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Ponte de Lima

Como manda a ‘tradição’, cartaz da Feira do Cavalo de Ponte de Lima foi apresentado na Golegã

A fotografia do cavalo é da autoria do fotógrafo Aurélio Grilo e o design do cartaz de Teresa Aroso Vilaverde.

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É já tradição. O cartaz da Feira do Cavalo de Ponte de Lima foi apresentado esta semana durante a Feira Nacional do Cavalo, na Golegã, numa iniciativa que se integra na parceria estabelecida entre o Município de Ponte de Lima e o Município da Golegã para a promoção recíproca de ambos os eventos equestres.


Cartaz da Feira do Cavalo de Ponte de Lima 2019. Foto: Divulgação

“Para a edição 2019, a imagem oficial da Feira do Cavalo de Ponte de Lima retrata o poldro –
Campeão dos Campeões da XII Feira do Cavalo de Ponte de Lima, “ Nuelo das Lezírias” criação da
Companhia das Lezírias, apresentado à mão por José Miguel Barbosa”, explica a autarquia limiana.

“Este cartaz remete-nos para o ambiente festivo a que a feira do cavalo nos habituou, tendo como base a utilização das cores de Ponte de Lima: o roxo e o amarelo”, acrescenta.

Foto: Divulgação

O cartaz do evento de Ponte de Lima está já exposto na maior e mais antiga feira do cavalo nacional, na Golegã, distrito de Santarém.

A fotografia do cavalo é da autoria do fotógrafo Aurélio Grilo e o design do cartaz de Teresa Aroso Vilaverde.

A edição de 2019 da Feira do Cavalo de Ponte de Lima realiza-se, como habitualmente, na primeira semana de julho, este ano entre os dias 04 e 07, na Expolima.

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Alto Minho

Sete escolas de Ponte de Lima galardoadas com bandeira verde das Eco-Escolas

Ambiente

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Foto: Divulgação / CM Ponte de Lima

Sete escolas de Ponte de Lima foram galardoadas com a bandeira verde das Eco-Escolas, anunciou esta quinta-feira aquela autarquia do Alto Minho.

Em comunicado, a Câmara de Ponte de Lima explica que as escola abrangidas pelo galardão são o centro educativo de Facha, centro educativo das Lagoas, EB Secundária de Arcozelo, EB António Feijó, Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural, EPRALIMA e ESA-IPVC.

A autarquia explica que o programa Eco-Escolas é um “projeto educativo internacional promovido pela organização não-governamental europeia Fundação para a Educação Ambiental e desenvolvido em Portugal pela ABAE – Associação Bandeira Azul para a Europa”.

“Trata-se de um programa que pretende encorajar ações e reconhecer o trabalho de qualidade desenvolvido pelas escolas, no âmbito da Educação Ambiental para a Sustentabilidade e que tem a parceria do Município de Ponte de Lima”.

“No âmbito dos vários desafios/projetos lançados anualmente por este Programa, a Escola Básica e Secundária de Arcozelo obteve ainda o 1.º escalão em ex aequo, com o vídeo Ciclo de Vida de uma Embalagem no desafio Geração Verdão. Trata-se de um projeto desenvolvido pela Novo Verde – Entidade Gestora de Resíduos de Embalagem, e tem como principal objetivo contribuir para uma cultura de reciclagem em Portugal”, explica o município.

“Apesar das dificuldades deste ano, face à pandemia de covid-19, a Associação Bandeira Azul da Europa concluiu a avaliação das Eco Escolas, como forma de reconhecer o trabalho das escolas e dos municípios que mantiveram o empenho e se adaptaram, conseguindo continuar o trabalho de educação para a sustentabilidade deste projeto”, acrescenta a mesma nota.

A cerimónia do Galardão Eco-Escolas 2020 está agendada para o dia 30 de outubro, às 14 horas, em Lisboa e terá um formato diferente, devido às contingências da pandemia.

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Alto Minho

Armando, sozinho, apanhou 500 litros de lixo na estrada em Ponte de Lima

Ambiente

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Foto: Facebook de Armando Carriça

Convidou muita gente mas ninguém apareceu. Armando Alves Rodrigues, residente em Correlhã, concelho de Ponte de Lima, levou a cabo uma ação de limpeza da berma da estrada nacional 201, no passado sábado, recolhendo cerca de 500 litros de lixo.

Em conversa com O MINHO, o também colaborador fotográfico do nosso jornal explica que esta ação visou sensibilizar, sobretudo, condutores que atiram lixo pela janela dos carros, poluindo as bermas com plástico não degradável que, mais tarde ou mais cedo, acaba no mar.

“Lembrei-me de realizar esta ação porque de cada vez que conduzo, mete-me fastio olhar para as bermas da estrada e ver tudo cheio de plásticos”, conta. “Na passada quinta-feira, tinham acabado de limpar as valetas [silvicultura] mas o lixo ficou todo no mesmo sítio e isso deixou-me a ferver”, reclama.

Armando decidiu convocar outros voluntários através das redes sociais, onde tem milhares de seguidores fruto das fotografias que regista durante caminhadas em serras e outras zonas de natureza do Minho. Mas ninguém apareceu.

“Fui a uma mercearia logo de manhã e ia comprar os sacos mas a senhora ofereceu-me, depois de dizer para o que iriam servir. Acabei por fazer 700 metros entre o posto de combustível de Feitosa até à zona do campo de golfe”, esclarece.

Ao todo, encheu cinco sacos de 100 litros. “Num dos locais tive ajuda de uma senhora que se queixava de ter todo o tipo de lixo no quintal, atirado pelos condutores. Até fraldas lhe caíam no quintal”, explica.

Do lixo apanhado, Armando Alves, mais conhecido como Armando ‘Carriça’, destaca copos do McDonald’s, iogurtes líquidos, maços de tabaco, latas de refrigerante mas, sobretudo, garrafas de água.

“Acho que há muita gente que não tem condições de beber água, se depois não sabem onde colocar a garrafa vazia. Mais vale beberem vinho”, ironiza o vila-verdense, nascido em Aboim da Nóbrega, mas residente em Ponte de Lima há várias décadas.

Armando é um promotor de caminhadas na natureza. É o guia habitual de turistas estrangeiros na zona de Ponte da Barca, sobretudo norte-americanos e belgas, que já não dispensam os itinerários delineados pelo aboinobrense.

Também pelos trilhos que percorre com os turistas, Armando cuida para que não se deixe lixo na natureza.

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Alto Minho

Arguido assume furto na Quinta da Carcaveira, em Ponte de Lima

Assaltos milionários

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Foto: Geocaching Portugal

Rui Fernandes, um dos dez arguidos que estão a ser julgados no Tribunal de Braga por terem assaltado uma dezena de vivendas na região do Minho assumiu, sexta-feira, em Tribunal que participou no assalto feito em 2018 à Quinta da Carcaveira, na freguesia de Sá, em Ponte de Lima, mas negou ter participado noutros três assaltos, conforme é descrito na acusação do Ministério Público.

Nesta quinta foram furtados vários móveis e máquinas de jardinagem.

Interrogado pelo Ministério Público e pelo seu advogado, João Ferreira Araújo, Rui Fernandes negou ter feito parte do grupo que se introduziu na casa do cantor e músico, Delfim Júnior, em Arcos de Valdevez, de onde foram levados 230 mil euros que estavam guardados num saco, e o mesmo afirmou no que toca à intrusão no Restaurante Gaio, em Ponte de Lima, de onde foram subtraídos 180 mil euros em dinheiro.

O arguido negou, também, ter entrado numa vivenda na Areosa, Viana do Castelo, de onde foram furtados 300 euros.

Rui Fernandes, que está acusado de quatro crimes de furto qualificado, um de associação criminosa e um de posse de arma proibida – um bastão extensível – não integra o grupo de outros quatro arguidos que terão furtado quatro milhões de euros, em joias e dinheiro dos cofres de clientes no banco Santander, em Braga, pediram ao coletivo de juízes para prestarem depoimento na próxima audiência.

4,7 milhões

Conforme O MINHO tem noticiado, o Ministério Público calcula que, só do banco três dos dez arguidos levaram 2,6 milhões em dinheiro e 400 peças de 52 cofres. Ao todo, quatro milhões.

Em julgamento, estão nove homens – quatro em prisão preventiva e um em domiciliária – e uma mulher, por assaltos ao Santander e a dez vivendas. Eles estão acusados de associação criminosa e furto qualificado, e a mulher, companheira de um deles, apenas por furto.

O grupo está acusado pelo MP de furtar 4,7 milhões, em dinheiro e bens, (sem contabilizar a moeda estrangeira), em dez assaltos a casas e ao Santander, em Braga, Ponte de Lima, Arcos de Valdevez e Viana do Castelo.

Entre os lesados, com casas assaltadas e carros furtados, estão o empresário Domingos Névoa, o cantor limiano Delfim Júnior, e o médico e antigo atleta do SCBraga, Romeu Maia. A investigação foi da GNR e da PJ/Porto.

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