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Vila Verde

Cinco feridos em acidente na estrada Ponte de Lima-Braga

Na freguesia de Lage.

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Foto: O Minho/Arquivo

Um acidente provocou ferimentos em cinco pessoas esta segunda-feira na freguesia de Lage, Vila Verde. A colisão entre um carro com quatro viaturas e uma carrinha apenas com o condutor ocorreu na Estrada Nacional (EN) 201, no sentido Ponte de Lima-Braga.

Um dos carros envolvidos na colisão acabou por perder a roda e derrapou cerca de 150 metros com a chuva. A condutora conseguiu evitar o capotamento e uma possível queda num descampado.

Para o local foram mobilizadas várias ambulâncias dos Bombeiros de Vila Verde. Os cinco feridos foram transportados para o Hospital de Braga. A GNR tomou conta da ocorrência.

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Braga

Início do julgamento de autarca de Vila Verde adiado

Impedimento de um dos advogados

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Foto: O MINHO (Arquivo)

O julgamento de António Vilela, presidente da Câmara de Vila Verde, com início marcado para esta segunda-feira, no âmbito do processo de acusação de prevaricação na contratação pública da atual diretora da divisão financeira da autarquia, foi adiado devido ao impedimento de um dos advogados.

Com Vilela, sentam-se no banco dos réus os três elementos do júri que aprovaram o concurso que deu origem à nomeação.

O julgamento tem início no Tribunal de Braga: António Vilela, Zamith Rosas (atualmente chefe de divisão na Câmara de Braga), Ângela Silva (ex-chefe da divisão jurídica) e António Ferraz são suspeitos de criar um “concurso à medida”, em 2009, para contratar Sofia Sampaio, que havia exercido funções na Câmara de Gaia.

António Vilela rebate, alegando que o concurso já decorria quando assumiu a presidência da autarquia, sucedendo ao atual eurodeputado e figura proeminente no PSD, José Manuel Fernandes.

A tese do Ministério Público aponta que Vilela, com a colaboração dos demais arguidos, beneficiou nesse procedimento a candidata a quem pretendia entregar o referido lugar.

Para o efeito, segundo o Ministério Público, foram estabelecidos “desnecessários requisitos formais de provimento e injustificadas condições preferenciais específicas, para adequar o procedimento concursal ao perfil académico e de formação da referida candidata”.

Após a acusação, os arguidos pediram abertura de instrução, para tentarem evitar a ida a julgamento, mas o juiz confirmou a acusação do Ministério Público e mandou os quatro para julgamento.

A tese do Ministério Público é rebatida pelo autarca e pelos outros três arguidos, que negam qualquer desvirtuamento do concurso.

Em declarações ao jornal O Vilaverdense, em abril de 2019, fonte próxima do autarca sacudiu a água do capote, indicando que não foi ele quem escolheu o júri, “tampouco teve influência ou deu qualquer indicação aos seus membros para beneficiarem a concorrente”.

Disse também não ver nenhuma irregularidade no concurso ou qualquer benefício, muito menos por razões partidárias”.

Sofia Sampaio falou uma vez no assunto, antes de saber que estava a ser investigada. Em 2017, ao Semanário V, a chefe de divisão, que não é arguida, indicou ter sido um concurso perfeitamente normal onde foi escolhido o melhor currículo.

O MINHO sabe que parte da denúncia falava em favores políticos à escala nacional, algo que os inspetores da Polícia Judiciária terão achado inconclusivo. Todavia, o concurso levanta suspeitas, que podem começar a ser confirmadas (ou dissipadas) a partir desta segunda-feira.

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Vila Verde

Vila Verde exige formato digital para procedimentos urbanísticos

Tecnologia ao serviço da população

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António Vilela. Foto: DR

A Câmara de Vila Verde informou, na passada segunda-feira, em comunicado, que os procedimentos urbanísticos, criados a partir de janeiro, serão efetuados exclusivamente em formato digital.

Seja por via on-line, ou presencialmente, a partir do próximo dia 02, este será o processo escolhido para os novos procedimentos.

Em comunicado, António Vilela, presidente da autarquia, refere que, “além dos processos urbanísticos serão ainda aceites em formato digital os procedimentos relacionados com atividades económicas, turismo, ocupação do espaço público, combustíveis, gases e produtos de petróleo, espetáculos e diversões”, concluindo que esta mudança será “dar mais um passo para a desmaterialização plena do atendimento ao cidadão e agentes económicos”.

Para a utilização do novo sistema é requerido um registo prévio no portal de internet do município.

Assim, num único espaço, os utilizadores poderão submeter pedidos e receber atualizações sobre o estado dos mesmos sem terem que se deslocar para o efeito.

Esta plataforma permitirá ainda que o pagamento de taxas, referentes às submissões, seja feito no site, por transferência bancária para o NIB da autarquia.

“Com esta medida a autarquia pretende implementar a desmaterialização plena dos procedimentos urbanísticos e o abandono definitivo do processo físico em papel, com o objetivo de prestar serviços mais próximos dos cidadãos e das empresas, de forma mais eficiente e amiga do ambiente. Permitindo, que o utente acompanhe on-line a fase em que se encontra o respetivo processo”, finalizou o comunicado.

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Braga

Autarca de Vila Verde vai ser julgado por suspeita de favorecer candidata em concurso

Concurso para chefe da Divisão Financeira

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Foto: DR / Arquivo

O Tribunal de Instrução Criminal de Braga decidiu levar a julgamento o atual presidente da Câmara de Vila Verde, António Vilela (PSD), por alegado favorecimento de uma candidata num concurso público aberto em 2009, foi hoje anunciado.

Em nota publicada na sua página, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto acrescenta que o autarca vai responder por um crime de prevaricação.

Na altura dos factos, António Vilela era vice-presidente da Câmara de Vila Verde.

No processo, são também arguidos os três elementos do júri do concurso, igualmente acusados de prevaricação.

Em causa está um concurso para chefe da Divisão Financeira do município.

A acusação considera indiciado que Vilela, com a colaboração dos demais arguidos, beneficiou nesse procedimento a candidata a quem pretendia entregar o referido lugar.

Para o efeito, segundo o Ministério Público, foram estabelecidos “desnecessários requisitos formais de provimento e injustificadas condições preferenciais específicas, para adequar o procedimento concursal ao perfil académico e de formação da referida candidata”.

Após a acusação, os arguidos pediram abertura de instrução, para tentarem evitar a ida a julgamento, mas sem sucesso.

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