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Braga

Ciclo de concertos da Orquestra Clássica do Centro passa por Guimarães

Palácio da Justiça

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Foto: aurinegra.pt / DR

A Orquestra Clássica do Centro (OCC) promove, em parceria com os tribunais de Relação, um ciclo de concertos, este ano e em 2021, nos palácios da justiça de Guimarães, Coimbra, Lisboa, Porto, Évora, e Leiria.

Intitulado “Concertos da Justiça – Ciclo dos Palácios”, o evento terá inicio na quinta-feira, às 17:10, no Palácio da Justiça de Leiria, que está a comemorar o 60.º aniversário da sua construção.

Após o concerto em Leiria, subordinado ao tema “Entardecer Lírico”, com a participação do quarteto de cordas da OCC e do tenor Paulo Ferreira, será apresentado um livro comemorativo precisamente dos 60 anos do Palácio da Justiça daquela cidade (“Estudos comemorativos do 60.º aniversário da inauguração do Palácio da Justiça de Leiria”) e terá lugar uma tertúlia.

O ciclo, que conta com o apoio do Ministério da Cultura, através da Direção-Geral das Artes, tem entradas gratuitas, mas limitadas, no entanto, ao espaço das respetivas salas, refere uma nota da OCC enviada, esta quarta-feira, à agência Lusa.

A iniciativa prevê três concertos em cada um dos palácios da justiça participantes, acrescenta a nota da Orquestra do Centro, adiantando que o segundo concerto terá lugar em Guimarães, no dia 16 de maio (“as restantes datas serão anunciadas oportunamente”, no sites da OCC e dos tribunais onde os concertos terão lugar).

Sustentando que este ciclo vai dar a oportunidade ao público “de assistir a concertos em palácios únicos em história e significado, e onde, por norma, não se tem entrado por razões de cultura”, a presidente da OCC, Emília Martins, considera que “se a justiça é o bem maior de uma comunidade, a cultura, a música e a arte são o indispensável alimento dos que a aplicam, assim como dos que dela são destinatários”.

“Sendo uma forma de arte, a música é sempre capaz de criar, inovar”, afirma, citada pela OCC, Emília Martins, defendendo que esta é “uma atividade artística por excelência promotora do encontro e do conhecimento da própria música, mas também dos espaços e da história de cada um dos palácios da Justiça.

“Espaços que são lugares onde se faz Justiça e onde também se faz justiça à cultura”, sublinha a presidente da OCC, concluído que, deste modo, se marca “encontro com a música, com a cultura, abrangendo o património material e imaterial”.

A OCC apresentou-se pela primeira vez, enquanto orquestra profissional, em dezembro de 2001, com 25 elementos e com a denominação de Orquestra de Câmara de Coimbra. No ano seguinte, passou a ser composta por 32 elementos, sendo esta a sua atual constituição. Em 2004, alterou o seu nome para a atual designação.

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Braga

Visitas pascais de carro proibidas pelo Arcebispo de Braga após conselho da polícia

Páscoa

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Foto: DR / Arquivo

Todas as paróquias da Arquidiocese de Braga (distrito de Braga + Póvoa de Varzim e Vila do Conde) foram proibidas de realizar as visitas pascais de forma alternativa, com recurso a veículos motorizados, disse o Arcebispo D. Jorge Ortiga.

Numa mensagem enviada aos sacerdotes diocesanos, Dom Jorge salienta que as autoridades policiais não vão permitir a deslocação de uma viatura em marcha lenta a passar com uma cruz, de porta-em-porta, como anunciaram algumas paróquias.

O MINHO sabe que a figura máxima da Igreja no Minho terá sido aconselhada pelos comandos distritais de PSP e GNR a não realizar este tipo de compasso improvisado. Alguns párocos já anunciaram a novidade nas Eucaristias de ontem.

Também em Viana do Castelo, o bispo D. Anacleto Oliveira pediu aos párocos para não aderirem à visita pascal motorizada, em voga por todo o Norte do país.

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Braga

DGS implementa plano sanitário em lar de Braga. Há 11 mortos em lares no concelho

Covid-19

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A comissão, composta pela delegação de saúde, proteção civil municipal, segurança social e Cruz Vermelha – que gere a evolução da pandemia do coronavírus no concelho de Braga – vai implementar um plano de contingência no lar da Irmandade de Santa Cruz, onde já faleceram duas pessoas e há registo de vários infetados com covid-19.

Fonte ligada ao processo disse a o MINHO que o plano, que hoje começou com uma operação de desinfeção a cargo dos Bombeiros Sapadores de Braga, é semelhante ao que foi aplicado no lar do Asilo de São José, implicando a separação total entre utentes e funcionários, e o isolamento dos idosos que tenham sintomas da doença ou esperam o resultado de testes de despistagem.

É liderado pelo delegado de saúde, cabendo à proteção civil da Câmara a sua concretização no plano logístico.

21 óbitos

Entretanto, Braga registava, até ontem, 21 óbitos por coronavírus, 11 dos quais eram utentes de quatro lares, .

Uma fonte contactada por O MINHO referiu que, faleceram seis pessoas que estavam internadas no Asilo de São José, duas na Resisénior, duas outras no lar da Irmandade de Santa Cruz e uma no lar da paróquia de Ferreiros.

A crescentou que, na generalidade, e depois de medidas de confinamento interno tomadas pela Delegação de Saúde de Braga, com a colaboração da Proteção Civil municipal e da Segurança Social, a situação estabilizou em todos eles.

Mas, em Braga, não há só falecimentos, nem notícias trágicas: um cidadão de 84 anos, que fora internado no Hospital local com a infeção, conseguiu vencer a doença, tendo sido considerado curado. Não teve, ainda, alta hospitalar porque tem um problema numa perna, que carece de tratamento médico autónomo.

Outro caso positivo é o do Lar de Conde de Agrolongo. Depois do surgimento de uma funcionária com a covid-19, que terá contraído em contacto familiar, a direção do organismo tomou todas as medidas profiláticas indicadas pela Delegação de Saúde, de tal modo que, quinze dias depois, nenhum dos 180 idosos que alberga ficou infetado.

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Braga

Apreendidas 2,5 toneladas de bivalves em Braga, no valor de mais de 20 mil euros

Amêijoa japonesa

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Foto: Ilustrativa / Wikipedia

Foram apreendidos 2423,90 quilos de amêijoa japonesa, com o valor presumível de 21 815,10 euros, em Braga, na quarta-feira, anunciou hoje a GNR.

Segundo a fonte, a apreensão deu-se durante uma operação rodoviária, dirigida à fiscalização de transporte de pescado fresco e moluscos bivalves, da Unidade de Controlo Costeiro, através do Destacamento de Controlo Costeiro de Matosinhos.

“Foram apreendidas cerca de 2,5 toneladas de amêijoa japonesa (Ruditapes Philippinarum) sem o tamanho mínimo legal exigido por lei (quatro centímetros)”, pode ler-se numa nota publicada no site daquela força de segurança.

Foi identificado um homem, com 41 anos, “e elaborado um auto de contraordenação, por transporte de bivalves em estado imaturo, punível com a coima mínima de 598,56 euros e a máxima de 37409,88”, acrescenta.

A mercadoria apreendida encontra-se a aguardar inspeção higiossanitária.

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