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Braga

Confusão na reabertura da Loja do Cidadão de Braga

Covid-19

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Foto: O MINHO

A confusão instalou-se hoje na reabertura da Loja do Cidadão de Braga com longas filas à porta e protestos de utentes que esperavam e desesperavam para ser atendidos.


Ao início da tarde, seriam cerca de 50 a 60 pessoas aglomeradas à entrada daquele serviço, no Centro Comercial Granjinhos, sem cumprir o distanciamento social obrigatório.

“Havia muita aglomeração e muitos cidadãos que estavam irritados pelo facto de não terem informações. Vi muita gente aborrecida com o que estava acontecer, gritavam que também pagam impostos e não podiam ser maltratados”, relata a O MINHO um dos presentes que pediu para não ser identificado.

No seguimento do plano de desconfinamento do governo, as lojas do cidadão reabriram hoje em todo o país – à exceção da área metropolitana de Lisboa.

Os atendimentos tinham que ser agendados previamente. Quem não efetuasse marcação não seria atendido. O agendamento poderia ser feito por telefone e/ou através da internet.

No entanto, de acordo com o cidadão que expôs a situação a O MINHO, nem o atendimento telefónico nem a marcação na internet funcionaram em condições.

“Tentei ligar diversas vezes, não consegui. E as pessoas não conseguiam fazer o agendamento através da internet porque o site estava sempre instável”, aponta. Só após um mail a reclamar da situação é que este utente conseguiu ser atendido e completar a tarefa que o tinha levado ali: levantar o passaporte.

“Havia muita gente, muitos idosos inclusivamente, e toda a gente ali a tentar perceber o que estava a acontecer e eles [na loja] não tinham informação para dar às pessoas, que estavam muito nervosas. Tinham que se organizar de melhor forma. Podiam organizar filas, sabendo que ia haver uma grande procura dos serviços”, critica.

O MINHO tentou contactar telefonicamente a Loja do Cidadão de Braga para obter esclarecimentos, mas as chamadas não foram atendidas.

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Braga

Feira do Livro virtual de Braga regista cinco mil visitas

Cultura

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Foto: Divulgação

A Feira do Livro de Braga, que arrancou virtualmente na sexta feira, dia 03, contou já com a visita de mais de cinco mil pessoas. A este número juntam-se ainda 500 pessoas que assistiram, nestes primeiros seis dias, às várias sessões do programa cultural promovido pelo Município e pelo mecenas do evento, o dstgroup.

Fonte da empresa municipal InvestBraga adiantou, hoje, que a programação cultural da 29.ª edição conta com várias “Conversas em streaming” com autores nacionais e estrangeiros, passatempos, ofertas de livros e também iniciativas da responsabilidade do patrocinador principal, há mais de 25 anos, o dstgroup, dirigido por José Teixeira.

Nesta edição digital, e para o mundo, é possível visitar entre livrarias, editoras e alfarrabistas, 20 expositores presentes na feira através de um Virtual Tour, e adquirir diversos os produtos a partir da plataforma de vendas online, Dott, que conta com mais de cinco mil livros.

A viagem virtual pela feira inicia-se numa «street view» das avenidas onde a feira tinha usualmente lugar e é nesse espaço que é possível entrar em cada um dos stands dos diferentes expositores para consultar os seus catálogos de livros. Nessa fase, os  visitantes são direcionados para a loja online da Feira, onde podem efetuar todo o processo de compra dos produtos escolhidos. A entrega das encomendas fica, por sua vez, a cargo dos CTT.

De referir que a Feira do Livro é uma organização do Município de Braga e da InvestBraga em estreita colaboração com a Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, com a The Book Company | Booktailors, os CTT e a DOTT e com o mecenato da dst group.

A feira virtual está disponível desde o dia 3 e prolonga-se até ao dia 03 de setembro de 2020.

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Braga

Advogados querem que brasileira detida na Cairense deixe de se apresentar na PSP

Provas de que se prostituía são “meras conjeturas”

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Imagem via Google Maps

O Tribunal Central Administrativo do Norte rejeitou um recurso do SEF e confirmou a decisão do Administrativo de Braga de suspender a expulsão de uma cidadã brasileira, a qual não chegou a sair de Portugal, devido à interposição de uma providência cautelar.

A imigrante havia sido detida, em dezembro, com outras sete mulheres, numa operação policial na Residencial Cairense em Braga. Agora, o seu advogado de defesa, João Magalhães que representa, ainda, outra cidadã brasileira detida na mesma noite na Cairense, pediu à juíza que anule a obrigatoriedade de as duas se apresentarem semanalmente na PSP.

‘Rusga’ em ‘casa de alterne’ de Braga termina com identificação de 28 mulheres e 50 clientes

No requerimento, o jurista lembra que, e conforme o MINHO noticiou, o Administrativo de Braga já considerara, na sua sentença, não ter ficado provado que a mulher trabalhasse no alterne ou na prostituição já que foi encontrada a tomar café naquela unidade hoteleira.

O Tribunal do Norte, a segunda instância, confirmou esta versão e diz que o SEF a expulsou com base em “meras conjeturas, não demonstradas e apenas com provas indiciárias”.

Embora o advogado não o especifique, a verdade é que, se a medida de coação de apresentações semanais na Polícia não for revogada, as duas imigrantes terão de ali se deslocar ao longo de vários anos, já que, como é sabido e não se prevê que tenha alteração a breve prazo, um processo no Tribual Administrativo de Braga pode durar seis a dez anos a ser decidido, por falta de juízes e de salas.

“É inaceitável e inconcebível que o Estado Português e o Tribunal continue a tratar a aqui Requerente , como uma prostituta. Quando, na verdade, a mesma, tem uma Sentença do Tribunal Administrativo Fiscal de Braga e um Acórdão do Tribunal Central Administrativo do Norte, que prova, inegavelmente, que a mesma não se encontra em território português a prostituir-se. Encontrando-se sim, à procura de emprego, na tentativa de se estabilizar profissional e economicamente”, lê-se no requerimento.

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Braga

Braga prevê investir 11 milhões na requalificação do parque escolar

Investimento público

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Foto: DR

O município de Braga prevê investir, até ao final do próximo ano letivo, cerca de 11 milhões de euros em obras de requalificação do parque escolar concelhio, entre as quais seis “grandes intervenções de fundo”, disse hoje o presidente da câmara à Lusa.

Ricardo Rio adiantou que, naquelas seis escolas, serão investidos oito milhões de euros.

Hoje, foi publicado, em Diário da República, o concurso público para a requalificação da Escola Básica de Figueiredo, pelo preço-base de 1,4 milhões de euros. Os interessados têm 30 dias para apresentação de propostas, sendo o prazo de execução de um ano.

Entretanto, os alunos terão aulas em contentores. “São contentores com todas as condições”, acentuou Ricardo Rio.

Igualmente em concurso está a requalificação da Escola Básica de São Pedro de Este, pelo valor de 1,2 milhões de euros.

Para breve, está previsto o lançamento dos concursos para obras “igualmente de fundo” nas escolas de Nogueira, S. Vicente, Ponte Pedrinha e Bairro Económico.

Segundo Ricardo Rio, estão igualmente previstas intervenções de “menor monta” noutras escolas, que, no total, poderão ascender a perto de três milhões de euros. É o caso da escola de Sequeira, já em concurso público por 177 mil euros.

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