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Região

Colisões à chuva provocam 13 feridos em Barcelos, Braga e Guimarães

Há registos de colisões, mas também alguns despistes e até capotamentos

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Acidente em Braga. Foto: O MINHO

O dia chuvoso trouxe de regresso as colisões nas estradas do baixo Minho, mas também alguns despistes e até capotamentos, havendo registo de pelo menos 15 feridos (13 só em três concelhos) nas estradas do distrito de Braga até às 20:00 horas desta quinta-feira, apurou O MINHO junto de diferentes corporações de emergência distritais.

Guimarães

Em Guimarães, por volta das 07:30 horas, uma colisão entre duas viaturas provocou o capotamento de uma destas, em Azurém, na Circular Urbana, sentido Fafe / Guimarães. Deste acidente resultaram três feridos e o congestionamento temporário daquela faixa de rodagem.

Duas horas depois, no mesmo concelho, uma colisão rodoviária mobilizou uma ambulância dos Bombeiros das Taipas, para a Rua da Mata. em Briteiros de Santo Estevão. Foi registado um ferido ligeiro nesse sinistro.

Barcelos

Já em Barcelos, pouco passava das 8:00 horas desta manhã, um despiste na freguesia de Moure provocou um ferido ligeiro, na rua Monte do Real.

No mesmo concelho, na freguesia de Alvelos, na rua do Cruzeiro, pelas 13:18 horas, registou-se uma colisão provocando dois feridos ligeiros. Já pelas 14:00 horas foi registada nova colisão na rua Senhora da Assunção, freguesia de Faria, resultando em dois feridos ligeiros.

Em Barqueiros, pelas 14:55, registou-se uma colisão na rua Estrada da Praia, provocando um ferido ligeiro. Já na circular urbana de Barcelos, em Vila Frescaínha, um despiste provocou um ferido, mas o mesmo recusou transporte hospitalar. Todas as vítimas foram transportadas para unidades hospitalares pelos Bombeiros de Barcelinhos.

Braga

Em Braga foram registadas várias colisões e pequenos “toques” dos quais apenas um condutor necessitou de receber transporte hospitalar. Trata-se de um ferido ligeiro registado numa colisão em Ferreiros, na rua Padre Cruz, de acesso ao centro da cidade. O alerto foi dado pouco depois das 10:30. O transporte hospitalar foi assegurado pelos Bombeiros Sapadores de Braga.

Póvoa de Lanhoso

Em Póvoa de Lanhoso há registo de dois acidentes com feridos, um na Estrada Nacional 205, freguesia de Fonte Acarda, que resultou em um ferido ligeiro. O alerta foi dado por volta das 10:00.

Também no mesmo concelho, na freguesia de Calvos, a colisão entre uma viatura ligeira e um trator resultou em um ferido ligeiro. O alerta foi dado pouco antes das 13:00, para a estrada municipal 597. Ambos os feridos foram transportados para o Hospital de Braga pelos Bombeiros da Póvoa de Lanhoso.

Vila Verde

Em Vila Verde, há registo de, pelo menos, dois acidentes durante esta quinta-feira. O primeiro deu-se em Cervães, com o alerta a ser dado por volta das 7:48.

Também em Gême, ao final da manhã, houve registo de novo acidente que provocou ferimentos em intervenientes. Desconhece-se, quanto a este concelho, o número exato de feridos.

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Viana do Castelo

“Viva o Alto Minho, viva Viana do Castelo”: Carlos Meira deixa sofá para ‘salvar’ o CDS

Congresso Nacional do CDS-PP

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Foto: Twitter

O candidato à liderança do CDS-PP, o vianense Carlos Meira, afirmou este sábado que quer deixar “a comodidade do sofá” e ir para a rua combater o que considerou ser “a nova ditadura do gosto”, imposta e “financiada por uma certa esquerda”.

O final do discurso foi diferente dos restantes candidatos, que terminam a aclamar o CDS e Portugal: “Viva o Alto Minho, viva Viana do Castelo!”, gritou Carlos Meira quando saiu do palanque.

“Tal como entrei neste congresso, solto e livre, autêntico e combativo desafio-vos a todos, e cá estarei para dar o exemplo, a sairmos da comodidade do sofá, do conforto das nossas salas e voltarmos à rua, sim à rua, e sem tréguas”, disse o candidato à sucessão da atual líder, Assunção Cristas.

O antigo líder da concelhia de Viana do Castelo disse ao congresso que o seu objetivo passa por combater “a nova ditadura do gosto”.

“Uma ditadura do gosto apoiada, suportada e financiada por uma certa esquerda que nos quer impor limites à nossa forma de viver, barreiras à nossa forma de educar, leis e mais leis à nossa forma de estar”, vincou.

O centrista assegurou aos congressistas que, caso seja eleito o próximo presidente do CDS, podem contar consigo “para esse debate”.

O 28.º Congresso do CDS-PP arrancou hoje e termina no domingo, em Aveiro. Além de Carlos Meira são também candidatos à presidência do CDS João Almeida, Francisco Rodrigues dos Santos, Abel Matos Santos e Filipe Lobo d’Ávila.

Na intervenção de apresentação da sua moção, intitulada “Pelo futuro, por Portugal”, Carlos Meira considerou que “o CDS bateu no fundo, e com muito estrondo”, e apontou que “negar este facto e evidência não é querer bem ao CDS”.

“Negar o desperdício, as avenças, as subvenções, as negociatas ruinosas praticadas pelo CDS e no CDS é tapar o sol com a peneira, negar a realidade escura que hoje se vive e vivemos no CDS em nada ajuda e contribui para haver uma vida nova e nova vida do CDS”, criticou.

Por isso, o centrista assinalou que se apresenta a este congresso “também para ajudar a levantar, a novamente erguer o CDS”.

Porém, para o partido se erguer, “precisa de clarificar, de mudar, de mudar muito e de mudar a sério para recuperar o mais possível a sua credibilidade, de mudar muito para o CDS se reencontrar, de mudar muito para o CDS ter esperança na sua indispensável utilidade”, elencou.

Lá fora espera-nos “um povo que está desconfiado de nós”, advogou.

“Este congresso, num dos seus tempos mais difíceis, não é congresso para passar cheques em branco”, vincou Carlos Meira, desafiando os primeiros subscritores de todas as moções de estratégia global que vão a votos, a “dizer preto no branco aos congressistas quem são os primeiros vice-presidentes das suas listas e devem dizer quem são os secretários gerais que irão propor” antes da abertura das urnas de voto, “para que não haja hesitações, dúvidas ou equívocos”.

No final da apresentação, o candidato, de 34 anos, agradeceu aos militantes mais velhos, que trouxeram “mais oportunidades” à sua geração e deixou uma “palavra de certeza e de ânimo” aos mais jovens, e instou-os “lutarem pela liberdade e pela democracia”.

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Região

Tribunal inicia em março julgamento de gangue que assaltou banco em Braga e vivendas no Minho

Santander pagou 26 dos lesados de assalto a cofres

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Foto: DR / Arquivo

O Tribunal de Braga agendou para dia 02 de março o começo do julgamento que envolve um gangue de Braga suspeito de ter assaltado o banco Santander, em Braga, e várias vivendas na região do Minho.

O advogado João Ferreira Araújo, de Braga, que defende um dos arguidos, disse a O MINHO que o coletivo de juízes da Vara Mista, marcou já 23 audiências, até maio, mês em que se prevê que possa estar concluído.

As primeiras três sessões destinam-se a ouvir os arguidos, se estes quiserem falar.

Na reunião de hoje com os advogados, de defesa e de acusação, ficou a saber-se que o banco Santander pagou já a 26 lesados do assalto, em junho de 2018, à dependência da Avenida Central em Braga Santander – que ficaram sem o conteúdo dos cofres que haviam alugado – pagando, até 100 mil euros a cada um deles. Ou seja, cerca de dois milhões de euros.

O banco fica assim com a subrogação dos créditos, ou seja, vai exigir em julgamento o montante que os clientes diziam que lhes fora furtado por três dos membros do suposto gangue.

Por exclusão de partes, ficou a saber-se que há 17 clientes que continuam no processo, por não terem aceite que o banco apenas lhes pagasse 100 mil euros, quantia inferior à que tinham no cofre.

Os clientes tinham bens, dinheiro, jóias, ou relógios valiosos, em cofres na dependência da Avenida Central.

Dez arguidos

No fim de junho de 2019, o Ministério Público de Guimarães acusou dez arguidos, um deles agente da PSP de Ponte de Lima, membros de um gangue que fez uma dezena de assaltos a residências em Braga e no Minho e ao banco Santander. Furtando dinheiro e bens que o Ministério Público avalia em 4,7 milhões de euros. Entre os lesados estão, também, o empresário Domingos Névoa, o cantor limiano Delfim Júnior, e o médico e antigo atleta do SC Braga, Romeu Maia.

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Ave

Empresa de Famalicão lança em Londres produto tecnológico para revolucionar educação

Primeiro display produzido em Portugal funciona como um computador partilhado por professores e alunos

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Foto: Divulgação

A empresa Famasete, de Famalicão, apresentou, na quinta-feira, em Londres, o primeiro quadro digital interativo e multitoque desenvolvido e produzido em Portugal, o Wingsys Interactive Panel (WIP), que se direciona para atividades educativas, apresentado na Bett Show 2020, considerada a maior mostra do mundo de tecnologia educacional.

Inês Barbosa, diretora de comunicação da Famasete, adiantou que “o equipamento permite descobrir a aprendizagem imersiva e colaborativa em ambiente de sala de aula, promovendo a interatividade de forma a que os professores acedam mais facilmente a ferramentas de organização, gestão, envio e controlo das atividades do aluno”.

Acrescentou que o quadro já está a ser usado em escolas portuguesas, nomeadamente no Colégio Luso Internacional do Porto (CLIP) o primeiro estabelecimento de ensino a adquirir o equipamento.

A apresentação oficial do produto aconteceu na Bett Show 2020, considerada a maior mostra de tecnologia educacional do mundo, que decorre em Londres, até dia 25, reunindo mil empresas e startups do setor. O equipamento da Famasete integra uma solução de conectividade apresentada pela Microsoft Corporation.

Princípios pedagógicos

Alinhado com os princípios pedagógicos, o display interativo Wingsys possui tecnologia IR e PCAP em diversos tamanhos, resolução 4K, Android 8.0 e pretende revolucionar a forma como o professor e o aluno do século XXI se envolvem e constroem conhecimento.

Com uma interface simples e intuitiva, a partilha de ecrã e interação de qualquer computador da sala de aula para o Display Interativo tornam-se possíveis com o “Wireless Screen Sharing” (partilha de dados sem fios).

O WIP promove o trabalho em grupo e uma aprendizagem colaborativa através da utilização do software de gestão ik Classroom Management (ikCM), que possibilita a implementação tecnológica de uma sala de aula adaptada aos desafios pedagógicos atuais.

Através de ferramentas de monitoramento, interação, controlo, gestão e diagnóstico, motiva e envolve a atenção do aluno, mantendo o foco em processos de aprendizagem significativos.

O Display Interativo Wingsys pretende auxiliar os professores com uma variedade de avaliações, recursos de colaboração e controlo para garantir que estes possam obter o melhor fim dos seus equipamentos de tecnologias de informação e comunicação (TIC).

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