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Cabeceiras de Basto

Colisão rodoviária causa um morto e dois feridos graves em Cabeceiras de Basto

Ao princípio da noite desta sexta-feira.

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Foto: O MINHO

Uma colisão rodoviária entre três automóveis, causou um morto e dois feridos graves, um dos quais em paragem cardiorrespiratória, no concelho de Cabeceiras de Basto, já ao princípio da noite desta sexta-feira.

No local estão os Bombeiros Voluntários Cabeceirenses, o Suporte Imediato de Vida (SIV) do INEM e a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do INEM de Guimarães e a Guarda Nacional Republicana.

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Cabeceiras de Basto

Detido por posse ilegal de arma após denúncia de ameaças à ex-mulher nas redes sociais

Em Cabeceiras de Basto

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Um homem de 47 anos foi esta quarta-feira detido, por posse ilegal de arma, em Cabeceiras de Basto, num processo de violência doméstica, anunciou o Comando Territorial de Braga da GNR.

Em comunicado, aquela força de segurança refere que a investigação teve origem numa denúncia por violência doméstica, efetuada há cerca de um mês, em que a vítima, uma mulher 43 anos, após o termo da relação com o seu ex-companheiro agressor, era ameaçada através das redes sociais, com recurso e exposição de armas de fogo.

Da investigação resultou o cumprimento de um mandado de busca domiciliária, à residência do suspeito, tendo sido apreendido o seguinte material:

Foto: GNR

· Uma arma ilegal, uma vez que se tratava de uma pistola de alarme transformada em arma de fogo calibre 6,35mm;

· Duas caçadeiras;

· Uma arma de ar comprimido;

· Um aerossol de defesa – gás pimenta;

· 412 munições de vários calibres.

Os militares apuraram ainda que o visado, para além de ser detentor de uma arma ilegal, o mesmo não possui licença de uso e porte de arma e que as armas não têm qualquer documentação.

O suspeito está, neste momento, a ser presente no Tribunal Judicial de Guimarães, para aplicação de medidas de coação.

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Cabeceiras de Basto

Augusto Canário na edição 2019 da Festa da Orelheira e do Fumeiro em Cabeceiras de Basto

Certame com 77 produtores/expositores

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Foto: Divulgação

Cabeceiras de Basto recebe até 4 de março a XXIII Festa da Orelheira e do Fumeiro que decorre no Pavilhão Gimnodesportivo de Refojos. Em 2019 a organização espera uma comercialização de 15 toneladas de fumeiro, atingindo um volume de negócios na ordem dos 150 mil euros.

Marcam presença neste certame 77 produtores/expositores, sendo 42 produtores de fumeiro, dos quais 12 são produtores de Cabeceiras de Basto, 35 expositores de produtos locais e, ainda, quatro associações/instituições.

Fumeiro, vinhos verdes, compotas e licores, ervas aromáticas, mel, azeite, doces tradicionais, artesanato, produtos da terra (hortícolas, frutas, broa…) são alguns dos produtos presentes nesta Festa da Orelheira e do Fumeiro que será animada por grupos musicais locais e nacionais.

Do programa destaca-se a atuação do artista popular Augusto Canário na tarde do dia 3 de março, bem como a intervenção do Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto (CTCMCB) na noite de hoje.

O certame tem como objetivos dinamizar a economia do concelho, contribuir/promover o consumo dos produtos regionais e tradicionais, criar sinergias entre produtores do concelho e novos atores sociais, bem como valorizar o porco bísaro que é um recurso endógeno.

Ao longo de quatro dias, os visitantes podem apreciar um programa de animação diversificado com folclore, concertinas, teatro, música popular, jogo do pau, bem como o tradicional leilão das orelheiras, na tarde do dia 3 de março, que anualmente atrai numeroso público ao recinto da festa.

No Pavilhão Gimnodesportivo de Refojos será igualmente promovida a ‘Tendinha’, onde o visitante terá a possibilidade de degustar os produtos de fumeiro e apreciar a gastronomia local.

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Cabeceiras de Basto

Ambientalistas criticam “secretismo” do Governo sobre Barragem de Fridão

Grupo GEOTA queixou-se na Assembleia da República

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Foto: DR/Arquivo

O grupo GEOTA queixou-se na Assembleia da República, onde foi ouvido na quarta-feira, na Comissão do Ambiente, do “secretismo” do Governo sobre a eventual construção da barragem de Fridão, divulgaram hoje os ambientalistas.

“O secretismo com que tem sido conduzido parece-nos difícil de entender. Já solicitámos mais informação, os partidos políticos, soubemos hoje [quarta-feira], também o fizeram, e o Governo não dá respostas”, pode ler-se num comunicado enviado hoje.

Para o GEOTA, “uma das maiores dúvidas, que poderia ficar esclarecida se o ministério disponibilizasse o Contrato de Implementação, é perceber porque é que a EDP terá pago por Fridão quase 218 milhões de euros, enquanto Alvito custou menos de 14 milhões, sem que nada o justifique”.

Aquela organização ambientalista acrescentou aos deputados outra dúvida, que se prende “com a razão para rejeitar fazer um novo Estudo de Impacte Ambiental, quando o anterior foi até alvo de um parecer da Autoridade Nacional de Proteção Civil que alertou para os riscos de segurança para Amarante”.

A barragem de Fridão consta há vários anos do Plano Nacional de Barragens, mas uma decisão sobre a construção daquele empreendimento hidroelétrico, que afeta vários concelhos (Amarante, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto e Mondim de Basto), tem sido sucessivamente adiada, num processo com avanços e recuos ao longo dos anos.

O Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente assinala que “o Programa Nacional de Barragens está neste momento a ser investigado pelo Ministério Público”, no seguimento de uma queixa-crime apresentada pelos ambientalistas. Também o projeto de Fridão, lê-se ainda no comunicado, “é alvo de dois processos em tribunal, que aguardam resolução”.

Na sequência da audição na comissão parlamentar, aquela organização concluiu que, aparentemente, se o Governo tomar a decisão política de avançar com este projeto, fá-lo-á isoladamente, pois todos os outros partidos revelaram oposição ou, pelo menos, grandes reservas”, afirmou Ana Brazão, coordenadora do projeto “Rios Livres GEOTA”, citada no comunicado.

Segundo o grupo ambientalista, “a reunião serviu para que todos os partidos, exceto o PS, mostrassem reservas em relação ao projeto do Governo, queixando-se, sobretudo, de falta de informação para uma decisão informada, num tema com implicações tão relevantes sobre as populações e o território”.

A Barragem de Fridão, no rio Tâmega, foi concessionada à EDP e integra desde 2008 o Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroelétrico (PNBEPH), num investimento estimado de 304 milhões de euros.

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