Seguir o O MINHO

Região

Conhecido ator brasileiro visitou o Minho e ficou nas nuvens

em

O ator brasileiro Henri Castelli, que ficou famoso pela participação em telenovelas como “Malhação”, “Belíssima” e “Cobras e Lagartos”, passou este fim de semana por vários locais do Minho, em visita, e ficou encantado.

Na rede social Instagram, onde partilhou fotografias em Guimarães, Anais, concelho de Ponte de Lima, e Gerês, o ator de 40 anos manifestou particular encanto por este último local.

“Região do Gerês, em Portugal, uma das mais lindas que conheci!”, escreveu.

O também modelo, que passou ainda por Braga e Esposende, encontra-se em Portugal desde o início do mês, onde terá comprado uma casa, na zona de Lisboa.

Anúncio

Braga

Academia do Minho declara “estado de emergência 2.0” nos Serviços de Ação Social

Cortes no apoio financeiro

em

A Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM) declarou hoje o “estado de emergência 2.0” dos Serviços de Ação Social da instituição, anunciando que votará contra o corte anunciado de cerca de 60% no orçamento daquelas prestações.

Em comunicado enviado hoje à Lusa, a AAUM justifica o alerta dizendo que “cortar na ação social é romper o contrato social que norteou o modelo de financiamento tripartido das instituições de ensino superior, de garantia de acesso para todos, independentemente das suas condições sociais e económicas”.

Os estudantes minhotos avisam que o corte na verba para a Ação Social da Universidade do Minho (SASUM) de 650.000 euros, em 2019, para “apenas 250.000 euros”, em 2020 vai ter consequências.

“Um desinvestimento que, para efeitos de equilíbrio orçamental, obriga a que os SASUM se vejam obrigados a adiar decisões no âmbito da gestão de recursos humanos e nos investimentos em capital, nomeadamente obras e requalificações necessárias, deixando a adivinhar uma redução na qualidade dos serviços oferecidos e a incapacidade destes serviços para fazer face a desafios no que concerne à gestão e requalificação dos espaços e serviços afetos aos SASUM, como os complexos desportivos, bares, cantinas ou residências”, lê-se.

A AAUM lembra que no dia 29 de novembro o Governo e os representantes das Instituições de Ensino Superior portuguesas, com a exceção da Universidade dos Açores, “assinaram um contrato para a legislatura, com o objetivo de fixar um quadro estável e planeado do financiamento público para o ensino superior no quadriénio 2020-2023”.

No “contrato para a legislatura”, refere a AAUM, “o Governo compromete-se a acrescer 5% a dotação de orçamento das Instituições já em 2020 e, ainda, mais 2% anualmente até 2023, destacando que este aumento consagra, desde logo, a reposição integral da redução do valor das propinas de primeiro ciclo a partir de 2019 e um valor adicional para fazer face a outros encargos entretanto assumidos, para além de destacar que os orçamentos das instituições não estarão sujeitos a cativações ou reduções em qualquer das suas fontes de financiamento ou rúbricas”.

Segundo a AAUM, “nesses encargos, deverão (ou deveriam) estar presentes um conjunto de valores associados à execução da estratégia governativa – as valorizações remuneratórias, o descongelamento de carreiras ou a execução do Plano de Regularização de Vínculos Precários na Administração Pública (PREVPAP), entre outros compromissos assumidos pelas instituições”.

Por outro lado, explana o texto, de acordo com o Reitor da UMinho, em entrevista à RUM a 26 de novembro, “este acordo não chega para cobrir despesas adicionais com as quais a UMinho está comprometida”, acrescentando que “não será possível responder a necessidades, por exemplo, ao nível do edificado”.

Há “duas metas claras” entre os objetivos estratégicos fixados: “O aumento da taxa média de frequência no ensino superior de cinco para seis em cada 10 jovens com 20 anos, até 2030 e o aumento do investimento global em I&D para 3% do PIB até 2030. Objetivos com os quais a UMinho se comprometeu, num cenário predefinido através deste contrato, ainda que não se manifestem no orçamento da instituição para 2020”, enumera.

A academia acrescenta ainda que “no que diz respeito aos estudantes, a ausência de estratégia para a ação social, cujo contrato de legislatura, inclui apenas uma medida relacionada com o aumento de estudantes bolseiros de ação social direta para 90.000 beneficiários”.

A comunidade académica do Minho destaca ainda que “continua sem respostas claras sobre a concretização do Plano Nacional de Alojamento no Ensino Superior, não obstante dos compromissos novamente assumidos pelo governo, relativos à criação de mais 11.530 camas até 2023”.

Face ao cenário traçado, a AAUM deixa uma garantia, depois de questionar “se pode este “contrato para legislatura” ser assumido como uma medida positiva quando a sua principal consequência passa por um desinvestimento” na ação social e nas condições de integração e bem-estar de todos os estudantes

“No que concerne à Associação Académica da Universidade do Minho, não apreciaremos ou votaremos favoravelmente qualquer documento que vise uma redução no orçamento destinado aos SASUM”, anunciam.

Continuar a ler

Famalicão

Área Metropolitana do Porto aprova entendimento entre Santo Tirso e Trofa com Famalicão

Associação de municípios MobiAve

em

Foto: DR / Arquivo

A Área Metropolitana do Porto (AMP) aprovou, esta sexta-feira, por unanimidade o memorando de entendimento sobre as linhas intermunicipais que atravessam concelhos de Famalicão, Santo Tirso e Trofa e que vai permitir que estes municípios se constituam como associação.

O momento da aprovação deste documento levou o presidente da Câmara da Trofa, Sérgio Humberto, a abandonar a reunião do Conselho Metropolitano do Porto (CmP) de 25 de outubro, depois de uma troca de acusações com o presidente daquele órgão, Eduardo Vítor Rodrigues.

Na reunião de hoje, o presidente do CmP, que convidou como observador o presidente da Câmara de Vila Nova de Famalicão, município que não integra a AMP, reiterou que este era um processo complexo que levou o seu tempo e que obrigou a uma abordagem jurídica.

Por seu turno, o presidente da Câmara de Santo Tirso, Alberto Costa, salientou que a assinatura deste memorando não implica a assunção de compromissos financeiros para os restantes municípios, além da Trofa, destacando a importância da constituição de uma nova autoridade de transportes para a gestão dos interesses comuns dos três municípios.

Já o presidente da Câmara da Trofa, Sérgio Humberto, frisou o caráter “único” do processo desencadeado por estes três municípios, que aguardavam apenas o parecer da AMP para “lançar o concurso” de transportes para aquele território.

Na reunião de 25 de outubro, o autarca envolveu-se numa troca de palavras com Eduardo Vítor Rodrigues.

À data, os municípios da Trofa e Santo Tirso pretendiam que reunião seguinte da CmP, marcada para 06 de dezembro, fosse alterada para data anterior, para permitir que o memorando de entendimento sobre as linhas intermunicipais que atravessam os dois concelhos e ainda o município de Famalicão, fosse incluído na ordem de trabalhos da assembleia municipal de 02 de dezembro.

Os três municípios pretendem constituir-se como Associação de Municípios, a MobiAve, cuja criação está dependente de um entendimento com a AMP que, como autoridade de transporte, gere a rede.

A constituição da associação já teve luz verde da Comunidade Intermunicipal do Ave (CIM do Ave), que, em matéria de autoridade de transportes gere o concelho de Famalicão, faltando uma decisão da AMP, relativamente aos municípios de Santo Tirso e Trofa.

Na reunião de hoje, o autarca de Famalicão, Paulo Cunha, agradeceu o voto de confiança da AMP e sublinhou que o projeto em causa vai representar uma melhoria das condições de acessibilidades para os habitantes não só daqueles três municípios, como também dos que diariamente se descolam para aquele território por motivos profissionais.

Na reunião, o presidente da Câmara da Trofa anunciou ainda que o Tribunal de Contas já deu luz verde ao projeto da construção dos paços do concelho.

Continuar a ler

Guimarães

Mulher ferida após cair numa mina, em Guimarães

Em Moreira de Cónegos

em

Foto: BV Vizela (Arquivo)

Uma mulher, de 67 anos, ficou com ferimentos na sequência de uma queda, numa mina de água, em terreno florestal, ao final da tarde desta sexta-feira, disse a O MINHO fonte dos bombeiros. Desconhece-se o tamanho da queda mas o poço “não tinha muita profundidade”, disse a mesma fonte.

O alerta foi dado às 17:50 para uma situação de trauma em terreno na Rua Dona Laurinda Ferreira Magalhães, em Moreira de Cónegos, concelho de Guimarães. Para o local foram oito operacionais dos Bombeiros de Vizela com uma ambulância e uma viatura de desencarceramento, para resgate da vítima.

Foi transportada para o Hospital de Guimarães com ferimentos considerados “ligeiros”. Desconhece-se as circunstâncias da queda.

Continuar a ler

Populares