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Guimarães

Castelo de Guimarães deverá figurar nas novas notas de zero euros

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Notas de zero euros com Castelo de Guimarães?

Uma nota de zero euros para colecionadores e turistas com imagens típicas de Portugal entrou este mês em circulação e até final do ano será impressa uma edição alusiva ao centenário das aparições de Fátima, disse hoje o promotor, que adiantou ainda que o Castelo de Guimarães também deverá fazer parte desta coleção.

“Depois do Castelo de São Jorge, vamos lançar em dezembro uma nota sobre o centenário das aparições em Fátima e vamos imprimir 10 mil notas, metade das quais já foram reservadas por colecionadores”, disse à agência Lusa Benjamin Bush, presidente executivo da empresa Euro Souvenir Portugal, detentora dos direitos da ‘nota souvenir’ em Portugal.

A circulação da nota, que não serve como moeda de troca e tem um custo de três euros, foi autorizada pelo Banco Central Europeu (BCE) no início deste mês.

Depois das cinco mil notas ilustradas do Castelo de são Jorge, que podem ser adquiridas junto ao monumento, a empresa anunciou que, em janeiro, vai lançar uma nova edição. “Esperamos vender 23 mil notas”, afirmou.

O empresário adiantou que existem “negociações avançadas” para vir também a ter uma nota ilustrada do Castelo de Guimarães e “estão também a ser feitos contactos com a Madeira”.

Castelo de Guimarães. DR

Durante o primeiro ano, a empresa espera vir a colocar no mercado 100.000 exemplares de 10 notas diferentes e chegar aos 500.000 de 50 notas diferentes nos primeiros três anos.

“Temos várias possibilidades, desde museus, monumentos, locais de animação, como o Jardim Zoológico, clubes de futebol ou estádios”, disse o presidente executivo da Euro Souvenir Portugal Trabalho, para quem o potencial do negócio é elevado.

“Tal como acontece em França e na Alemanha, com as ilustrações de locais muito visitados, conseguimos vender 20 a 30 mil notas, pois nesses casos o interesse dos turistas, colecionadores e até agentes turísticos cresce”, explicou.

O empresário francês, que há vários anos deixou a profissão de professor de alemão para se dedicar às coleções filatélicas, escolheu Portugal para se lançar, desde setembro, no negócio das ‘notas souvenir’.

Benjamin Busch diz que quer contribuir para o desenvolvimento do país, de que confessou ser fã e onde tem habitação na região Oeste e se desloca com frequência.

As ‘notas souvenir’ possuem as mesmas características de uma nota de euro verdadeira, como a marca de água, holograma, registo transparente, sistema de segurança e um número de série.

É considerada a última moda entre as lembranças adquiridas pelos turistas nos países que visitam e está já entre as lembranças mais vendidas.

O conceito de ter uma nota para um local de interesse turístico tem vindo também a atrair colecionadores.

A ideia foi lançada em 2015 por Richard Faille em França, tendo nesse ano sido lançadas 100 notas de diferentes locais, e já se estendeu à Alemanha, Áustria, Bélgica, Suíça, Países Baixos e Espanha.

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Guimarães

Estrada em Guimarães fechada desde março por perigo de derrocada de pedreira

Airão Santa Maria

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Foto: Divulgação

Questões de segurança condicionam atualmente estradas em pelo menos quatro distritos do país devido à proximidade com pedreiras, segundo informação recolhida pela Lusa um ano depois do colapso da Estrada Municipal 255, no distrito de Évora. Guimarães é um dos concelhos afetados.

Na tarde de 19 de novembro de 2018, um troço de cerca de 100 metros da estrada entre Borba e Vila Viçosa, colapsou devido ao deslizamento de um grande volume de rochas, blocos de mármore e terra para o interior de duas pedreiras, provocando cinco vítimas mortais.

Em Guimarães, a rua da Boucinha, em Airão Santa Maria, está encerrada ao trânsito desde março deste ano, uma vez que é um caminho adjacente às duas pedreiras existentes na zona.

Segundo fonte do município, ainda não há data previsível para a abertura, que só acontecerá “garantidas que estejam as condições de segurança de pessoas e bens”.

“A Câmara de Guimarães esclarece que a monitorização (questões de segurança e ambiente) do estado das pedreiras situadas no território vimaranense está em fase de conclusão, não tendo sido encontradas, até agora, situações graves que impusessem a tomada de medidas urgentes como aconteceu no caso das duas pedreiras de Airão Santa Maria”, pode ler-se na resposta.

Nos registos da GNR, o distrito de Évora é aquele em que se encontram mais encerramentos ou condicionamentos: a Estrada Nacional 254, a Estrada Municipal 508 e a estrada 255, onde ocorreu o acidente de 2018. Esta estrada foi criada como nacional, mas com a construção da variante Borba-Vila Viçosa o seu traçado original ficou classificado como municipal e, no caso de Borba, a propriedade foi transferida para o município.

Na 255, que começa no nó da autoestrada em Borba e termina em Alandroal, o corte decorre entre o quilómetro 10 e o quilómetro 10,050, no sentido Vila Viçosa-Pardais, com o trânsito condicionado na via da esquerda, fazendo-se alternadamente pela via da direita, através de semáforos.

“Este troço de via foi encerrado no dia 13 de dezembro de 2018, não havendo conhecimento da data de abertura”, refere a GNR.

Também a 254, que começa na rotunda da Biquinha em Vila Viçosa e termina em Viana do Alentejo, tem 500 metros de estrada cortada, dado a pedreira encontrar-se ao quilómetro 2, do lado esquerdo no sentido Vila Viçosa-Bencatel.

“O corte de estrada localiza-se entre o quilómetro 2 e o quilómetro 2,050 no sentido Vila Viçosa-Bencatel, encontrando-se o trânsito condicionado na via da esquerda, fazendo-se alternadamente pela via da direita, através de semáforos”, explica a força de segurança.

Também este troço de via foi encerrado em 13 de dezembro de 2018, não havendo previsão de abertura.

Ainda no distrito de Évora, está condicionado o trânsito na Estrada Municipal 508-3, no entroncamento Barro Branco-Borba.

A pedreira no local está localizada no sentido Talisca-Barro Branco Borba, a cerca de 90 metros. Apesar da estar desativada, o circulação “faz-se alternadamente, através de sinalização vertical colocada no local”.

Em Portalegre, mais precisamente em Elvas, está encerrado desde 29 de novembro do ano passado o caminho agrícola da ligação Estrada Regional 243-Estrada Nacional 246, na localidade de São Vicente e Santa Eulália. Neste caso, a pedreira localiza-se ao quilómetro 188 da estrada 243.

A via encontra-se encerrada num percurso de dois quilómetros e a pedreira está a cerca de 30 metros da estrada interditada. Também se desconhece a data de reabertura.

Já no distrito de Lisboa, o Caminho Municipal 518, localizado no município de Alenquer, está encerrado num percurso de 400 metros, entre o lugar de Casais Pedreira do Lima e o cruzamento da serra de Ota, enquanto a pedreira está localizada na aldeia de Carapinha, na localidade do Bairro.

Este troço de via foi encerrado em 14 de dezembro de 2018 e a GNR não tem conhecimento da data de abertura.

Apesar de não ser referido pela GNR, em Sintra foi interditado em dezembro do ano passado um caminho municipal que confina na pedreira da Pedra Furada, dado que o município considerava haver “risco de desmoronamento” de um talude.

A legislação em vigor estipula como zona de defesa da pedreira em relação a bens a proteger a distância de 15 metros para qualquer caminho público, mas a Rua Fonte da Figueira “dista menos de cinco metros à crista de um talude da pedreira da Pedra Furada”, com “mais de 14 metros de desnível”.

O município informou que atualmente a circulação continua condicionada: “na faixa da estrada do lado da pedreira não é permitido circular, estando autorizada apenas numa faixa a circulação aos moradores (cerca de cinco vivendas)”.

Nos últimos meses, algumas notícias alertaram para a proximidade da pedreira Cova da Feitosa, em Moimento, Fátima, com a A1 – Autoestrada do Norte (que liga Lisboa ao Porto).

No entanto, a Brisa referiu que a pedreira não representa risco para a circulação e que já em 1988, aquando do projeto do sublanço Torres Novas-Fátima, a zona em questão “tinhas cotas da mesma ordem de grandeza associadas ao terreno natural na zona da A1, o que significa que não existia uma exploração efetiva de uma pedreira – e se existisse não tinha qualquer expressão – nessa zona específica”.

A construção deste sublanço, indicou, cumpriu todos os requisitos legais.

“A pedreira da Cova da Feitosa não representa um risco para a circulação na A1, conforme um estudo recente, realizado no âmbito da atividade de monitorização da rede concessionada à Brisa Concessão Rodoviária e que conclui que a estabilidade global dos taludes da pedreira adjacentes à zona da autoestrada não está posta em causa”, explicou a concessionária.

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Guimarães

Arquivos de Conde Margaride já podem ser consultados na internet

Tecnologia aliada à história

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Foto: Divulgação

A organização do sistema informacional da Família Conde Margarida/Casa do Carmo foi apresentada numa sessão pública realizada na sexta-feira, “no âmbito do programa alusivo ao Centenário da Morte do Conde de Margaride, promovido pelo Arquivo Municipal Alfredo Pimenta”, anunciou hoje a Câmara de Guimarães.

“Estas sessões contribuem para pensarmos mais e valorizarmos Conde de Margaride. Neste caso há uma importância acrescida do Arquivo Municipal na era digital, disponibilizando documentos históricos que são devidamente colocados na plataforma digital, permitindo o acesso à informação e ajuda a transformar o conhecimento”, salientou a vice-presidente da autarquia.

Adelina Pinto agradeceu a “generosidade” de amigos e familiares pela forma como disponibilizaram informação no decorrer da sessão onde as origens e a influência política de Conde Margaride esteve em destaque pelas intervenções de Francisco Brito e Rui Faria.

“Temos dado passos muito importantes para estudar e trabalhar a nossa história do século XIX e nesse sentido tem sido fundamental o trabalho de rede na cooperação com as várias instituições e associações de Guimarães”, salientou vereadora da Cultura do Município de Guimarães.

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Guimarães

Hospital de Guimarães: Bloco questionou o Governo sobre laboratório encerrado

Assembleia da República

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Foto: Divulgação

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda questionou o Governo sobre o laboratório de hemodinâmica no Hospital de Guimarães, que se encontra encerrado desde a sua finalização, em outubro de 2018, a aguardar autorização do Ministério da Saúde.

No documento entregue na Assembleia da República, os deputados do Bloco de Esquerda eleitos por Braga, José Maria Cardoso e Alexandra Vieira, afirmam que “esta nova unidade de cardiologia e intervenção permitiria tratar cateterismos cardíacos e angioplastias no Hospital de Guimarães, melhorando o serviço prestado por aquela unidade de saúde e diminuindo o risco para a saúde dos doentes, pelo que a sua abertura deve acontecer em breve”.

Os deputados bloquistas querem que a Ministra da Saúde esclareça que medidas serão tomadas para garantir a abertura do laboratório de hemodinâmica já existente no Hospital de Guimarães e quando estará prevista essa abertura.

Recorde-se que esta nova Unidade de Diagnóstico e Intervenção Cardiológica representou um investimento de quase 2 milhões de euros, angariados pela Liga dos Amigos do Serviço de Cardiologia do Hospital Senhora da Oliveira, através de donativos de empresas e particulares.

Atualmente, os doentes são encaminhados para Braga, Porto e Coimbra, “aumentando o risco para a saúde para os utentes e os custos de transporte”, refere o BE.

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