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Desporto

Clube de Darque “desconhece” agressão a campeão do mundo de canoagem em Viana

Canoagem em pé de guerra

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Sérgio Maciel. Foto: DR

O Darque Kayak Clube (DKC) afirma desconhecer “a existência de qualquer agressão” por parte do pai de um seu atleta a Sérgio Maciel, campeão mundial de maratonas C1 sub-23, em canoagem, em Viana do Castelo.

Em comunicado, a DKC diz que “injuriaram” o seu atleta, uma criança de nove anos e, “neste contexto, poderá, por mera hipótese académica, o pai da criança, ter ido pedir satisfações aos que alegadamente injuriaram o seu filho”.

A polémica estalou no fim-de-semana, quando o Viana Garças Clube (VGC) denunciou que o pai de um atleta do DKC agrediu Sérgio Maciel e que já apresentara queixa junto das autoridades policiais.

Segundo a nota do VGC, durante o treino de sábado, esteve em iminência uma colisão entre canoístas do DKC, ocorrência que terá sido imputada a Sérgio Maciel e ao pai, após se terem cruzado com esses atletas de formação no rio Lima.

“Os nossos atletas tentaram explicar a situação, em que o aparecimento súbito da margem direita do canal, de jovens e um treinador do DKC, potenciou uma colisão entre todos, mas que foi evitada pela destreza de Sérgio Maciel e pai”, argumenta o clube.

Campeão do mundo agredido após evitar colisão entre canoas em Viana

Na resposta, a DKC emitiu um comunicado em que começa por dizer que “condena sempre a violência” e que, “relativamente a um hipotético incidente de um pai de atleta nosso a um antigo campeão de canoagem e seu pai, a DKC desconhece a existência de qualquer agressão”.

O clube de Darque alega que, “quase após colidirem com ele(s), no treino, vociferaram à(s) criança (s), expressões do tipo “Sai da frente Puto”!!!! Estás aqui a estorvar”!!! e “PUTA QUE PARIU”!!!!”.

Segundo o clube, o pai do atleta de nove anos terá registado na PSP essas altercações “com intenção de participar da conduta desses senhores que se colocam muitas vezes no meio dos atletas da DKC”.

A DKC acrescenta que “sempre primou pela defesa de valores de respeito, boa formação e ética no desporto” e que os seus técnicos e atletas resistem “às repetidas provocações” de que são alvo.

“Acontece que DKC não costuma fazer alarde e vitimizar-se na comunicação social”, refere o clube, salientando “os seus dirigentes e treinadores, infelizmente já foram duas vezes agredidos, injuriados e vitimas de crime de dano”, mas os casos foram tratados na justiça para não “distorcer a imagem da modalidade”.

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