Seguir o O MINHO

Braga

Confiança vai a hasta pública esta sexta-feira (com várias empresas interessadas)

Em Braga

em

Antiga fábrica Confiança, em Braga. Foto: Sérgio Freitas / CM Braga

A Câmara de Braga recebeu, nos últimos meses, vários pedidos de consulta oriundos de empresas do setor imobiliário, para análise do projeto e do caderno de encargos da venda, por um mínimo de 3,6 milhões de euros, do prédio da antiga fábrica Confiança, cuja hasta pública decorre esta sexta-feira, de manhã, no Gnration.

Além das empresas, recebeu correspondência eletrónica de vários membros da Plataforma de Cidadãos “Salvar a Confiança” manifestando interesse em consultar o caderno de encargos.

O presidente da Câmara, Ricardo Rio, repetiu a O MINHO o que já havia declarado, com ironia, à RUM- Rádio Universitária do Minho: “ Se os próprios opositores à venda manifestam a intenção de comprar, seguramente que os investidores também o farão”, firmou.

O autarca reafirma que o município está “em condições de concretizar uma opção legítima dos órgãos municipais, a de concretizar a venda e acelerar de uma vez por todas o processo de regeneração daquela zona”.

Residência universitária

O caderno de encargos – recorde-se – obriga a que ali seja construída uma residência universitária, que a Câmara estima possa ter cerca de 300 camas. O PIP- o projeto para o prédio – tem pareceres favoráveis da Direção Regional de Cultura do Norte e do Conselho Nacional de Cultura.

A venda foi contestada pela Plataforma que intentou, há dias, no Tribunal Administrativo, uma providência cautelar contra a alienação. Mas o Tribunal ainda não decidiu, até porque a Câmara tem prazo para responder, o qual anda não terminou.

A este propósito, Ricardo Rio lembrou, recentemente, que outras duas providências cautelares anteriormente interpostas para parar o processo de venda “ficaram pelo caminho, com o tribunal sempre a dar razão à Câmara”.

Pareceres que são obrigatórios já que se trata de um edifício em processo de classificação.

A fábrica Confiança foi inaugurada em 1921, tendo produzido perfumes e sabonetes até 2005. Em 2012, foi adquirida pela Câmara, então presidida pelo socialista Mesquita Machado.

Chegou a ser aberto um concurso de ideias para o edifício, mas entretanto em 2013 a Câmara mudou de mãos e em setembro de 2018 a nova maioria PSD/CDS-PP/PPM votou pela venda, alegando que, por falta de fundos disponíveis para a reabilitação, o edifício se apresenta em “estado de degradação visível e progressiva”.

Anúncio

Braga

Casal ferido após despiste na variante em Braga

Variante Sul

em

Foto: O MINHO

Um homem e uma mulher sofreram ferimentos na sequência de um despiste rodoviário na variante Sul de Braga, na tarde deste sábado.

Ao que apurámos, a viatura terá entrado em despiste, colidindo com um dos separadores de cimento laterais.

Foto: O MINHO

Uma das vítimas terá perdido a consciência na sequência do embate, mas acabou por recuperar os sentidos.

No local estiveram dois operacionais dos Bombeiros Sapadores de Braga e a equipa médica da VMER de Braga.

Foto: O MINHO

GNR e Brisa (concessionária da via rápida) registaram a ocorrência.

Continuar a ler

Braga

Braga: Grupo ABB suspeito de corromper ex-autarca de Santarém

Com 300 mil euros

em

Foto: DR

A Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária está a investigar um pagamento do grupo bracarense ABB ao antigo presidente da Câmara de Santarém, Francisco Moita Flores.

Em causa está um valor de 300 mil euros que, suspeita o Ministério Público, terá sido utilizar para corromper o autarca relativamente ao negócio de um parque de estacionamento que a construtora bracarense terá construído.

De acordo com o jornal Expresso deste sábado, a sede da Luságua, empresa do grupo ABB, foi alvo de buscas por parte de inspetores da PJ no final de 2019, numa operação que conheceu desenvolvimentos durante esta semana, depois da empresa Antinomia, que pertenceu a Moita Flores, ter também sido alvo de buscas.

O MP, através de uma investigação levada a cabo pela procuradora Sónia Setúbal, indica que as suspeitas começaram depois de um concurso público para construir um parque de estacionamento subterrâneo na Avenida da Liberdade, no centro daquela cidade ribatejana. Em 2008, a ABB ganhou o concurso da construção e da exploração do estacionamento, mas o contrato foi alterado em 2009, com a redução de quase 200 lugares de estacionamento pago.

De forma a compensar a empresa pela subtração de estacionamentos, foi paga uma indemnização de 1,8 milhões de euros, que a empresa recebeu em 2010. Pouco depois de ter recebido a quantia, a empresa Emasisa, do grupo ABB, transferiu 300 mil euros para a firma Introsys, uma empresa de robótica que Moita Flores foi presidente e que pertence agora aos filhos.

Poucos dias depois dessa transferência, a Introsys transferiu 250 mil euros para a Antinomia, empresa de produção de vídeo gerida pela mulher do antigo autarca.

O MP suspeita que este círculo de pagamentos serviu para o grupo ABB corromper Moita Flores.

Moita Flores fala em dívida dos filhos

O antigo autarca e ex-inspetor da Polícia Judiciária diz que o pagamento dos filhos à mulher foi para saldar uma dívida que estes tinham para com ele. Moita Flores diz ter fundado essa empresa em 2002, com os filhos, tendo emprestado 400 mil euros para “alavancar” o negócio.

Explica ainda que a empresa dos filhos tinha aquela dívida que os impedia de contrair empréstimos, pelo que a mesma foi cobrada. Quanto aos restantes 150 mil euros em falta para chegar à quantia emprestada, o ex-autarca diz ter “perdoado”.

No que diz respeito à transferência do grupo ABB para a firma de robótica gerida pela mulher, Moita Flores diz “nada saber”. Alega já não estar na firma e que, por isso, não terá que saber nada sobre as movimentações financeiras da mesma.

Moita Flores aponta esta investigação como “um grande disparate”, acusando a procuradora em questão de “montar um circo mediático”, pressionado pelo atual presidente da Câmara de Santarém.

Continuar a ler

Braga

Dois feridos após despiste em viaduto em Braga

EN 14

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Um acidente rodoviário na Estrada Nacional (EN) 14, sentido Braga-Famalicão, à entrada de Priscos, provocou dois feridos, apurou O MINHO junto de fonte dos bombeiros.

O alerta foi dado cerca das 23:20, mobilizando duas viaturas de desencarceramento e três ambulâncias de Bombeiros Sapadores e Bombeiros Voluntários de Braga e duas VMER (Famalicão e Guimarães).

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Ao que apurámos, existem dois feridos: uma mulher, com ferimentos considerados ligeiros, e um homem, o condutor, que “requer alguns cuidados”. Ambos serão jovens.

A vítima do sexo feminino foi alvo de desencarceramento manual, já o condutor conseguiu sair da viatura pelos próprios meios.

O carro terá entrado em despiste na EN 14, entre Vimieiro e Priscos, embatendo na proteção lateral do tabuleiro do viaduto da A3.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

As circunstâncias em que o despiste ocorreu estão ainda por apurar.

As vítimas foram transportadas para o Hospital de Braga.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A GNR de Braga registou a ocorrência.

(notícia atualizada às 01h12)

Continuar a ler

Populares