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Região

Conhecido ator brasileiro visitou o Minho e ficou nas nuvens

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O ator brasileiro Henri Castelli, que ficou famoso pela participação em telenovelas como “Malhação”, “Belíssima” e “Cobras e Lagartos”, passou este fim de semana por vários locais do Minho, em visita, e ficou encantado.


Na rede social Instagram, onde partilhou fotografias em Guimarães, Anais, concelho de Ponte de Lima, e Gerês, o ator de 40 anos manifestou particular encanto por este último local.

“Região do Gerês, em Portugal, uma das mais lindas que conheci!”, escreveu.

O também modelo, que passou ainda por Braga e Esposende, encontra-se em Portugal desde o início do mês, onde terá comprado uma casa, na zona de Lisboa.

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Região

“Restrições aéreas do Reino Unido sem fundamento científico”

Diz Siza Vieira

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Pedro Siza Vieira. Foto: DR / Arquivo

O ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, considerou hoje que a decisão do Reino Unido de deixar Portugal fora da lista de destinos seguros para viajar não tem fundamento científico, mesmo com o critério que o país escolheu seguir.

O ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital participava numa conferência organizada em conjunto pelas agências de notícias Lusa e a espanhola EFE, com o tema “Turismo em tempos de covid-19”, quando considerou que a decisão do Reino Unido, um dos principais mercados turísticos para Portugal, foi tomada “sem fundamento científico, mesmo adotando o critério que decidiu seguir”.

“São situações completamente diferentes, o que se passa em Lisboa e no resto do território, que tem níveis muito baixos de incidência”, acrescentou.

O governante sublinhou também que o nível de disponibilidade do sistema de saúde nacional nunca esteve em ‘stress’, conseguindo, assim, dar resposta à pandemia.

O Reino Unido é o principal mercado emissor de turistas para Portugal, tendo representado 19,2% das dormidas de estrangeiros em 2019 e vindo a registar sucessivos crescimentos desde 2013, apenas interrompidos em 2018, de acordo com dados do INE.

Os destinos preferenciais dos hóspedes britânicos foram o Algarve (63,4% das dormidas do mercado), a Madeira (18,5%) e a Área Metropolitana de Lisboa (10,8%).

Em 03 de julho, o Reino Unido anunciou quais os “corredores de viagem internacional” que iria retomar a partir de dia 10 do mesmo mês, excluindo Portugal dessa lista.

A diplomacia portuguesa já reagiu, considerando a decisão do Reino Unido de excluir Portugal dos “corredores de viagem internacionais” como um “absurdo”, “errada” e que causa “muito desapontamento”, trazendo ainda graves consequências económicas e de confiança recíproca.

Na conferência de hoje, Pedro Siza Vieira disse ainda estar convencido de que Portugal, “pela sua capacidade de se apresentar ao mundo como destino seguro”, com uma grande diversidade de paisagens e ambientes culturais, vai voltar ao centro as preferências dos consumidores.

“Durante este tempo, que daqui medeia até recuperarmos o fluxo de viagens que todos esperamos, é muito importante termos a capacidade de suportarmos as milhares de empresas, muitas delas pequenas e médias empresas, que vão ter um volume de negócios muitíssimo reduzido durante este ano, que precisam de ser preservadas o mais possível no seu conhecimento, porque isso é que faz o sucesso de um destino turístico”, reiterou.

Pedro Siza Vieira considerou necessário investir nos fatores de competitividade futura, como a sustentabilidade, a digitalização e a qualificação dos recursos humanos.

“Vamos continuar a investir naquilo que são os novos destinos do país, o turismo de natureza […], reconverter edifícios em parques, […] apoiar a reconversão de unidades de alojamentos para um sistema de mais economia circular, maior eficiência energética”, garantiu o ministro.

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Barcelos

Polícia Judiciária faz buscas na Associação Comercial e Industrial de Barcelos

Investigação

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Foto: ACIB

A Polícia Judiciária (PJ) de Braga está a fazer buscas na Associação Comercial e Industrial de Barcelos (ACIB), confirmou O MINHO junto de fonte daquela força policial.

A PJ apenas confirmou as buscas, remetendo para mais tarde mais informação sobre o assunto.

No entanto, o Jornal de Barcelos, que avança a notícia, diz que em causa estão alegados crimes de fraude que envolvem milhões de euros. E que também houve três buscas domiciliárias.

(em atualização)

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Ave

Iberdrola refloresta 1.000 hectares e contribui para recuperar áreas ardidas

Abrange Cabeceiras de Basto

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Barragem de Daivões. Foto: DR / Arquivo

A Iberdrola vai reflorestar cerca de 1.000 hectares com cerca de 250 mil árvores e plantas e contribuir para a recuperação de áreas ardidas, no âmbito das medidas compensatórias do Sistema Eletroprodutor do Tâmega.

As medidas de compensação, que decorrem da construção das barragens de Daivões, Gouvães e Alto Tâmega, estão a ser implementadas durante a fase de obras e continuarão durante a exploração do projeto.

A elétrica espanhola destacou hoje algumas das ações em curso e referiu que o orçamento para este programa de compensação de fauna e flora está estimado em 10,2 milhões de euros.

A Declaração de Impacto Ambiental (DIA) do SET estabeleceu a necessidade da realização de medidas para compensar, do ponto de vista ecológico, os impactos da construção do empreendimento que deverá estar concluído em 2023.

Em comunicado, a Iberdrola disse que tem estado a trabalhar em colaboração com o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) na elaboração de ações que “fomentem o ecossistema natural” dos municípios abrangidos pelo empreendimento.

“No total a área a reflorestar e melhorar, desde o ponto de vista da biodiversidade, é de aproximadamente 1.000 hectares, com uma previsão de plantação de mais de 250 mil árvores e plantas”, apontou.

Na implementação destas medidas, segundo a elétrica, está a ser feito um trabalho conjunto com as câmaras municipais abrangidas pelo projeto do Tâmega, nomeadamente com Boticas, Cabeceiras de Basto, Vila Pouca de Aguiar, Ribeira de Pena e Chaves.

“Os objetivos desta colaboração são, por um lado, promover a contratação de empresas e associações locais e, por outro envolver as comunidades nestas ações”, frisou a empresa.

As ações compensatórias são, de acordo com a Iberdrola, “uma grande oportunidade nestes municípios para a recuperação das áreas queimadas”.

“A questão preocupante dos incêndios foi uma grande prioridade no redesenho da flora regional, com a plantação de várias árvores autóctones de reduzida inflamabilidade, em locais estratégicos, com o objetivo de impedir a propagação de fogos florestais”, explicou.

O programa prevê ainda a rearborização de sobreiros, com o cultivo desta espécie numa área, aproximadamente, 50% maior do que a do povoamento afetada, totalizando a plantação de 18 mil sobreiros.

“As medidas de compensação de fauna e flora projetarão a conceção de uma floresta mais variada e funcional, com a criação de corredores ecológicos, que irão permitir uma melhoria na conectividade biológica em toda a envolvente dos espaços florestais”, referiu.

Estes corredores, segundo a empresa, “vão possibilitar o deslocamento de animais de áreas isoladas, garantindo maior interação entre as populações das várias espécies e contribuindo para a sua sobrevivência através do aumento da diversidade genética e disponibilidade de alimento”.

A Iberdrola apontou ainda a restauração das galerias ripícolas, com o objetivo de “serem criadas condições para uma maior sobrevivência de várias espécies”.

“Como exemplo, a toupeira de água, animal que necessita de um habitat propício e requisitos particulares para prosperar, o que o torna um bioindicador, está a ser alvo de extraordinário processo de intervenção”, salientou.

A empresa explicou ainda que “várias espécies protegidas estão a ser transferidas e produzidas através de técnicas laboratoriais que asseguram a manutenção do ecossistema natural destas localidades e o renascimento melhorado de toda a fauna e flora autóctones”.

Entre as medidas compensatórias pela construção do SET, destaca-se também o centro de reprodução do mexilhão-de-rio, instalado no Parque de Natureza e Biodiversidade, em Boticas, e que é único na Península Ibérica.

Trata-se de uma espécie (margaritífera margaritífera) ameaçada, que chegou a ser dada como extinta em Portugal e foi redescoberta de uma forma fortuita, em 2009, em Boticas, travando a construção da barragem de Padroselos, que estava inicialmente prevista no SET.

O SET é um dos maiores projetos hidroelétricos na Europa, nos últimos 25 anos, contemplando a construção de três barragens (Daivões, Gouvães e Alto Tâmega) e um investimento de 1.500 milhões de euros.

O complexo, que deverá estar concluído em 2023, contará com uma potência instalada de 1.158 megawatts (MW), alcançando uma produção anual de 1.760 gigawatts hora (GWh), ou seja, 6% do consumo elétrico do país.

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