibição deu continuidade à da jornada anterior, em que não conseguimos pontos por manifesta infelicidade [derrota com o Vitória de Guimarães, por 1-0, aos 90+1]. Provámos que o Santa Clara tem a equipa estabilizada para a segunda volta.

O Famalicão, apesar de extremamente confortável, começa a ambicionar outras coisas. Com 31 pontos na primeira volta, o Famalicão vai querer manter a posição para lutar por uma Liga Europa. Não éramos favoritos para o jogo. Ao retirarmos bola e não deixarmos construir o Famalicão, sabíamos que o nervosismo iria surgir. Mas sabíamos que essa ansiedade só aumentaria se conseguíssemos fazer golo. Soubemos esconder a bola, apesar do Famalicão ter uma boa reação à perda.

Começámos a época a perder em casa com o Famalicão [1-0]. Hoje, tínhamos de retificar esses três pontos perdidos injustamente em casa. Fomos superiores nesse jogo. Hoje, voltámos a ser superiores ao Famalicão. São três pontos num longo caminho rumo à manutenção.

A ‘estrelinha’ é sempre necessária [para vencer]. Fomos audazes e hoje a ‘estrelinha’ acompanhou. Houve jogos que perdemos na fase final. Mas hoje mantivemos a baliza a zeros e o Marco não teve de fazer uma defesa difícil. Tivemos ‘estrelinha’, mas fomos competentes.

Não vi ainda a repetição do penálti. Parece que a falta existe, mas há uma discussão sobre se é fora de jogo ou não. Deixo isso ao critério do videoárbitro.

[O Anderson Carvalho] É um dos nossos reforços deste mercado. Foi um jogador importante na época anterior, até ao momento da lesão. É um jogador importante dentro de campo e dentro do balneário. Com o conforto da vitória, há mais jogadores que vão crescer dentro do plantel. Acreditamos que a nossa segunda volta vai ser melhor do que a primeira”.

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Futebol

SC Braga vence Sporting e segue na Taça de Portugal

Em Alcochete

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Foto: Twitter

O SC Braga venceu, este domingo, o Sporting por 3-0, em Alcochete, e seguiu para os quartos de final da Taça de Portugal de futebol feminino, numa partida em que soube sempre gerir os acontecimentos em seu proveito.

As bracarenses chegaram ao intervalo a vencer por 2-0, com golos de Farida Machia (01 minuto) e Laura Luís (33), fechando o marcador já nos descontos, por Hannah Keane (90+5), conseguindo o primeiro triunfo sobre as ‘leoas’ em três encontros disputados nesta época.

Após o golo de Farida Machia, logo aos 24 segundos, na recarga a um cabeceamento à trave de Laura Luís, as visitantes não se remeteram à defesa e, pelo contrário, foram à procura de ampliar o marcador frente a um Sporting que acusou demasiado a contrariedade.

Laura Luís esteve perto de ampliar por duas vezes (14 e 25 minutos), antes de acertar, finalmente, nas redes de Inês Pereira (33), solicitada no coração da área por Machia, fazendo o 2-0 com que se chegou ao intervalo.

Na segunda parte, o Sporting foi à procura de recuperar a desvantagem e entrou mais forte, mas não teve discernimento no último terço do terreno e raramente conseguiu encontrar o caminho da baliza.

Um cabeceamento de Hannah Wilkinson (80) à figura da guarda redes minhota e um remate ao lado de Fátima Pinto (81) foram as exceções numa fase em que o volume ofensivo das ‘leoas’ não se traduzia em lances de perigo para as bracarenses.

E foi, precisamente, com a equipa de Susana Cova completamente balanceada para o ataque que as visitantes, num dos raros lances de perigo criados na segunda parte, chegaram ao 3-0 final, através de um contra-ataque de Uchendo finalizado por Hannah Keane (90+5).

Jogo no Estádio Aurélio Pereira, em Alcochete.

Sporting – SC Braga, 0-3.

Ao intervalo: 0-2.

Marcadores:

0-1, Farida Machia, 01 minuto.

0-2, Laura Luís, 33.

0-3, Hannah Keane, 90+5.

Equipas:

– Sporting: Inês Pereira, Ana Borges, Carole Costa, Nevena Damjanovic, Wibke Meister (Joana Marchão, 64), Tatiana Pinto, Joana Martins (Rita Fontemanha, 77), Fátima Pinto, Diana Silva, Raquel Fernandes e Carolina Mendes (Ana Capeta, 46, Hannah Wilkinson, 52).

(Suplentes: Patrícia Morais, Mariana Azevedo, Joana Marchão, Ana Capeta, Rita Fontemanha, Neuza Besugo e Hannah Wilkinson).

Treinadora: Susana Cova.

– SC Braga: Marie Hourihan, Rayanne Machado, Jana (Francisca Cardoso, 90+1), Diana Gomes, Ágata Filipa, Vanessa Marques, Regina Pereira, Shade Pratt (Daniuska, 90+1), Hannah Keane, Farida Machia (Inês Maia, 73) e Laura Luís (Uchendu, 65).

(Suplentes: Rute Costa, Babi, Uchendu, Daniuska, Francisca, Inês Maia e Ana Teles).

Treinador: Miguel Santos.

Árbitra: Telma Frade (AF Viseu).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Regina Pereira (88) e Carole Costa (90+3).

Assistência: cerca de 300 espetadores.

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