Seguir o O MINHO

Ave

Celorico de Basto investe 452 mil euros para construir rotunda em Gandarela

Obras públicas

em

Foto: Facebook de Joaquim Mota e Silva

A vila de Gandarela vai ganhar “nova vida” com novas obras de arranjo urbanístico para a construção de uma rotunda, próxima à antiga escola primária, foi hoje anunciado.

Através de uma nota publicada nas redes sociais, o presidente da Câmara de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, refere que esta nova obra vai trazer, além do embelezamento do espaço envolvente, uma maior segurança rodoviária e pedonal.

De acordo com o autarca, este investimento ronda os 452 mil euros e já foi lançado o concurso público para poder avançar com a futura rotunda, uma obra há muito desejada pelos habitantes daquela vila.

Anúncio

Ave

Cabeceiras de Basto destina 15 mil euros ao orçamento participativo

Tem como tema a covid-19

Foto: DR / Arquivo

O Orçamento Participativo de Cabeceiras de Basto tem em 2021 uma verba de 15 mil euros e como tema a covid-19, “designadamente programas, projetos, ações ou iniciativas que visem o combate e mitigação” da pandemia, anunciou hoje a autarquia.

Em comunicado, aquela câmara do distrito de Braga explica que a iniciativa é “aberta a todos os cidadãos com mais de 16 anos, que sejam naturais, residentes, trabalhadores ou estudantes no município de Cabeceiras de Basto e ainda a todas as instituições e associações do concelho”.

As candidaturas podem ser apresentadas a partir de 01 de fevereiro e até 15 de março, sendo que a votação decorrerá entre 19 de abril e 31 de maio de 2021 através do sistema de votação que inclui o voto pela plataforma eletrónica na internet.

“O Orçamento Participativo tem como objetivo continuar a reforçar a participação dos munícipes e, através dos seus contributos, apoiar os processos de tomada de decisão, contribuir para a educação de uma cidadania ativa, participativa, responsável e inclusiva, e ainda incentivar o diálogo entre eleitos, técnicos municipais, cidadãos e sociedade civil”, descreve a autarquia.

Continuar a ler

Ave

Câmara de Famalicão investe 320 mil euros no restauro da Casa de Camilo

Obra cofinanciada através do FEDER

Projeto

A obra de remodelação, ampliação e arranjos exteriores da Casa de Camilo, em Seide, Famalicão, começou na segunda-feira, sendo o prazo de execução de um ano, anunciou hoje o município.

Em comunicado, o município de Famalicão refere que se trata de um investimento de 320 mil euros, ao abrigo da candidatura “Rota Camilo: Valorização da Casa-Museu e Cemitério da Lapa”, recentemente aprovada no âmbito do programa operacional Norte 2020.

A obra é cofinanciada através Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

Citado no comunicado, o presidente da Câmara, Paulo Cunha, refere que se trata de “uma obra de arquitetura que vai valorizar ainda mais aquele lugar da vida e da ficção camilianas”, respeitando a traça original do edifício.

“O restauro da casa dos caseiros e a renovação da quinta permitirá não só oferecer aos visitantes um cenário tão semelhante quanto o que Camilo experienciou, mas permitir que com essas novas infraestruturas possamos diversificar ainda mais a oferta pedagógica, cultural e científica da instituição para o melhor conhecimento da vida e da produção literária do escritor, além do período histórico em que viveu”, sublinhou.

Camilo Castelo Branco residiu cerca de 26 anos na casa de Seide, onde “chegou por amor, escreveu, viveu com a família e pôs termo à vida”.

“Considerada a mais emblemática memória viva do maior escritor do romantismo português, a Casa de São Miguel de Seide ganhou um significado histórico de fundamental importância para o conhecimento profundo de todas as temáticas camilianas”, lê-se no comunicado.

Para além deste projeto, a candidatura, apresentada em conjunto com a Venerável Irmandade da Lapa, no Porto, prevê ainda a qualificação do Cemitério da Lapa, um monumento de interesse público, onde se encontra o jazigo que guarda os restos mortais de Camilo Castelo Branco.

A Câmara de Famalicão viu ainda aprovada a candidatura “Rota Camilo: Qualificação e Divulgação Territorial”.

No conjunto, a autarquia famalicense irá beneficiar de um investimento de mais de 700 mil euros, contando com uma comparticipação FEDER de cerca de 500 mil euros.

Os projetos envolvem, para além do município, um conjunto de instituições parceiras com ligações à memória camiliana.

Continuar a ler

Guimarães

PSD critica atraso na classificação da Zona de Couros em Guimarães

Património Mundial da Humanidade

Foto: Rui Dias / O MINHO

Os deputados do PSD eleitos pelo círculo de Braga criticaram hoje o atraso na classificação da Zona de Couros, no Centro Histórico de Guimarães, como Monumento Nacional, imprescindível para conseguir o “título” de Património Mundial da Humanidade.

Em comunicado, os deputados acrescentam que já questionaram a ministra da Cultura acerca das razões do atraso na avaliação e decisão de classificação.

“Não é admissível que um objetivo publicamente assumido em 2013, há mais de sete anos, não tenha ainda logrado sequer obter a imprescindível classificação nacional”, referem.

Os deputados sublinham que o atraso “inviabiliza a pretensão da autarquia” de submeter candidatura à Unesco para alargamento da área atualmente classificada como Património Mundial da Humanidade àquela zona do centro histórico de Guimarães.

Os social-democratas relembram que, em 2013, a Câmara de Guimarães aprovou e apresentou publicamente a intenção de submeter candidatura à Unesco para alargamento da zona atualmente classificada como Património Mundial da Humanidade (Centro Histórico) à Zona de Couros.

Esta área, correspondente à baixa da cidade, é composta por tanques e indústria de curtimenta centenários.

Para concretizar aquele propósito, a Câmara informou que iria solicitar previamente a classificação da referida zona como Monumento Nacional”.

Em recente reunião do executivo, o presidente da Câmara e um vereador disseram que o município “já fez o que lhe competia”, tendo enviado toda a documentação para a Direção-Regional de Cultura do Norte (DRCN), com vista à classificação como Monumento Nacional.

Acrescentaram que já em 2018 tinha sido solicitado um pedido de esclarecimento à DRCN, que terá respondido que “a situação estava em análise”.

Assim, o PSD quer saber, junto do Ministério da Cultura, o que se passa com o processo e qual é o motivo do atraso na sua avaliação e decisão.

Continuar a ler

Populares