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Concerto da Orquestra de Guimarães com entrada livre na Igreja de S. Francisco

Marcado para as 21:30

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Foto: CM Guimarães

A Orquestra de Guimarães cumpriu mais uma Residência Artística no Paço dos Duques de Bragança que termina com um concerto, hoje, na Igreja de S. Francisco, às 21:30. A entrada é livre, condicionada aos lugares disponíveis na igreja. Esta iniciativa está inserida no Dia Internacional dos Museus.

Neste concerto, a Orquestra de Guimarães vai interpretar a Quarta Sinfonia de Gustav Mahler, sob a direção de Vítor Matos e com a participação da solista Alexandra Bernardo.

A Quarta Sinfonia foi composta nos verões de 1899 e 1900, quando se assistiu a uma grande mudança no estilo de composição de Gustav Mahler.

A canção «celestial» que se ouve no quarto andamento culminou um período em que os poemas «Des Knaben Wunderhorn» («A trompa mágica do rapaz») ocuparam uma posição dominante no seu imaginário criativo.

Inclina-se para uma postura afim à ideia do «puramente musical», o que se pode comprovar na maior sofisticação das texturas tímbricas, na alternância entre momentos protagonizados pelo maciço orquestral com outros em que prevalecem sonoridades próximas da música de câmara.

As combinações instrumentais são menos lineares do que acontecia nas sinfonias anteriores. Anuncia-se deste modo o período de maturidade do compositor.

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Ator Nuno Lopes integra elenco de nova série de criador de “Casa de Papel”

Série espanhola de grande sucesso

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O ator português Nuno Lopes vai integrar o elenco da nova série do criador de “La Casa de Papel”, Álex Pina, intitulada “White Lines”, também com selo da Netflix, foi anunciado, esta quinta-feira.

 

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It’s official! . @subtitle_talent We are delighted to announce that Nuno Lopes has been cast as, and is currently filming, one of the lead roles in Netflix’s new 10-episode drama series WHITE LINES. Written by showrunner Álex Pina (La Casa de Papel/Money Heist) and produced by Left Bank (The Crown), the cast also includes: Laura Haddock (Guardians of the Galaxy, Transformers: The Last Knight), Marta Milans (Shazam, The Pier), Juan Diego Botto (Good Behavior), and Daniel Mays (The Adventures of Tintin: The Secret of the Unicorn, Rogue One: A Star Wars Story). . . . . #nunolopes #subtitletalent #netflix #casting #announcement #actor #portugal #portuguese #portugueseactor #drama #laurahaddock #whitelines #martamilans #juandiegobotto #danielmays #television #filming #tv #alexpina #subtitlefestival #subtitlefilmfestival @academiaportuguesacinema #passaporte

Uma publicação partilhada por Nuno Lopes (@nunolopes) a

Nas redes sociais, o próprio ator partilhou um texto da agência Subtitle Talent que anunciava que o português será um dos protagonistas da nova série, com 10 episódios, escrita por Pina e produzida pela Left Bank, a mesma empresa por trás de “The Crown”.

Segundo a mesma publicação, o elenco da série, que já está em processo de filmagens, vai incluir também Laura Haddock, Marta Milans, Juan Diego Botto e Daniel Mays.

De acordo com a Deadline, “White Lines” vai ser falada em inglês e filmada até outubro, nas Ilhas Baleares, em Espanha.

A sinopse, divulgada também pela publicação especializada Variety, revela que o enredo parte da descoberta do corpo de um DJ de Manchester, 20 anos depois do seu desaparecimento em Ibiza.

“Quando a sua irmã regressa à ilha espanhola de Ibiza para descobrir o que aconteceu, a sua investigação leva-a a um mundo de discotecas, mentiras e encobrimentos”, adianta a Deadline.

Segundo a Variety, “White Lines” resulta de um acordo assinado entre a Netflix e Álex Pina, após o sucesso de “La Casa de Papel”.

Nuno Lopes, 41 anos, destacou-se no filme “São Jorge”, de Marco Martins, com o qual recebeu o prémio de melhor ator no festival de Veneza, em 2016. O filme foi o candidato português a uma nomeação para o Óscar de melhor filme estrangeiro, não tendo sido nomeado.

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Universidade do Porto lança Portal do Português

Promoção da língua portuguesa

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Foto: Site Portal do Português

O Portal do Português, lançado recentemente pela Universidade do Porto com o objetivo de “difundir a língua e a cultura portuguesa”, já se tornou num dos “cinco portais mais consultados” sobre o tema, revelou hoje um dos responsáveis.

Em declarações à Lusa, João Veloso, pró-reitor da Universidade do Porto (UP), afirmou hoje que em “apenas” duas semanas, o portal da Universidade se tornou “rapidamente” uma das plataformas sobre português mais visualizadas.

O portal, que apenas tem versão portuguesa, começou a ser desenvolvido em janeiro e visa “colocar à disposição do público” um conjunto de informações “não especializada” sobre a cultura e a língua portuguesa.

Além de “centralizar informação sobre eventos culturais”, a plataforma tem também como público alvo os estudantes universitários, oferecendo uma “panóplia” de ofertas e vagas de emprego. O objetivo é “mostrar às pessoas, particularmente aos estudantes que têm formação académica em estudos portugueses, literatura e cultura portuguesa, que essa qualificação académica é também um passaporte para oportunidades de emprego e bolsas de estudos”.

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Nova editora quer chamar a Trás-os-Montes artistas nacionais e internacionais

Projeto cultural quer ser fonte de inspiração

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Foto: Divulgação

Um novo projeto cultural propõe-se fazer de Trás-os-Montes fonte de inspiração para artistas nacionais e internacionais de diferentes áreas, e levar o nome da região além-fronteiras em capas de discos, livros, música ou pintura.

A editora Trás-os-Montes Records foi criada por uma equipa com ligações à região e é a impulsionadora da ideia com a apresentação hoje à noite num concerto no Museu Abade de Baçal de Bragança do primeiro trabalho.

A ideia nasceu em Lisboa após um evento gerado num encontro entre artistas, e resultou também neste primeiro trabalho, o disco com Maria Reis, na voz, Gabriel Ferrandini, na percussão, e o fotógrafo André Cepeda, na máquina de fumo e projeção.

Depois da apresentação em Bragança, segue em digressão por Guimarães, Porto, Viseu, Coimbra e Lisboa.

O disco tem edição limitada em LP 12′ com 220 exemplares, alguns dos quais seguem para Londres, Chicago e França, como adiantou à Lusa André Cepeda. Está também disponível para escuta e venda digital, na plataforma Bandcamp.

Depois do disco, em julho, estará por terras transmontanas, durante 15 dias a trabalhar, o fotógrafo António Júlio Duarte e, em outubro, viajará de Chicago para Trás-os-Montes o músico, cantor e compositor norte-americano Daniel Knox, para produzir um trabalho.

Outras presenças estão já confirmadas, como indicou André Cepeda, filho da mentora do projeto, Elisa Cepeda, que, junto com Nuno Fernandes e Sérgio Couto, constituem a equipa da Trás-os-Montes Records.

André é fotógrafo e todos os membros da equipa estão ligados às artes e têm ligações à região transmontana.

A ideia é convidar artistas nacionais e internacionais de diferentes áreas a criarem nesta região e usar os resultados, sejam fotografias, pinturas em diversos trabalhos “para, de uma forma espontânea, levar o nome de Trás-os-Montes para fora”.

“Esta região é um lugar que proporciona um contexto totalmente diferente”, sustentou André Cepeda.

Os promotores apresentam Trás-os-Montes como “um território de características rurais, clima agreste e geograficamente distante dos principais centros urbanos” com uma “paisagem inspiradora e única no território nacional, com as suas múltiplas montanhas cobertas por uma vegetação autóctone, vastos planaltos e planícies onde os bravos pastores alimentam os seus rebanhos”.

“O progresso tornou possível viajar no território com maior conforto, contribuindo para a proximidade das populações, proporcionando novos desafios tanto para quem aqui vive como para quem vem de fora”, acrescentam.

A nova editora não tem um espaço físico, mas garante as condições necessárias aos artistas para se instalarem e desenvolverem o trabalho, como afincou.

“Talvez um músico gostasse de gravar no meio do campo, outro numa igreja, nós iremos adaptar cada projeto às necessidades”, exemplificou.

A equipa de jovens artistas por detrás do projeto, como contou, relaciona-se com vários criadores da arte contemporânea e da música, e dessas relações que foram estabelecendo ao longo dos anos, surgiu a ideia de os levar a Trás-os-Montes.

André Cepeda vincou que este projeto “é feito através de relações humanas, da vontade de criar, partilhar e fazer vir as pessoas a Trás-os-Montes”.

Os conteúdos produzidos na região, nos diversos formatos, serão posteriormente usados na edição de discos em vinil e suporte digital, capas de discos, performances e concertos, bem como criar um arquivo para futuras exposições e publicações.

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