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Alto Minho

César Mourão canta Ponte de Lima: “Quem dera a muita cidade ser a vila que isto é”

Programa “Terra Nossa”

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O programa da SIC, Terra Nossa, apresentado por César Mourão e exibido neste sábado, foi dedicado a Ponte de Lima, originando vários comentários nas redes sociais por entre críticas e elogios.


Um dos momentos mais marcantes do programa em que todos parecem estar de acordo trata já a parte final, quando o apresentador e comediante dedica um momento musical à vila, cunhando-a como melhor do que “muita cidade”.

 

No início do programa de cerca de uma hora, o apresentador entra logo ‘a pés juntos’, comparando os habitantes de Ponte de Lima a “bêbados”, por estes “estarem em negação” sobre Ponte de Lima ser vila e não quererem que seja uma cidade.

Gravado no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, o programa visitou vários espaços e entrevistou várias figuras de destaque da vila.

Nas redes sociais, o programa foi ‘massacrado’ com críticas negativas. “Programa medíocre. Envergonhou Ponte de Lima”, escreveu Constantino Puga.

“Fiquei muito desapontada, acho que os limianos são muito melhores do que aquilo que a SIC mostrou”, acrescentou Teresa Polónia. “Uma vergonha para Ponte de Lima”, escreveu Paulo Pereira.

“O pouco que vi, desprestigiou Ponte de Lima”, aduziu Teresa Monte. “Fiquei chocada”, acrescentou Carmo Gomes. “Lamentável e decepcionante”, sentenciou Filipe Silva.

De acordo com sites especializados na divulgação da audiência televisiva, o programa bateu a novela da TVI, Quer o Destino, e foi visto por 1 milhão e 304 mil telespectadores, tornando-se o programa mais visto no sábado na televisão nacional.

A partir de Ponte de Lima, registou 13.8 de audiência média e 26,8% de share, atingindo o pico às 22:39, com 31.9% de share.

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Alto Minho

Alto Minho prepara unidade de retaguarda para alojar casos negativos de lares

Covid-19

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Foto: Divulgação / CM Viana do Castelo

A unidade de saúde de retaguarda instalada no Centro Cultural de Viana do Castelo vai acolher utentes dos lares do distrito com testes negativos à infeção pelo coronavírus, disse hoje o presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil.

Em declarações à agência Lusa, Miguel Alves adiantou que aquele espaço vai receber “utentes de Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) que estejam negativos e cujas instituições ou municípios não tenham capacidade de os acomodar com segurança”, nomeadamente com o aparecimento de casos positivos de infeção nas instalações.

“Com a total colaboração da Camara de Viana do Castelo, foi possível encontrar uma solução que serve os interesses de todo o distrito e está apta a funcionar logo que haja recursos humanos para o efeito”, referiu Miguel Alves.

Em causa está uma unidade de saúde de retaguarda, que, segundo a Câmara de Viana do Castelo, pode disponibilizar até 200 camas e está, desde abril, instalada no centro cultural da capital do Alto Minho.

O socialista Miguel Alves, que também preside à Câmara de Caminha, disse que “a Comissão Distrital da Proteção Civil já comunicou esta informação à Segurança Social”.

Isto, “de modo a que a tutela tome conhecimento e providencie as equipas necessárias para o funcionamento do espaço”.

Segundo Miguel Alves, o equipamento “tem 120 camas, algumas em ‘box’, outras em espaço partilhado, tem refeitório, salas de medicação e enfermagem, trajetos pré-definidos, enfim, a logística necessária para receber idosos e as equipas que as vão acompanhar”.

Inicialmente esteve prevista a desativação desta unidade no final de outubro.

A Câmara Municipal e da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), decidiram prolongar o seu funcionamento até final de novembro.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 40,8 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 2.229 pessoas dos 106.271 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Viana do Castelo

Acusado de matar em Viana alega defesa da própria vida, assim como da mulher e do filho

Crime

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Tribunal de Viana do Castelo. Foto: DR

Um homem acusado de ter matado outro a tiro em Viana do Castelo, em 2013, e que foi detido em julho em França, remeteu-se hoje ao silêncio no início do julgamento, a decorrer no tribunal da cidade.

O arguido, de 36 anos, que se encontra em prisão preventiva após sete anos em fuga, está acusado de um crime de homicídio qualificado, um crime de ofensa à integridade física qualificada e um crime de detenção de arma proibida.

No início da sessão, o advogado do arguido, Aníbal Pinto, disse que o seu constituinte “lamenta a morte, mas que pretende demonstrar, em sede de julgamento, que agiu em clara e legítima de defesa” e que “o que fez foi para repelir agressões, defendendo a sua integridade física e a sua vida”, bem como a “da mulher e do filho”.

Após a leitura da acusação, a juíza que preside coletivo que julga o caso questionou Valdemar Silva, conhecido pela alcunha de ‘Nono’, que se escusou a prestar declarações.

“Por aconselhamento do meu advogado, para já não presto declarações”, afirmou.

A vítima mortal, Jorge Matos, de 35 anos e conhecido pela alcunha de ‘Cuba’, foi morto a tiro, enquanto o seu irmão, Márcio Gonçalves, na altura com 16 anos, ficou gravemente ferido na sequência de um esfaqueamento.

O testemunho do irmão da vítima mortal, assistente no processo, motivou um requerimento ao tribunal para ser extraída uma certidão das declarações que o jovem prestou às autoridades, e remetida ao Ministério Público.

O advogado do arguido disse que as declarações hoje proferidas em sede de julgamento são “totalmente contrárias” às efetuadas à Polícia Judiciária (PJ) sobre situações “absolutamente essenciais” do processo.

O advogado considerou ser necessário “aferir da falsidade das declarações prestadas à PJ” ou se a testemunha “está a faltar à verdade em sede de julgamento”.

Em agosto, em comunicado enviado às redações, a PJ informou que “os factos remontam a 15 de janeiro de 2013, em Viana do Castelo, e vitimaram dois irmãos”.

“O primeiro foi atingido por golpes de arma branca e o segundo foi atingido mortalmente com um tiro de uma espingarda caçadeira, quando, acompanhados por outros familiares, procuravam o suspeito, junto da respetiva residência. Na sequência dos factos, e ainda nessa noite, o suspeito colocou-se em fuga, ausentando-se para o estrangeiro onde tinha familiares emigrados”, especifica a nota.

O alegado homicida foi detido em 16 de julho em Longlaville, Nancy, em França, e no dia seguinte presente a um juiz do Tribunal de Recurso de Nancy, que ordenou a extradição para Portugal.

A PJ adiantou que, “ao longo dos sete anos que mediaram os factos e a detenção, houve intensa troca de informação entre a Polícia Judiciária e as congéneres europeias, visando a localização do suspeito, o qual acabou por ser localizado pela polícia francesa”.

O arguido “identificou-se com o nome de um familiar, procurando iludir o controlo policial”, mas “através da partilha de informação internacional, rapidamente foi confirmada a verdadeira identidade”.

Em 2013, fonte da PSP explicou que os dois casos aconteceram em pontos diferentes do centro da cidade, entre as 23:10 e as 23:25, suspeitando-se que tenham envolvido o mesmo agressor.

Os dois irmãos foram transportados ao hospital de Viana do Castelo, mas o mais velho acabou por morrer.

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Alto Minho

Duas escolas em Caminha vencem programa Ecovalor

Educação

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Foto: DR

As escolas EB1 de Âncora Lage e a EB1/JI de Venade arrecadaram o primeiro e segundo lugares, respetivamente, do programa Ecovalor promovido pela Valorminho, informou hoje a Câmara de Caminha.

Em comunicado, a autarquia explicou que, no âmbito daquele programa, a EB 1 de Âncora Lage entregou 2.574 quilogramas (Kg) de lixo e a EB1/JI de Venade 2.451 kg.

O programa “contou com a participação de 19 escolas do Vale do Minho e permitiu a separação de 19 toneladas de embalagens de plástico/metal”.

O programa Ecovalor tem como objetivo promover boas práticas ambientais em estabelecimentos de ensino, premiando os estabelecimentos de ensino que apresentarem melhor desempenho na separação das suas embalagens usadas.

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