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Cerca de 50 utentes de lar em Braga com “febres altas”. Há já um caso positivo de Covid-19

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Cerca de metade dos 100 utentes do Asilo de São José, em Braga, estão com “febres altas” e com sintomalogia típica da infeção do novo coronavírus, apurou O MINHO junto das autoridades de saúde. Bombeiros Voluntários e a VMER de Braga estiveram ontem [sábado] no lar para assistir os idosos.


Lar de Braga confirma utente infetado mas diz que “contraiu no hospital há oito dias”

Nesse dia, uma das utentes do lar acusou positivo para a doença Covid-19 nos testes de despistagem, sendo internada no Hospital de Braga. Ao que apurámos, o marido dessa utente já estaria infetado anteriormente, tendo acusado teste positivo durante a última semana.

Este sábado, uma nonagenária internada noutro lar da cidade acabou por falecer numa unidade hospitalar depois de ter acusado positivo para o novo coronavírus.

Também um homem de 87 anos perdeu a vida, no sábado, enquanto estava internado no UCI do Hospital de Braga.

14 óbitos e 1.600 casos confirmados

O número de casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus, que causa a doença Covid-19, subiu para 1.600 casos em Portugal, anunciou, este sábado, a Direção-Geral da Saúde (DGS), mais 320 do que na sexta-feira. Estão confirmados 14 óbitos.

Fonte: DGS

Foram confirmados mais dois óbitos em relação a sábado.

Há 1.152 casos suspeitos que aguardam resultado laboratorial e cinco pacientes dados como curados.

Dos 1.600 confirmados, 169 estão internados enquanto os restantes recuperam em casa.

Fonte: DGS

Existem 41 em estado grave/crítico.

825 casos são no Norte do país, 534 na Grande Lisboa e 180 no Centro. Algarve tem 35 casos confirmados, Açores quatro e Madeira sete. O Alentejo regista cinco casos. Há ainda dez portugueses no estrangeiro com confirmação de infeção.

Mais de 300 mil casos em todo o mundo

Mais de 300.000 casos de infeção pelo novo coronavírus foram registados desde o início da pandemia, segundo uma atualização da contagem realizada pela agência AFP, divulgada hoje, a partir de fontes oficiais.

De acordo com a contagem da agência noticiosa, até às 09:00 de hoje, existiam pelo menos 300.097 pessoas infetadas, das quais 12.895 morreram, em 169 países e territórios.

Na China, onde surgiu a pandemia, foram registados 81.054 casos de infetados, dos quais 3.261 morreram.

Em Itália, o país que é atualmente o mais atacado pela covid-19, foram verificados 53.578 casos de pessoas infetadas, registando 4.825 mortos.

O número de casos de Covid-19 contabilizados pela AFP apenas reflete uma fração real das contaminações, já que um grande número de países apenas realiza o teste de despiste da doença aos casos que necessitem hospitalização.

 

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Pandemia vai durar muito tempo e afetará o mundo durante décadas, diz OMS

Covid-19

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Foto: Twitter

O Comité de Emergência da Organização Mundial de Saúde (OMS) antecipou hoje que a pandemia de covid-19 irá durar muito tempo e, por isso, é necessário continuar os esforços para a sua contenção em todo o mundo.

Segundo dados oficiais da OMS, a pandemia já provocou 675.060 mortos e infetou quase 17,4 milhões de pessoas em todo o mundo.

O grupo de cientistas, que se reuniu por videoconferência na sexta-feira, avaliou a evolução da pandemia de covid-19, tendo em conta toda a informação científica que surgiu sobre o novo coronavírus nos últimos três meses, data da última reunião.

O Comité de Emergência da OMS é composto por 18 cientistas de vários países.

“A pandemia é uma crise sanitária que ocorre uma vez em cada século e os seus efeitos serão sentidos nas décadas seguintes”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, ao Comité, segundo um comunicado da organização.

O responsável fez também um balanço do que tem acontecido, salientando que “muitos países que pensavam que o pior já tinha passado estão agora a enfrentar novos surtos, outros que tinham sido menos afetados estão a ver os casos e os mortos a aumentar, enquanto países que tiveram grandes surtos conseguiram controlá-los”.

Entre as principais recomendações que o Comité de Emergência dirigiu à OMS está a necessidade de continuar a apoiar os países serviços médicos mais fragéis, bem como a necessidade de continuar a impulsionar as investigações em curso para se encontrar um ou mais tratamentos e vacinas para a covid-19.

O objetivo é que, quando existir uma vacina, os países com menos recursos não fiquem de fora por incapacidade de as comprar.

Ou seja, defendeu o Comité, a distribuição de vacinas deve ser o mais equitativa possível.

Atualmente três potenciais vacinas (dos Estados Unidos da América, Inglaterra e China) estão na fase três dos ensaios clínicos, para testar a sua segurança e eficácia.

A OMS referiu a este propósito que poderá ser possível que uma vacina esteja pronta para comercialização “na primeira metade de 2021”.

Relativamente às viagens, o Comité indicou que os países devem tomar medidas proporcionais e aconselhar os cidadãos em função dos riscos, avaliando as suas informações de forma regular.

Por outro lado, recomendou que os serviços de saúde sejam reforçados para permitir a identificação de novos casos e o rastreio de contactos.

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FC Amares reúne-se em assembleia geral

Pro-Nacional

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Foto: DR

Os órgãos do FC Amares reunem-se esta sexta-feira em Assembleia Geral aberta aos sócios, a partir das 20:45, no Estádio Municipal.

Entre vários pontos, Olivier Silva, presidente do clube, irá debater junto com os sócios o futuro do emblema na era pós-pandemia. Será ainda apresentado o relatório e contas que necessita de aprovação dos associados.

O clube seguia em terceiro na série A da divisão de honra da AF Braga, classificação que assegura a subida à Pró-Nacional, divisão máxima no distrito, para a próxima época.

A acompanhar os amarenses sobem Pousa, Vila Chã, Ponte, Sandinenses, Ninense e Martim, face a novas regras implementadas pela AF Braga sobre a oscilação das equipas nas diferentes divisões.

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Requalificado caminho municipal em Quinchães, Fafe

Obras públicas

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Foto: Divulgação / CM Fafe

A Câmara de Fafe anunciou hoje ter iniciado uma intervenção no caminho municipal 1691-3, na localidade de Quinchães, para reforçar o pavimento e a sinalização, garantindo maior segurança.

Segundo a autarquia, a obra vai custar 80 mil euros e incide nas ruas do Pinheiro e da Portela, no âmbito do plano de investimentos na rede viária no concelho projetada para 2020.

O presidente Raul Cunha, citado no comunicado, refere que “o investimento tem como objetivo apostar na qualidade das infraestruturas, na promoção da segurança rodoviária e no bem-estar das pessoas”.

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