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Braga

CDU quer prioridade para bicicletas, peões e transportes públicos em Braga

Mobilidade

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Foto: Divulgação / CDU

A CDU de Braga quer ver alternativas aos automóveis na cidade e propõe maior prioridade do executivo municipal em relação a vias dedicadas a peões, bicicletas e transportes públicos, foi hoje divulgado.

Bárbara Barros, vereadora em substituição do eleito Carlos Almeida, e outros elementos de uma comitiva concluíram que desenhar uma estratégia para a mobilidade no concelho é prioridade, após reunião com a associação Braga Ciclável, que se dedica à fomentação e estudo da mobilidade de bicicleta na cidade.

O encontro surgiu, explica a vereadora, a propósito do “anúncio das ciclovias pop-up que nascerão em breve no centro da cidade”.

“Do encontro saiu reforçada a urgência de se desenhar uma estratégia que pense a mobilidade dentro do concelho numa lógica integrada e que crie incentivos à utilização dos meios suaves de transporte, bem como do transporte público”, refere Bárbara Barros, em nota enviada à imprensa.

“Para a CDU, não é certo que a solução recentemente apresentada consiga cumprir este desígnio, ao não integrar o percurso da rodovia no projeto e por manter – como no caso da Rua 31 de Janeiro – as vias reservadas ao trânsito automóvel tal como estão”, lê-se.

No mesmo documento, assinado pela vereadora, pode ler-se ainda que a CDU considera “necessário trabalhar e reforçar alternativas ao uso do automóvel, ao mesmo tempo que se se aumenta a prioridade do uso das vias por parte de peões, modos suaves de transporte, como a bicicleta, e transportes públicos”.

“Esta mudança de paradigma, urgente para a melhoria da qualidade de vida das populações e do ambiente, só é possível com uma visão e uma estratégia coerentes e acompanhadas de vontade política de as executar” explicou Bárbara Barros.

Para a vereadora da CDU “não se compreende que a maioria no executivo tenha arrumado na gaveta o anterior projecto de implantação de ciclovias”, referindo-se ao que estava pensado para a rodovia.

“A prometida revolução na mobilidade terminou praticamente antes de começar”, concluiu.

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