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Clientes que não queiram prolongar moratórias têm de informar banco até domingo

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

Os clientes bancários que aderiram à moratória pública dos créditos bancários, mas que não pretendam que seja automaticamente prolongada até 31 de março de 2021, têm até este domingo para o comunicar ao seu banco.


Para isso, podem utilizar os vários canais de comunicação disponibilizados pelas instituições bancárias, segundo informou à Lusa o Banco de Portugal.

As moratórias bancárias, que suspendem o pagamento das prestações dos empréstimos bancários (capital e/ou juros), foram alargadas pelo Governo até 31 de março de 2021.

Os clientes que tenham aderido à moratória ficam automaticamente abrangidos, exceto quando comuniquem ao banco que não o pretendem, tendo para isso de o fazer até 20 de setembro.

Desde abril que milhares de clientes não estão a pagar os créditos aos bancos, fazendo uso do decreto-lei do Governo que permite moratórias nos empréstimos, criadas como uma ajuda a famílias e empresas penalizadas pela crise económica desencadeada pela pandemia de covid-19.

Em junho, o Governo decidiu estender o prazo das moratórias de setembro deste ano para 31 de março de 2021 (os clientes que o queiram podem ainda pedir acesso às moratórias até ao final deste mês de setembro) e alargou também as condições em que os clientes podem aceder, tendo flexibilizado as condições relativas à condição contributiva e tributária.

O regime público passou ainda a abranger todos os créditos hipotecários (como crédito à habitação), o crédito para o consumo com destino educação, assim como passou a ser permitido que acedam pessoas com quebras de rendimento do agregado familiar de pelo menos 20% e cidadãos que não tenham residência em Portugal (abrangendo os emigrantes), situações que anteriormente não estavam contempladas.

Além das moratórias de crédito ao abrigo da lei do Governo, há ainda as moratórias privadas, da Associação Portuguesa de Bancos (APB), da Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC) e da Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting (ALF), que se aplicam aos créditos que não beneficiam da moratória pública (caso do crédito pessoal, com exceção dos contratos com finalidade educação – já cobertos pela moratória pública -, crédito automóvel e cartões de crédito).

Segundo os últimos dados divulgados pelo Banco de Portugal, até 30 de junho, os pedidos de moratórias de crédito superaram os 841 mil e mais de 714 mil contratos estavam já abrangidos pelas medidas de adiamento de pagamentos. Dos créditos aos quais foram aplicadas moratórias, 44% eram contratos de crédito à habitação e outros créditos hipotecários.

No início de setembro, o ministro das Finanças, João Leão, considerou o prolongamento das moratórias de crédito às empresas e famílias (além de 31 de março de 2021) uma questão “muito relevante”, que o Governo está a estudar, e disse querer ter novidades até à apresentação do Orçamento do Estado.

O PSD já sinalizou que pretende ver o prazo alargado até setembro de 2021 (ainda que apenas para capital em dívida e não juros e comissões) para as famílias e particulares e para os setores económicos mais afetados pela crise económica.

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País

Governo volta a rejeitar hipótese de encerrar fronteiras

Pandemia

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Foto: DR

O ministro do Estado e dos Negócios Estrangeiros rejeitou hoje a hipótese de voltar a encerrar as fronteiras devido ao agravamento da pandemia de covid-19.

Questionado hoje pelos jornalistas, à margem de um evento de comemoração dos 75 anos das Nações Unidas, sobre se equaciona fechar as fronteiras tendo em conta o aumento de casos na Europa, Augusto Santos Silva disse “não”.

Já há duas semanas os chefes dos Governos de Portugal e Espanha afastaram essa possibilidade, quando questionados pelos jornalistas à margem da 31.ª Cimeira Lusa-Espanhola, que se realizou na Guarda.

No entanto, a situação pandémica tem vindo a agravar-se e já hoje o presidente do Governo Espanhol admitiu que o número real de casos de infeção pelo novo coronavírus no país seja o triplo dos dados oficiais, ou seja, em vez de rondar um milhão serão cerca de três milhões.

Numa declaração institucional, Pedro Sánchez considerou que a evolução da pandemia em Espanha é “grave” e avisou que os próximos meses “vão ser muito duros”.

O novo coronavírus já provocou quase 35 mil mortes em Espanha, desde o início da pandemia.

O número de infetados em Portugal ronda os 110 mil e o número de mortos ultrapassa os 2.200, segundo os dados divulgados pela Direção-Geral da Saúde.

A nível mundial, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 41,3 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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País

Covid-19: Mais 31 mortos, 2.899 infetados e 1.349 recuperados no país

Boletim diário da DGS

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Portugal regista hoje mais 31 mortos e 2.899 novos casos de infeção por covid-19, em relação a quinta-feira, segundo o boletim epidemiológico diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).

1.516 dos novos casos foram registados na região Norte.

De acordo com o boletim, desde o início da pandemia até hoje registam-se 112.440 casos de infeção confirmados e 2.276 mortes.

Há ainda mais 1.349 recuperados, totalizando 65.880 desde o início da pandemia.

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País

PCP vai abster-se na votação na generalidade do Orçamento

Orçamento do Estado 2021

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Foto: DR / Arquivo

O PCP vai abster-se na votação na generalidade da proposta de Orçamento do Estado para 2021 (OE2021) na próxima quinta-feira, na Assembleia da República, anunciou hoje o líder parlamentar comunista, João Oliveira.

A bancada comunista faz depender o sentido de voto na votação final global, em 26 de novembro, da “versão final” do orçamento.

O PCP é o primeiro partido de esquerda a anunciar a sua posição sobre o Orçamento do Estado do próximo ano. O Bloco de Esquerda vai fazê-lo no domingo.

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