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Alto Minho

Cerca de 50 mil pessoas estiveram na “melhor Feira do Alvarinho de sempre”

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Foto: Divulgação

A Câmara de Monção ainda não tem os números concretos da Feira do Alvarinho, que decorreu este fim de semana no Parque das Caldas, mas estima-se que cerca de 50 mil pessoas estiveram no evento. Para o autarca António Barbosa, as mudanças para a 22.ª edição da feira, inclusive de local, foram importantes para o sucesso.

“Quando estava na oposição, sempre disse que quando ganhasse a Câmara iríamos deixar de estar de costas voltadas para o rio Minho. Foi aquilo que fizemos e os resultados do que aconteceu este fim de semana estão bem à vista”, referiu o autarca à “Rádio Vale do Minho”, ao dizer que muitos falaram que foi a melhor Feira do Alvarinho de sempre.

Foto: Divulgação

“Só durante o sábado, estima-se que terão passado por aqui cerca de 25 mil pessoas. Mas o mais importante é a quantidade de gente de fora que veio até Monção”.

António Barbosa disse que a autarquia deverá reunir com a organização do evento para “tentar perceber o que correu bem e menos bem, no sentido de começar a preparar já a edição do próximo ano”.

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Viana do Castelo

Colisão com dois feridos graves corta estrada Barcelos-Viana

Acidente

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Foto: DR

Uma colisão rodoviária provocou o corte total da EN 103, entre Alvarães e São Romão do Neiva, concelho de Viana do Castelo.

Há registo de dois homens com ferimentos graves, com idades compreendidas entre os 66 e os 70 anos.

No local estiveram os Bombeiros Sapadores de Viana, a Cruz Vermelha de Neiva, a VMER de Barcelos e a GNR.

O alerta foi dado cerca das 17:30.

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Alto Minho

‘Freestyle’ de concertinas regressa a Arcos de Valdevez (com máscaras e distanciamento)

Tradição minhota

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Foto: Arcos de Valdevez (página de Facebook)

É uma particularidade de domingo no centro de Arcos de Valdevez. As rodas de improviso com concertinas e castanholas a puxar a um pé de dança ao som de modas minhotas estiveram interrompidas durante mais de dois meses face à pandemia de covid-19. Mas hoje regressaram. E sem aviso.

No centro daquela vila, vários tocadores, munidos de máscara e assegurando a distância de segurança recomendada pelas autoridades de saúde, replicaram músicas do coração do Minho, atraindo novamente alguns populares.

No período áureo, durante o verão e com emigrantes, chegam a juntar-se mais de 200 pessoas a cantar, dançar e, claro, a tocar. A moda acabou por ser interrompida pelo surto de covid-19, mas parece agora regressar, ainda de forma tímida, mas com vários participantes.

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Viana do Castelo

IPMA alerta banhistas para perigo de toxicidade dos bivalves em Viana

Ameijoa-relógio, mexilhão, lapa e ameijoa branca

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Foto: Ilustrativa / DR

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) lançou um aviso para a zona litoral de Viana do Castelo face ao perigo de toxicidade de bivalves e outros moluscos que habitualmente se encontram nas praias.

Segundo aquele instituto, que atualizou o mapa de interdição de apanha e comercialização de “moluscos bivalves, equinodermes, tunicados e gastrópodes marinhos vivos”, está proibida a apanha deste género alimentar, tanto para profissionais como para os banhistas.

Em toda a costa de Viana do Castelo está interdita a apanha de ameijoa-relógio, mexilhão, lapa e ameijoa branca, “por conterem toxinas que provocam intoxicação paralisante”, sendo apenas permitida a apanha de ouriço-do-mar.

Ameijoa Branca

Lapa

De acordo com o IPMA, estes bivalves “podem conter toxinas que provocam intoxicação amnésica, intoxicação diarreica ou intoxicação paralisante”.

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