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Viana do Castelo

Chuva intensa inunda estradas em Viana

Mau tempo

em

Foto: DR

A chuva pontualmente forte que se fez sentir entre as 22:00 e as 22:30, em Viana do Castelo (e um pouco por todo o Minho), provocou, até agora, inundações em dois pontos do concelho, apurou O MINHO junto de fonte dos bombeiros.

O primeiro caso ocorreu na cidade, no viaduto de São Sebastião, em Areosa, após falha das bombas que retiram a água acumulada daquela via, inaugurada em 2010 e que inundou logo ao primeiro mês ‘de vida’.

No local estiveram dois operacionais dos Bombeiros Sapadores de Viana que rapidamente resolveram o problema, desimpedindo a obstrução que dificultava a absorção das águas pluviais.

O alerta foi dado às 22:34 e a ocorrência ficou resolvida perto das 23:05.

Já noutro local, a sul do rio Lima, a chuva inundou uma estrada municipal em Mujães, na Travessa Externato das Neves. O alerta para essa ocorrência foi dado às 22:44 e ficou resolvida cerca das 23:20, a cargo de dois operacionais dos Bombeiros Voluntários de Viana.

De lembrar que os distritos de Viana do Castelo e de Braga encontram-se sob aviso amarelo do IPMA entre as 22:00 horas desta terça-feira e as 06:00 de amanhã.

Pelas 23:10, não há registo de inundações de maior em outros concelhos do Minho.

(noticia atualizada às 23h40 com informação da conclusão dos trabalhos em Mujães)

Viana do Castelo

Estrutura de retaguarda de Viana do Castelo tem 25 doentes e fica aberta até março

Covid-19

Foto: DR

A Estrutura de Apoio de Retaguarda (EAR) instalada no centro cultural de Viana do Castelo, que atualmente acolhe 25 doentes covid-19, vai continuar em funcionamento até final de março, revelou hoje o presidente da Câmara.

José Maria Costa, que falava ao executivo municipal no início da reunião camarária de hoje, realizada através de videoconferência, pela primeira vez com a participação da imprensa, explicou que aquela decisão resulta da “atual situação pandémica” que afeta o distrito de Viana do Castelo.

“Fruto dos contactos que temos mantido, quer através da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho com a Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte, quer com a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) decidimos alargar o período de cedência do centro cultural para EAR até 31 de março”, especificou.

“É opinião do presidente do conselho de administração da ULSAM que seria mais prudente mantermos esta situação até à primavera. Atualmente há 25 doentes internados naquele espaço”, especificou.

A EAR começou a funcionar no final de novembro e recebeu os primeiros doentes em dezembro.

Na sessão de abertura da estrutura, em declarações aos jornalistas, o presidente da comissão distrital da proteção civil de Viana do Castelo Miguel Alves, disse que a EAR tem 30 camas preparadas, mas pode crescer até às 120 camas.

“No limite, se tivéssemos uma situação de absoluta rutura, catástrofe, que não prevemos, o espaço está preparado para acomodar 200 pessoas”, sustentou, na altura, o autarca socialista.

A estrutura foi instalada em abril pela Câmara de Viana do Castelo.

Inicialmente esteve prevista a sua desativação no final de outubro, mas, entretanto, a Câmara de Viana do Castelo e a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) decidiram prolongar o seu funcionamento devido ao aumento de casos de covid-19 na região.

A ULSAM é constituída por dois hospitais: o de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e o Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima.

Integra ainda 12 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, e serve uma população residente superior a 244 mil pessoas dos 10 concelhos do distrito de Viana do Castelo e algumas populações vizinhas do distrito de Braga.

Em todas aquelas estruturas trabalham mais de 2.500 profissionais, entre eles, cerca de 500 médicos e mais de 800 enfermeiros.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.075.698 mortos resultantes de mais de 96,8 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 9.686 pessoas dos 595.149 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Viana do Castelo

Hospital de Viana tem 164 doentes internados com covid-19

25 em cuidados intensivos

Foto: DR / Arquivo

O hospital de Viana do Castelo tem hoje 164 doentes infetados com o vírus SARS-Cov-2 internados em enfermaria e cuidados intensivos, sendo que, face ao “explosivo” número de casos, “tem sido necessário reajustar, permanentemente”, a resposta à doença.

Em resposta escrita, a um pedido de esclarecimento da agência Lusa, o presidente do conselho de administração da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) explicou que, “neste momento, estão internados nas enfermarias do hospital de Santa Luzia, 139 doentes com covid-19 e 25 na Unidade de Cuidados Intensivos (UCI)”.

“Neste contexto explosivo do número de casos, em que é necessário estar a reajustar, permanentemente, a organização às necessidades, destaco o papel dos profissionais de saúde de que todos nos devemos orgulhar”, sublinhou Franklim Ramos.

Segundo aquele responsável, “em consequência do elevado número de casos detetados com infeção por SARS-CoV-2 no Alto Minho, que apresenta uma incidência muito elevada, a maior da Região Norte, a ULSAM tem vindo a ter uma preocupante procura de doentes positivos com complicações, muitas delas a exigirem internamento”.

“Acrescem a esta situação as outras doenças, que nada têm a ver com a pandemia, mas muitas delas a exigir internamento, o que também complica a situação, tendo em conta as dificuldades normais do contexto”, sustentou.

Franklim Ramos insistiu no “apelo a toda a população” para que “siga as orientações da Direção Geral da Saúde (DGS), no que respeita ao confinamento geral, no sentido de travar as cadeias de transmissão e reduzir a procura dos serviços hospitalares, por forma a minimizar esta pressão acentuada”.

O responsável da ULSAM acrescentou que o hospital “tem recebido e transferido alguns doentes, com covid e não covid, para outros hospitais, como é o caso de quatro doentes, que não estão infetados, e que transferidos para o Hospital Particular de Viana do Castelo”.

Acrescentou estar em curso “o processo de vacinação dos utentes, residente em lares, bem como dos profissionais de saúde que estão na linha da frente, dentro dos critérios estabelecidos e de acordo com as orientações da DGS, que ficará concluído na próxima quarta-feira”.

“Não posso deixar de dizer que o nosso desempenho e o sucesso dos nossos resultados dependem, em muito, de que todas as pessoas cumpram integralmente o confinamento e adotem as adequadas medidas de prevenção (distanciamento, etiqueta respiratória, uso de máscara e lavagem frequente das mãos), no sentido de aliviar a pressão sobre o Serviços Nacional de Saúde (SNS)”, observou.

Na semana passada, à Lusa, o administrador informou que o hospital de Viana do Castelo “ajustou a capacidade de resposta”, aumentando numa semana, o número de camas para internamento de 35 para 116.

A ULSAM é constituída por dois hospitais: o de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e o Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima.

Integra ainda 12 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, e serve uma população residente superior a 244 mil pessoas dos 10 concelhos do distrito de Viana do Castelo e algumas populações vizinhas do distrito de Braga.

Em todas aquelas estruturas trabalham mais de 2.500 profissionais, entre eles, cerca de 500 médicos e mais de 800 enfermeiros.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.075.698 mortos resultantes de mais de 96,8 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 9.686 pessoas dos 595.149 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Viana do Castelo

Hospital particular de Viana recebe até 8 doentes não-covid para aliviar SNS

Unidade já acolheu quatro utentes

Foto: Google Maps

O hospital particular de Viana do Castelo vai receber até oito doentes sem infeção por SARS-CoV-2 para permitir ao hospital público aumentar o número de camas disponíveis para combater a pandemia de covid-19, foi hoje divulgado.

“Na terça-feira, o hospital de Santa Luzia reencaminhou os primeiros dois doentes, na quarta-feira outros dois. No total, temos já quatro doentes com diversas patologias, não associadas à covid-19. Nesta fase, disponibilizamos um total de oito camas ao Serviço Nacional de Saúde (SNS)”, disse hoje à agência Lusa o diretor clínico do Hospital Particular de Viana do Castelo.

Segundo Domingos Oliveira, “o acordo foi estabelecido, na semana passada com a Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte”.

“Fomos contactados no sentido de ajudar a aliviar o hospital público neste momento crítico. Não foi nossa uma preocupação com o valor do pagamento do serviço, mas responder à fase crítica que o país está a atravessar. Temos todos de fazer o que é preciso para tentarmos ajudar o SNS que está sob muita pressão, porque há muitos doentes com covid-19 que desgastam muito os recursos humanos que estão a chegar ao limite”, sustentou.

Com sete pisos, três dos quais para internamento, com capacidade total de 48 camas, o hospital particular entrou em funcionamento em abril 2004. Tem 150 funcionários nos quadros, a que acrescem 150 colaboradores.

“É o nosso papel no âmbito da responsabilidade social e que assumimos dentro das nossas capacidades. É um hospital pequeno, temos os nossos doentes e temos de ir ajustando a resposta. Se a situação piorar teremos de limitar as nossas atividades, como fizemos na primeira vaga, para termos mais capacidade para receber mais doentes”, adiantou.

Segundo Domingos Oliveira, na primeira vaga da pandemia de covid-19, o hospital particular “cedeu um dos dois ventiladores de que dispõe ao hospital de São João, no Porto, e três enfermeiros à Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), que acabaram por ser integrados nos quadros do hospital de Santa Luzia”.

Desde novembro que funciona no hospital particular um posto de rastreio à covid-19, num contentor instalado no parque de estacionamento, onde já foram realizados “cerca de três mil testes PCR e 4.500 rápidos”.

Aquele posto de rastreio realiza testes prescritos pelo SNS.

A ULSAM é constituída por dois hospitais: o de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e o Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima.

Integra ainda 12 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, e serve uma população residente superior a 244 mil pessoas dos 10 concelhos do distrito de Viana do Castelo e algumas populações vizinhas do distrito de Braga.

Em todas aquelas estruturas trabalham mais de 2.500 profissionais, entre eles, cerca de 500 médicos e mais de 800 enfermeiros.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.058.226 mortos resultantes de mais de 96,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 9.465 pessoas dos 581.605 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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