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Cerveira avança com requalificação de 2,3 milhões em escola até ao fim do ano

Escola Básica e Secundária

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Foto: DR / Arquivo

A Câmara de Vila Nova de Cerveira apontou hoje o final do ano para o início da segunda fase da requalificação da escola básica e secundária do concelho, num investimento global de 2,3 milhões de euros.

Em comunicado enviado à imprensa, o município explicou que a Autoridade de Gestão do Programa Norte 2020 aprovou a candidatura da empreitada que conta com um financiamento de 1,2 milhões de euros do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), de 105.882,36 euros do Ministério de Educação, sendo que a autarquia suportará um valor de cerca de um milhão de euros.

“A autarquia vai proceder à abertura de um concurso público, prevendo que, e após ultrapassado todo o procedimento administrativo e burocrático, os trabalhos avancem até ao final do ano”, sublinha o documento.

“É a concretização de uma aspiração transversal ao executivo municipal, comunidade escolar e população em geral em prol da criação de condições efetivas para uma melhor aprendizagem e formação dos nossos jovens. O processo foi um pouco mais demorado, por forma a reunir consensos fundamentais de uma intervenção de grande envergadura para uma escola moderna, segura e virada para o futuro”, afirmou o autarca Fernando Nogueira, citado na nota enviada às redações.

Em causa está a segunda fase da empreitada de requalificação daquele estabelecimento de ensino com 25 anos e com 600 alunos.

A primeira fase das obras, representou um investimento municipal de 400 mil euros, dos quais 108 mil garantido através do Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial (PDCT).

No total, a reabilitação do estabelecimento de ensino representará um investimento de 2,7 milhões de euros.

Adaptar a escola “às novas exigências de ensino, quer ao nível do número de espaços, quer ao nível da segurança e qualidade” é o objetivo da intervenção que vai ser lançada a concurso público.

O projeto prevê “a construção de raiz do centro de recursos, composto por biblioteca, auditório com capacidade para 119 lugares sentados, de um edifício de apoio ao ensino articulado, a ampliação do espaço de refeitório, a cobertura dos corredores de circulação e dos espaços de recreio, o reforço das condições de segurança e de acessibilidades, bem como a adaptação à eficiência energética”.

A primeira fase, entretanto concluída, incluiu a “remoção dos revestimentos da cobertura em fibrocimento do pavilhão gimnodesportivo, a reformulação dos balneários do campo de jogos, a construção da nova portaria na entrada sul e a melhoria das condições de conforto térmico do edifício existente, através da implementação de um sistema de isolamento térmico pelo exterior”.

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