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Braga

Cemitério de Braga funciona com senhas. Polícia Municipal assegura cumprimento

Cemitério de Monte d’Arcos

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Foto: Fernando André Silva / O MINHO

A Polícia Municipal (PM) de Braga está encarregue da operação Todos os Santos na cidade, sensibilizando bracarenses em relação às medidas a adotar na visita ao cemitério de Monte d’Arcos e ao Mercado das Flores, na Praça do Município.

Nuno Ribeiro, coordenador da PM, disse a O MINHO que tudo está a correr dentro da normalidade.

“A PM preparou um dispositivo que consideramos o adequado para o esperado. Até esperávamos algo mais, mas as pessoas prepararam-se em casa, e têm preocupação com a parte de segurança, do distanciamento, do uso da máscara, o que nos tem deixado numa posição mais de sensibilização do que de fiscalização, até porque elas próprias acatam bem todos os pedidos”, disse.

No total, para além do coordenador, existem outros oito elementos junto ao cemitério. No Mercado das Flores também há efetivo destacado para criar as condições de segurança adequadas.

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

“Toda a operacão foi bem planeada e o Município convidou a PM para dar o melhor de si de forma a salvaguardar a segurança. Também estamos próximos de rotundas e de passagem de peões para uma sensibilização e atitude de preparação rodoviária. A pessoa quando chega aos locais, o estacionamento já está ordenado.A pessoa estaciona o carro, coloca-se na fila, se existir”, explicou.

Hoje a fila, se chegou a vinte pessoas de uma vez, foi o máximo. Depois tiram senha à entrada do cemitério, com a hora, para que se posse dar cumprimento ao edital. Prevê-se o máximo de 250 pessoas e permanência máxima de uma hora.

“Verificado incumprimento e que a pessoa está para além da hora, pedimos à pessoa para sair, mas ainda não aconteceu isso, cremos que uma hora é suficiente”, acrescentou Nuno Ribeiro.

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando  André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Custódio Cerqueira, cidadão vindo de São Lázaro, concorda com as medidas e com a fiscalização da PM. Habitualmente, visita o cemitério todas as semanas, para prestar homenagem aos familiares e amigos já desaparecidos. É também sua tradição visitar o cemitério no Dia de Todos os Santos, e este ano não foi exceção.

“Tenho tradição de vir cá antes da missa das 09:00 e este ano fiz o mesmo, mas com máscara e com distanciamento assegurado”, disse a O MINHO.

Custódio Cerqueira. Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Custódio concorda com a presença da autoridade e mostra-se preocupado com o aumento do número de casos no concelho de Braga.

“Está a crescer muito, sou a favor das medidas decretadas ontem, mas acho que deveriam ter sido mais duras porque isto não parece querer abrandar”, lamenta, confessando, no entanto, que a covid-19 ainda não atingiu ninguém próximo.

Devido ao fim de semana dos Finados (Dia de Fiéis Defuntos e Dia de Todos os Santos), o Governo deliberou uma resolução, aprovada em Conselho de Ministros e publicada em Diário da República, que obriga os cidadãos a permanecerem nos seus concelhos de residência entre as 00:00 do dia 30 de outubro até às 06:00 do dia 03 de novembro, de forma a travar contágios de covid-19, sobretudo no Norte, como referiu na altura a ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva.

O concelho de Braga registava 694 casos ativos de infeção por covid-19, acumulando agora 2.703 desde o início da pandemia, mais 87 desde a passada quarta-feira.

Estes dados, apurados por O MINHO junto de fonte local da saúde, foram atualizados às 17:30 de sexta-feira.

O concelho regista 2.022 casos de recuperações do SARS CoV-2 desde o início da pandemia.

Registam-se ainda 74 óbitos, número que se mantém igual desde 16 de junho.

De acordo com os dados revelados hoje, o número de pessoas em isolamento sob vigilância da autoridade de saúde é de 1.411, mais 309 desde quarta-feira.

Braga

Vídeo mostra assaltante a furtar em loja de informática em Braga

Em São Victor

Foto: Cedida a O MINHO

A loja studionunosilva, em Braga, foi alvo de assalto na passada terça-feira, por volta das 21:00 horas, com as imagens a ficarem gravadas na videovigilância.

De acordo com Nuno Silva, empresário e proprietário da loja, o assaltante “já devia saber ao que ia”, apontando o furto de uma torre de computador especializada em ‘gaming’.

“A segurança nesta rua [José António Cruz] tem vindo a piorar ao longo dos últimos tempos. Já fomos assaltados em 2018, mas recentemente presenciei dois assaltos a outras lojas” na mesma rua, disse o proprietário a O MINHO.

Nuno Silva já apresentou queixa na PSP, apelando a um reforço policial naquela rua, sobretudo em tempo de confinamento onde circula menos gente na via pública.

Assegura ainda que, enquanto a polícia estava a registar a ocorrência na sua loja, o mesmo indivíduo estaria a assaltar outra loja na mesma rua, uma vez que disparou um alarme. No entanto, a polícia não conseguiu apanhar o ‘amigo do alheio’.

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Braga

Braga: Professores denunciam pagamentos em atraso. Associação refuta acusações

You Love Dance – Associação para as Artes

You Love Dance funciona na Praceta Parque de Exposições. Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Seis professores dizem sentir-se “enganados” por uma academia de dança de Braga e reclamam pagamentos em atraso, os quais levaram mesmo a que deixassem de exercer funções. Já a You Love Dance – Associação para as Artes (YLD) garante ter “todos os valores de prestação de serviços de professores liquidados relativos a 2020”. E acusa alguns dos docentes de incumprimento.

Numa carta aberta à direção, a que O MINHO teve acesso, os professores, de diversas áreas artísticas, referem que a associação estabeleceu acordos “com pelo menos 9 profissionais e, pelo menos seis deles, foram sendo quebrados ao longo de 4 meses de diversas formas por parte da YLD”, sediada na Praceta Parque De Exposições no Altice Forum.

“Como vossas excelências sabem e como o provam os vários e-mails, sms, registos de chamadas e cartas registadas, foram feitas várias tentativas de contacto por cada um dos professores na tentativa de regularizar as situações e de se encontrarem soluções”, lê-se na carta assinada por Ana Marques, Armando Pinho, Catarina Vale, Emanoela Mello, Joana Gonçalves e Joana Silva.

“Na maioria dos contactos, muitos dos quais presenciais, no espaço da YLD, não revelaram falta de possibilidade económica, apenas foram dando diferentes explicações para o atraso nos pagamentos sem nunca os efectuar. Pediram, também, que lhes fossem passados recibos e facturas, que mesmo após serem entregues continuaram sem pagar. Omitiram ainda, as verdadeiras razões pelas quais alguns professores foram deixando de aparecer, quando questionados directamente por outros colegas”, acrescenta.

Questionada por O MINHO, a YLD garante que “possui todos os valores de prestação de serviços de Professores liquidados relativos a 2020”, tendo os últimos sido processados nos primeiros dias de janeiro.

A associação acrescenta ainda que a três dos seis professores foram pedidas faturas e recibos que não foram entregues e, logo que o fossem, seriam processados os pagamentos. A YLD realça ainda que uma dessas profissionais deixou o projeto por iniciativa própria “no próprio dia”, deixando os alunos sem aulas, e outra não informou a direção que tinha testado positivo à covid-19, apesar de ter estado com alunos dois dias antes.

Em relação aos outros três, a associação garante que já têm os seus valores totais processados e acusa-os de não terem elaborado relatórios mensais dos alunos, estando por isso em falta com a instituição, que organiza o festival You Love Dance, em Braga, e o Ribeirão Internacional Dance Festival, em Famalicão.

“Perante isto, agimos de forma que sabemos que poucas entidades o fariam, pois estamos a pagar trabalho ainda não completo”, alega a YLD.

Por seu turno, na carta aberta, os professores afirmam que, “em nenhum momento, foi comunicada por parte da entidade qualquer insatisfação com os serviços prestados pelos profissionais, sendo sempre dado como motivo do não pagamento algum problema logístico ou pura e simplesmente afirmando falsamente que o pagamento já tinha sido feito”.

“O trabalho e a comunicação decorreram dentro da normalidade possível, sempre com conversas sobre o futuro e explicações que iam variando de colega para colega sobre os atrasos e faltas de pagamento”, refere a carta.

No mesmo documento dirigido à YLD é referido que, “entretanto, começaram já a incluir novos profissionais na vossa equipa, para substituir os que devido à falta de pagamento foram forçados a cessar os seus serviços sem que nenhuma explicação lhes tenha sido dada”.

Na resposta enviada a O MINHO, a YLD refere que, “como qualquer equipa que pretende a Excelência e o Sucesso está e estará aberta a entradas e saídas de Profissionais, sempre, com o objetivo de melhorarmos e proporcionarmos aos nossos Alunos ,outros Alunos que interagem connosco e à própria Equipa, mais e melhor aprendizagem”.

“Este trimestre decidimos que é importante termos alguém na Equipa, na área da Fisioterapia e da Nutrição, assim, como, no Tetro Musical, Canto (agora vertente lírica), Escultura e Ateliers de Madeira e outros materiais, pelo que estamos sim, a realizar recrutamento”, acrescenta, notando que a equipa é constituída neste momento por 15 profissionais, “que têm trabalhado e ajudado em tudo o necessário”.

“É isto que pretendemos e são estas pessoas que procuramos. Brevemente, seremos mais alguns, se a conjuntura o proporcionar. Agora claro que, como em qualquer Organização, o facto de alguém integrar a equipa, não significa que se mantenha para sempre… ou além do tempo do Plano de Trabalho, naturalmente”, conclui.

Na carta aberta à YLD os professores dizem-se “enganados” e exigem receber os pagamentos alegadamente em falta até 22 de janeiro. Na sexta-feira passada, os professores e direção reuniram e, ao que O MINHO apurou, entretanto, foi paga uma parte do que é reivindicado.

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Braga

Profissionais de saúde do Hospital de Braga já receberam segunda dose da vacina

Covid-19

Foto: Divulgação / Hospital de Braga

Os profissionais de saúde considerados “prioritários” para o combate à covid-19 que trabalham no Hospital de Braga receberam, entre ontem e hoje, a segunda dose da vacina contra o vírus SARS-CoV-2, foi hoje anunciado.

De acordo com a administração do hospital, foram vacinados 1.598 profissionais na primeira fase, mas apenas 790 receberam a segunda dose da vacina.

Para João Porfírio Oliveira, presidente do Conselho de Administração, “num momento tão difícil da pandemia, a vacinação dos profissionais é fundamental para protegermos todos aqueles que diariamente lutam contra este inimigo comum”.

Reforça, ainda, ser “muito importante a continuidade da vacinação de forma célere para que assim se consiga vacinar o maior número de profissionais no menor tempo possível”.

“Todos os profissionais são fundamentais para continuarmos a prestar cuidados de saúde atempados”, vincou.

Finaliza, reiterando “que a vacinação é a esperança de todos, mas que urge continuar a cumprir-se todas as recomendações das autoridades da Saúde e do Governo para conseguirmos diminuir a propagação deste vírus que tanto tem assolado o nosso país”.

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