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Ave

Centro de nanotecnologia de Famalicão cria viseira anti-embaciamento

Covid-19

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Foto: Ilustrativa / DR

O Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes (CeNTI), em Famalicão, está a desenvolver uma viseira de proteção individual reutilizável com propriedades antivíricas e anti-embaciamento, foi hoje anunciado.


O diretor de Operações do CeNTI, João Gomes, disse à Lusa que a viseira deverá estar pronta, no máximo, dentro de dois meses.

“Mas, se tudo correr bem, dentro de um mês poderá estar no mercado”, sublinhou.

Explicou que a ideia surgiu, desde logo, pela constatação das dificuldades decorrentes do embaciamento das viseiras.

“A viseira dá tanto mais proteção, quanto mais próxima ficar do rosto, mas quanto maior for a proximidade, maior é a probabilidade de embaciamento”, referiu.

Por isso, está a ser desenvolvida uma solução para a parte interior que combata o embaciamento. Já a parte exterior terá propriedades antivíricas.

O projeto conta com o apoio do Centro Clínico Académico de Braga e da Moldit, empresa que está a desenhar um molde para a viseira.

Segundo João Gomes, o objetivo é a “produção em massa”, também para exportação, nomeadamente para a América do Sul.

Além de ter um novo design, mais ergonómico, a viseira será “mais fácil de colocar” do que as tradicionais soluções, assegurando ao seu utilizador “maior conforto e segurança”.

A reutilização será também uma das suas principais vantagens, contribuindo para a sustentabilidade e proteção ambiental.

Esta é mais uma das iniciativas do CeNTI no combate à pandemia de covid-19.

Fundado em 2006, o CeNTI resulta de uma parceria entre as universidades de Aveiro, Minho e Porto e três entidades tecnológicas, nomeadamente Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal, o Centro Tecnológico das Indústrias do Couro e o Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel.

Tem atualmente uma equipa composta por mais de 100 colaboradores e está vocacionado para o desenvolvimento de novos produtos e soluções, tendo por base a nanotecnologia e os materiais funcionais e inteligentes.

Com uma forte ligação ao tecido empresarial, o CeNTI já participou em mais de 170 projetos com a indústria nacional e internacional e possui um portefólio de 67 pedidos de patentes ativas e 35 patentes concedidas.

Portugal entrou no dia 03 de maio em situação de calamidade devido à pandemia, depois de três períodos consecutivos em estado de emergência desde 19 de março.

Esta nova fase de combate à covid-19 prevê o confinamento obrigatório para pessoas doentes e em vigilância ativa, o dever geral de recolhimento domiciliário e o uso obrigatório de máscaras ou viseiras em transportes públicos, serviços de atendimento ao público, escolas e estabelecimentos comerciais.

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Ave

Hospital de Famalicão livre da covid

Pandemia

em

Foto: DR / Arquivo

O Centro Hospitalar do Médio Ave, mais concretamente na unidade do Hospital de Famalicão, já não tem qualquer doente infetado com covid-19, foi hoje anunciado.


Segundo António Barbosa, presdidente do Conselho de Administração, a ala covid daquele hospital já não tem nenhum doente com a infeção, após todos terem testes negativos.

O anuncio foi feito esta noite de sexta-feira, durante um debate promovido pela rádio Cidade Hoje.

Segundo o boletim epidemiologico de hoje, o concelho famalicense conta com 400 casos registados de infeção desde o inicio da pandemia, desconhecendo-se, todavia, o numero de recuperados e óbitos.

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Guimarães

Empresário de Guimarães desenvolve tapete desinfetante e faz sucesso em França

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

Armando Costa, empresário luso-francês com raízes em Guimarães, está a conquistar o mercado empresarial francês com a venda de tapetes desinfetantes que removem todo o tipo de vírus e bactérias do calçado, inclusive o da covid-19.


Empresário no ramo da prestação de serviços e organização de eventos, o vimaranense adaptou-se aos novos tempos face à pandemia que assolou o globo e criou um tapete duplo com reservatório desinfetante para comercializar em domicílios privados, comércio, indústria, centros comercias e espaços frequentados pelo grande público.

Em comunicado enviado à imprensa, o empresário explica que ao longo do último mês, já comercializou mais de 3.000 unidades, contando por entre os seus clientes “duas grandes superfícies comerciais de Paris, edifícios municipais, estruturas residenciais para idosos, clínicas e vários domicílios privados”

“Atualmente, está a expandir a produção através de uma parceria com uma indústria de manufaturados de forma a comercializar também em Espanha e Portugal”, refere a nota de imprensa.

Ainda segundo o empresário, os tapetes, de tamanhos variados, podem ser colocados no lugar de qualquer outro tapete que habitualmente se encontram nas entradas e saídas de casas e espaços públicos.

Em Portugal, o tapete já é comercializado por dois revendedores, também de Guimarães, que fazem a distribuição oficial no país.

Contactado por O MINHO, um dos distribuidores, Sandro Baptista, explica que o líquido fica impregnado no tapete, devendo ser reabastecido ao fim de algum tempo.

“Tem um reservatório onde se coloca o líquido que passa para todo o tapete. O reabastecimento depende do uso que se lhe dá. No fundo, ensopamos o calçado no tapete e o liquido a fica nas solas. As esponjas não permitem que o desinfetante passe acima da sola, não danificando”, argumenta.

Recomenda ainda a utilização de um segundo tapete, seco, para passar a sola, de forma a que o calçado não se torne escorregadio.

Diz a nota que o mesmo é “recomendado para domicílios, hotéis, apartamentos, lojas, restaurantes, hospitais, clínicas e lares de idosos”.

“Para adquirir este tipo de tapete, com custo de 70 euros, pode obter mais informações através do distribuidor português 934273867 (Sandro Baptista)”, termina a nota.

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Ave

Homem detido em Guimarães após fugir de hospital psiquiátrico

PSP

em

Foto: DR

A PSP de Guimarães deteve na quinta-feira um homem de 36 anos que tinha fugido do Hospital Magalhães Lemos, no Porto.


A polícia refere em comunicado que soube “através de uma chamada telefónica” que um indivíduo “que se encontrava na Unidade de Psiquiatria Forense do Hospital Magalhães Lemos – Porto, havia aproveitado uma oportunidade quando foi receber tratamento médico e colocou-se em fuga”.

A PSP acabou por intercetá-lo e detê-lo na Travessa da Bouça do Pinheiro, na cidade de Guimarães.

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