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Braga

Chega a Braga a primeira lavandaria com ‘app’ de serviço ao domicilio

Lavandarias Jeff

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Foto: Divulgação / Mr. Jeff

Três meses após ter estreado em Portugal o seu modelo de franchising de lavandarias, a startup espanhola Jeff tem 30 lojas “em processo de abertura” em Braga, Lisboa, Porto, e Coimbra e prevê atingir as 200 unidades em 2020.

“Em Portugal, durante o ano de 2020, gostaríamos de atingir cerca de 200 franchisings de lavandarias e introduzir as nossas novas linhas de negócio, Beauty e Fitness”, revelou o presidente executivo e cofundador da Jeff, Eloi Gomes, em entrevista à agência Lusa.

Segundo explicou, “tendencialmente” a aposta será na presença “em cidades de grande e média dimensão”, que cumpram um conjunto de requisitos ao nível da densidade populacional, poder de compra e hábitos de consumo.

Criada em 2015 por três jovens empresários espanhóis, a empresa apresenta-se como “especialista em serviços de lavandaria e limpeza a seco de alta qualidade para todo o tipo de clientes”.

Através de uma app (aplicação) disponível para Android e iOS ou do site da Jeff é possível selecionar o local, a data e a hora de recolha da roupa, para que um motorista a levante e passadas 48 horas a entregue, limpa e passada a ferro.

A startup aponta o seu modelo de negócio como “uma oportunidade única para empresários que procuram um negócio com um rápido retorno do investimento”, afirmando que permite “uma recuperação em 17 meses” do investimento inicial médio de 39 mil euros a cargo do franchisado, “com um lucro que ronda os 3.250 euros/mês, 12 meses depois”.

“Os franchisados podem contar com um forte apoio logístico e de marketing, sem royalties nem taxas, durante o primeiro ano”, destaca.

Com a sua abordagem digital e um serviço disponível em regime de assinatura mensal ou pontualmente, a empresa diz pretender “alterar o funcionamento tradicional do setor da limpeza a seco”, baseando-se num estudo próprio que demonstra que “78% das pessoas consideram o cuidado da roupa a pior tarefa doméstica”.

Apontando como meta para o próximo ano os 200 franchisings de lavandarias em Portugal, a Jeff diz pretender também introduzir no país as suas duas novas linhas de negócio, que disponibilizarão serviços de beleza e de fitness, cujo arranque já se deu noutros países onde a empresa opera, nomeadamente com a abertura do primeiro salão de cabeleireiros e beleza na Argentina, em junho.

“Atualmente, a nível global crescemos 30% todos os meses, taxa esta que pretendemos manter”, disse à Lusa Eloi Gomes, traçando como meta para 2020 “marcar presença em 60 países”.

Após um rebranding feito em outubro passado, que uniformizou sob a designação Jeff a marca que acolhe os três serviços – lavandaria ao domicílio Mr Jeff, Beauty Jeff para o serviço de beleza e cabeleireiro e Fit Jess para o serviço de fitness – a empresa pretende assumir-se como “uma plataforma de serviços para o dia-a-dia dos consumidores”.

“Começámos já com a expansão das novas linhas de negócio – Beleza e Fitness – o que impulsionará a marca em novos mercados e segmentos de utilizadores, permitindo um maior crescimento da empresa, satisfazendo as necessidades diárias dos clientes da plataforma”, sustentou o presidente executivo.

De acordo com este responsável, todos os serviços – tecnológicos, de ‘marketing’, formações, suporte, produto, entre outros – estão disponíveis “de forma exclusiva” para a rede de franchisados da Jeff, que disponibiliza um modelo “chave na mão” que inclui financiamento, formação e suporte contínuo, assim como o apoio de uma equipa de ‘marketing’ em campanhas online e offline, na app e na web.

Em dezembro de 2018, cerca de três anos após a sua constituição, a Jeff recebeu 12 milhões de dólares (cerca de 10,8 milhões de euros) num ciclo de financiamento Série A liderado pela All Iron Ventures, que se somou aos 3,5 milhões de dólares angariados em operações anteriores junto de empresários europeus como Albert Armengol (presidente executivo da Doctoralia), Jeroen Merchiers (diretor-geral da Airbnb EMEA) e Kim Jung (presidente executivo do NX Corp).

Distinguida pela Google como uma das 20 melhores startups do mundo em 2017, já recebeu vários prémios, entre os quais o “Centros Europeus para Empresas Inovadoras 2017” e o “Jovens Empreendedores de Valência 2017”.

A empresa diz estar atualmente presente em mais de 30 países (Ásia, América Latina, África e Europa) com mais de 1.780 lojas e 600.000 utilizadores, empregando 500 colaboradores diretos e mais de 3.500 indiretos a nível mundial e gerindo uma aplicação, um site e lojas físicas.

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Braga

Braga com viatura adaptada para desinfeção de ruas

Covid-19

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Foto: Divulgação / AGERE

Uma viatura adaptada à desinfeção de ruas está, desde este sábado, ao serviço do concelho de Braga, após reforço da AGERE.

A adaptação da viatura foi levada a cabo pela Perfect Eventos, Braga Eventos e Uselabel, segundo informa a empresa responsável pelos resíduos e limpeza de ruas no concelho bracarenses.

Com esta nova viatura, a AGERE passa a colaborar ativamente com as juntas de freguesia para a desinfeção de espaços públicos, embora a medida não seja recomendada pela Direção-Geral de Saúde (DGS).

Desinfeção das ruas sem efeito na contenção do contágio, diz DGS: “Não é uma medida que se recomende”

A diretora geral da saúde afirmou no passado dia 25 de março que não há evidência científica que as desinfeções de vias e espaços públicos sejam eficazes contra o contágio pelo novo coronavírus.

“Para a doença covid-19 não há nenhuma evidência científica que sejam eficazes [as desinfeções] e portanto não é uma medida que se recomende”, afirmou Graças Freitas na conferência de imprensa diária no Ministério da Saúde, em Lisboa.

Para a diretora-geral da saúde, “não é prioritário ter trabalhadores a desinfetar ruas”, para combater o contágio pelo novo coronavírus, como acontece em algumas autarquias, porque não há qualquer certeza que tenha influência.

“O que vai travar a covid-19 é estarmos distantes uns dos outros”, frisou Graça Freitas.

 

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Braga

Estafeta da Telepizza ferido após despiste na circular em Braga

Acidentes

em

Foto: O MINHO

Um jovem de 27 anos, estafeta da cadeia de restaurantes Telepizza, sofreu ferimentos na sequência de um despiste ao final da tarde deste sábado, na entrada da circular urbana de Braga, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

O condutor seguia na descida proveniente do Hospital de Braga quando, por motivos desconhecidos, entrou em despiste, já na entrada da variante do Braga Parque.

Apesar do aparato, o jovem acabou por sofrer apenas escoriações nos membros superiores e inferiores, sendo estabilizado no local pelos Bombeiros Voluntários de Braga, que fizeram o transporte da vítima para o Hospital de Braga.

A PSP de Braga registou a ocorrência.

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Braga

Sete suspeitos de tráfico vão ser libertados por falta de espaço na cadeia de Braga

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

Sete jovens suspeitos de tráfico de droga vão ser libertados da medida de prisão preventiva por ordem da juíza que conduz o processo, uma vez que, diz a magistrada, a cadeia de Braga não dispõe das condições de distanciamento impostas pelo decreto do Governo, para combater a pandemia de covid-19.

Segundo escreve o Jornal de Notícias, citando a juíza, a decisão surge após “ter sido declarada pela Organização Mundial de Saúde a pandemia por SARS-CoV-2 (Covid-19), a par do estado de emergência em que nos encontramos e que, com elevada probabilidade, será prolongado a partir dos próximos dias, além do apelo das Organização das Nações Unidas efetuado no tocante à população prisional, em particular os mais vulneráveis”.

Presos preventivamente no Estabelecimento Prisional de Braga, os jovens beneficiam da decisão da juíza por aquela cadeia não comportar condições para “o distanciamento recomendado pela Direção Geral da Saúde e a Organização Mundial de Saúde”, “isto em decorrência da sobrelotação das prisões”, e que pode trazer “consequências gravosas, caso ocorra foco de contaminação”.

Por esta altura, já deveria ser conhecida a sentença do grupo que traficava drogas duras nos distritos de Braga e Porto, mas face às condicionantes impostas pela chegada da covid-19, o julgamento foi sucessivamente adiado.

Ao que apurámos, os jovens ficarão em prisão domiciliária enquanto aguardam o retomar das sessões de tribunal.

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