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CIM Cávado arranca este ano com projeto de inclusão cultural

Investimento de 216 mil euros

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Foto: Ilustrativa / DR

A Comunidade Intermunicipal do Cávado (CIM) conseguiu aprovar, pelo programa europeu NORTE 2020, o projeto “Cultura para Todos no Cávado”, que arranca em 2021 nos seis municípios que a constituem, com a participação de entidades de solidariedade social, cultural e artística.

Integram a CIM-Cávado os municípios de Amares, Vila Verde, Terras de Bouro, Barcelos, Esposende e Braga.

O projeto terá um investimento elegível de 216 mil euros e será cofinanciado a 85% pelo Programa Operacional Norte do FSE (Fundo Social Europeu).

A iniciativa – disse hoje o presidente da CIM, Ricardo Rio – “pretende investir num processo de intervenção social com recurso a práticas artísticas, como estratégia de promoção da melhoria dos níveis de bem-estar físico e psicológico, da aquisição de competências e aprendizagens e a capacitação dos agentes que intervêm junto de grupos com particulares dificuldades de inclusão social”.

A iniciativa quer ainda “proporcionar a oportunidade de interação entre criadores artísticos, grupos e/ou pessoas com particulares dificuldades de inclusão social e instituições dos setores social e cultural, nomeadamente, crianças e jovens, vítimas de violência doméstica, e pessoas com deficiência, institucionalizados em Centros de Atividades Ocupacionais, de cada um dos municípios”.

Segundo Ricardo Rio, “este projeto é estrutural para a inclusão dos grupos mais vulneráveis na sociedade através da cultura. A CIM Cávado conseguiu, em fase de renegociação de verbas do PDCT na sua Reprogramação COVID, manter uma parte significativa dos investimentos propostos, quer do projeto da CIM quer dos municípios do Cávado, de forma a concretizar estes investimentos tal como tinham sido pensados neste território”.

O também Presidente do município de Braga acrescentou que “este é um programa cultural e socialmente prioritário, que permitirá o acesso à cultura – à criação, à fruição, ao património – por parte de cidadãos mais desfavorecidos, fomentando o acesso de novos públicos à cultura”.

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